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Eróticos.)




quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A Mestiça - por ZzipperR

Sinceramente eu não entendo as mulheres, elas são muito complicadas e imprevisíveis. O que eu posso fazer se é delas que eu gosto?
Quando eu fico parado sozinho, bem concentrado nos meus pensamentos, chego à conclusão de que a mulher não precisa do homem para viver. Chegará o dia em que o homem não existirá mais. O progresso do mundo evolui muito, DNA, bebê de proveta, escolha de sexo, este poderá um dia ser o extermínio do homem. Chega de falar besteira, que o que eu quero mesmo são elas.

No domingo, eu vi uma coisa que me fez pensar e concluir que realmente a mulher é complicada. Falo analisando o meu ponto-de-vista que concordo ser uma porcaria. Duas garotas aparentando mais de trinta anos chegaram perto de mim, uma usava uma saia quase até o joelho, de repente ela levantou a saia para mostrar o short que estava usando por baixo. Nossa! Como ela ficou sexy e atraente mesmo quando soltou a saia e continuou andando. Momentos depois ela estava só de shorts e não era mais sexy nem atraente. Por quê? Qual é a mágica da saia? Se ela soubesse a minha opinião com certeza compraria aquela saia.
A vida inteira eu fui apaixonado por mulheres que usam saia, aqueles vestidinhos que deixam a mulher parecendo uma menina. Melhor nem falar!
Eu vou falar de uma mestiça que passou em minha vida. A danada era bonita e tive que ser malabarista para ganhá-la. Vou contar:

Em minha época de Skinão, este apelido porque eu tinha um fusca verde rebaixado e todo escuro com um adesivo escrito Skinão atrás, minha amiga Magali estava fazendo aniversário e me convidou. Eu era um cara estranho demais, estava com uma camiseta branca toda rabiscada pela galera, tinha nome de todo mundo ali, o que quisessem escrever, calça jeans toda destroçada, um tênis velho. Eu era uma figura assustadora.
Quando cheguei à festinha, vi uma mestiça de cabelos longos com um vestidinho preto que me arrepiou. Chamei o Edson, irmão da Magali e perguntei:
- Edson! Quem é essa mestiça?
Ele respondeu:
- É a Vera, ela é da Vila Sônia e não é pro nosso bico não.
Pensei: Eu tenho que ganhar essa garota e vai ser hoje.
Chamei a Magali e falei:
- Magali, essa mestiça está com quem?
- Sozinha.
- Me apresenta e quando ela for embora nós vamos juntos, você e o Marcio, eu e ela.
- Skinão! Você está a fim de ganhar ela?
- Ela vai ter que ser muito esperta para conseguir sair fora.
- Fique tranquilo!
A mestiça era gata demais e eu fiquei trocando algumas idéias com ela para o tranco não ser muito violento.
Na hora de ir embora, a Magali fez tudo certinho. Ela e o Marcio atrás. Não teve jeito, a mestiça teve que sentar ao meu lado. Aproveitei e falei:
- Vamos dar uma parada na Praça do Morumbi e andar um pouquinho?
A Magali falou:
- Vamos!
Pensei: Isso que é amiga. Eu amo ela!
Os dois saíram fora e ficamos para trás eu e a mestiça.
Pensa rápido cara é agora! Ela não pode escapar!
Peguei na mão dela como se fossemos caminhar. Andamos uns dez passos, eu virei e não falei nada, beijei direto. Ela falou:
- Você é muito atrevido.
Eu beijei de novo. Ela sorriu e eu falei:
- Eu não resisti. Você tem uma boca muito gostosa. Eu ficava seguindo sua boca na festinha o tempo todo. Posso te abraçar?
– Pode!
Como ela era bonita e gostosa! Fiquei com ela três meses e nunca transamos. Ela era para ser a mulher da minha vida, mas perdi por que fui um burro ignorante, primeiro por ter sido traído por uma amiga dela. É! A vida é cheia de arapucas. Pior é ser orgulhoso, não saber pedir perdão e ficar com cara de babaca olhando o tempo passar e levar ela embora.

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