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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sexta-feira, 31 de outubro de 2014

MOMENTO DUVIDOSO - por - KBÇAPOETA




O momento pede atenção
A luz
O tato
A aura e a intuição
Perceber o espectro
Que a ciência renega
Caçoa
Mas na intimidade da análise científica
Onde observador e objeto interagem
Dando uma exata e ilibada
Dúvida




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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ELITE + PSDB = DISCURSO EMBOLORADO - por - KBÇAPOETA


      Na última semana de campanha eleitoral é possível ver claramente os projetos antagônicos apresentados por Aécio Neves e Dilma Roussef.
      O projeto de Aécio Neves consiste em ampliar as vias neoliberais onde a presença do estado deve ser mínima com desigualdade social ampliada em nome do mercado.
     Qualquer cidadão minimamente informado lembra-se quando a PETROBRAS foi renomeada para PETROBRAX no intuito de ficar mais palatável em uma possível privatização e voltou a ser PETROBRAS devido a estupidez e subserviência ao mercado de Wall Street.. 
     Da mesma forma esse mesmo cidadão reconhece que foi um equívoco eivado de propinas a privatização da VALE DO RIO DOCE.
     Na parte de corrupção basta citar a compra de votos para reeleição onde um presidente legislou em causa própria com o aval das elites, Rede Globo, folha de São Paulo e a plutocracia em geral.
     O projeto de Dilma consiste na transferência de renda através do Bolsa família e outros programas.
     As elites, os moradores da casa grande, detestam qualquer forma de transferência de renda. O preconceito é tão gritante que pessoas pertencentes a elite ou suposta elite, afirma que o bolsa-família é uma forma de fomentar os pobres a usar os  filhos como modo de sobrevivência. Quer maior exemplo de preconceito ?
    Gregório Duvivier, ator e criador do site “porta dos fundos”, foi insultado por ser simpatizante de Dilma Roussef.
    O ator Dado Dolabella chamou o ator de “marginal’ por declarar voto à petista.
    É natural a crítica advinda das elites, reflete a insensibilidade com a ínfima transformação social que ocorreu no Brasil,mas, preferem os discursos “embolorados” de sovietização, Hugo Chaves etc.
    É muita irresponsabilidade intelectual ou ignorância afirmar que alguém teria condições políticas de  fazer algum regime totalitário no Brasil.
    Por esse rebaixamento do debate é que a direita evoca generais de pijama por vislumbrar no Brasil uma sociedade capitalista ao estilo do nosso vizinho Paraguai, de Horácio Cartes.



              
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

TODOS QUEREM SER WINSTON SMITH - Por - Kbçapoeta


     Winston Smith, personagem de “1984”, romance de George Orwel resume o ideal de muitos homens e mulheres.
     A personagem que deixou os anos de sua meia-vida ir pelo ralo, o atrito desgastante da rotina de alguém que deixa o tempo passar.
     Esposa nem sabe como perdeu, não faziam mais falta um para o outro, fim do amor e da paixão somada em uma solidão a dois resulta em desapego, desimportância e até mesmo deselegância.
     Além do cigarro e gim “Vitória”, Smith não tinha muito que fazer ou desejar.
     Pessoas ditas normais, pertencentes à base de nossa pirâmide social como Winston, encontram-se na mesma situação de impotência.
     Ao contrário do personagem de Orwel, estas pessoas possuem  entretenimentos ,vontade de consumo, TV, internet,  Celular e cerveja.
     No romance, Orwel faz sua personagem conhecer-se, rebelar-se, sofrer, violentar-se  e esquecer-se.
     TV, internet e celular fazem o mesmo quando usado apenas como entretenimento em demasia. Eles estão engolindo crianças e adultos por horas e horas. Todas elas perdidas em sua quase totalidade.
     Muitos como Winston, tentam subverter o sistema contra as engrenagens opressoras do meio cultural, social e econômico até receberem uma bala no crânio amando o Grande Irmão.



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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

NOITE A DENTRO VIDA À FORA - Por - Kbçapoeta






Seguia eu pela noite
Lua, ruas, esquinas
Uma luz, um bar
Alguém, um copo e um gelo
Sonhos
Fantasias
Mentiras e frustrações
Seguia eu pela madrugada
Ruas, breus, um beco
Som, um canto
Alguém, cânhamo e isqueiro
Ideologias
Fantasmagorias
Mentiras e decepções
Seguia eu pela vida...




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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Sonho - Émile Zola - por - Kbçapoeta


      “O sonho” de Emile Zola é o típico “romance de senhoras”, jargão utilizado no meio tipográfico da década de quarenta.
        Mil novecentos e quarenta é o ano da edição do referido livro, editora brasileira, série coleção das senhorinhas.
        Em uma edição que tem seu preço de capa o valor de dois mil réis, que mostra sua temporalidade, também é possível perceber as mudanças nítidas na ortografia brasileira até o acordo ortográfico de 2011.
        O romance apresenta uma menina de rua, muito comum em 1860, desmaiando na porta de um casal de bordadores estéreis.
        Na idade entre quinze e dezesseis anos, no limite da idade casadoira, ela desejava um homem rico e bonito. Apenas isso.
        A mãe da menina, mulher bem conservada, até mesmo confundida como irmã mais velha da filha adotiva, sabia da impossibilidade da realização do sonho da menina. Naquela época os pais da noiva deveriam ter um dote para poder casar suas filhas com alguém de posses. Não era o caso de Angélica. Esse é o seu nome.
        Momentos de sofrimentos, desmaios e fraquezas inexplicáveis, sonhos quase realizados e muita emoção açucarada compõem o livro de Zola. Obra que não terei saudade.





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