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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




domingo, 6 de setembro de 2009

As Nossas Palavras XXIV - por Alba Vieira

Colmeia me lembra ursos.
Doçura almejada e roubada, é certo.
E as abelhas furiosas com seus abusos...
É bom fugir antes que cheguem perto!!!



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Domingo! - por Adir Vieira

Hoje o dia surgiu alegre, como domingo mesmo, apesar de o sol estar indeciso sobre se deve ou não aparecer.
Dormi muito, parece que minha alma adivinhou que hoje eu teria o dia inteirinho para mim.
São mais de nove horas e tenho que correr para o café da manhã.
Às doze horas ficou combinado que o filho mais novo do meu marido passaria aqui com a esposa para nos levar para um almoço fora.
Penso nele e vejo-o diante de mim. Tem trinta e quatro anos e quase dois metros de altura, mas sua aparência é de uma criança feliz. Apenas seus olhos falam. Tem uma elegância natural, mesmo vestido de bermudas e chinelos de dedo. Vê-se logo que foi uma criança criada com muito amor e muito bem criada. Acho que herdou do pai o gosto pelas boas coisas da vida e tem o poder de descobrir sempre o melhor. Mostra estar sempre antenado com as novidades e faz questão de experimentá-las no momento do seu surgimento, sempre que pode. Não fala muito, mas sabe de tudo, principalmente do que lhe interessa.
Não é mesquinho, nem um pouco. Tem pena do mundo. Reúne mesmo todas as qualidades de um bom moço. É carinhoso com todos, principalmente com as crianças e com os velhos. Nunca piegas. Bonito, por dentro e por fora.
Pois é, hoje, daqui a pouco, estaremos juntos, caminhando com ele, nessa sua alegria, quando, como criança, entra no melhor restaurante e diz:
- Pai, aqui você vai comer “aquele” peixe cru!



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Tô Ferrada! - por Ana

Hoje eu tô aqui,
Ontem não tava não.
Eu vou contar a vocês
O que ocorreu... Judiação!

Ontem eu acordei
Legal, na minha caminha,
Passei o dia calminha,
Sem uma alteraçãozinha...

Fui dormir na paz de Deus,
Enrolada na coberta.
Mas sonhos são coisas doidas...
A mente é matéria incerta...

Comecei a ter pesadelos,
No sonho berrei adoidado!
Já sei que gritei dormindo...
Olhem só o resultado:

De repente foi-se o sonho,
Caí num sono sem nada.
Acordei na solitária,
Em camisa de força e abobalhada.
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Para Belinha - por Daisy

Será que ela intuiu
a palavra que faltava?
Sei que certamente viu
quão nervoso eu estava.

Por bem mais que toda a vida,
esperar foi meu viver.
Foi de fato minha sina
e me fez sobreviver.

Esperaria bem mais,
uns cinquenta anos mais
não fosse tão curta vida.

Mas sei que ficou contente
ao me ver, sorridente,
perceber a palavra falta.
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Solidão a Dois - por Duanny

Um único copo vazio em cima da mesa, um único prato sujo, um único som.
Você chegou tão de repente, esbanjado charme e me fazendo falar alto, me fazendo sorrir mais uma vez. Sujamos alguns pratos e outros copos, ouvia o som da sua voz que me ensurdecia, te olhava em estado hipnótico e falava com você em silêncio.
Não demorou muito tempo até meu castelo de porcelana desmoronar, minha atenção se desviar e você me faz falar nitidamente baixo, em uma noite quente e comprometedora.
Gostaria de naquele momento ter dito tudo o que não foi pronunciado, ver além do que não é visto, te fazer me amar cegamente.
Mesmo sentindo o toque das suas mãos, mesmo ouvindo você dizer elogios sedutores, mesmo vendo você se revirar todo, eu continuava ali, parada, estática, com os olhos vidrados, como se a morte estivesse preste a me beijar, como se meu tempo com você fosse se esgotar, como se você fosse o mais belo quadro. Mas somente um quadro.
Deitei-me ao seu lado, podia sentir dali mesmo seu perfume, sua pele, suas palavras impronunciáveis, seus segredos mais obscuros, suas manias mais perversas, suas vontades incontidas. Mas eu continuava ali, louca por atenção, sedenta por carinhos, faminta por paixão, e extremamente sozinha.



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Inspire-se - por Poty

Surge do nada...
De alguma observação...
De algo que chama atenção...
D’um estalo,
D’um olhar,
De qualquer acontecimento...
Fonte inspiradora, você mulher.
Tudo há inspiração
Solte a imaginação.
Deixe teus sentimentos falarem alto.
Dance se for possível.
Cante sem saber cantar.
Escreva sem parar
Para a inspiração não falhar...
Inspire-se, não deixe para depois!



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