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Reflete na ausência Aquela imagem O sim da resposta O não da exclamação Para o tempo Não há medida Os ponteiros Indicam Bússola RotAção É o reflexo no espelho A medida na balança O relógio e seus ponteiros Dor rompendo ao recém-nascer Entre o despedir-se da alma Que um dia morreu criança Ou simplesmente envelhece
Muros erguidos, pontes, continentes, fronteiras... desconhecemos a transitoriedade da alma. Estamos expostos e ao mesmo tempo escondidos. Ou será que apenas um de nós se esconde?
Quero falar e não consigo encontrar o tempo exato, sinto que as palavras soam fragmentadas e divago assustada... a intensidade dos fatosé amedida que preencheo diafragma. Respiro profundamente, como alguém que cava um poço. Por vezes me dói um simples suspiro. Evapora a tua voz na minha pele tingida pelos raios daquele sol acima de qualquer nuvem.
Sobrevivo ao deserto que ecoa a tua presença sob o pretexto da miragem. Há um oásis longe da civilização. É no deserto que habito. Tu és o estrangeiro que invade minha morada. Os camelos estão longe daqui de qualquer modo a batalha está travada.
Ó estrangeiro, recordai da árvore que finca suas raízes no deserto. Ide com o vento, lançai os grãos para bem longe daqui. Mas se por acaso relutares, direi que tudo não passou de um delírio.
Apesar de toda clareza, vultos se amontoam. Ou a consciência me parece cega, ou nunca percebi o que está além da visão.
- Boa noite, gostaria de agendar consultas para o mês de janeiro. Me foge o nome da psicóloga... sei que o sobrenome é dos Anjos.
- Boa noite, senhora, tem em mãos o código de cliente e guia autorizada?
- Sim.
Balbuciou desanimada: só falta a estrela
- Perdão, senhora, não ouvi a ultima frase.
- Que frase?
- A senhora falou que tinha a guia e faltava algo, não compreendi exatamente, mas escutei que faltava alguma coisa. É que a senhora falou de um modo que não deu para ouvir bem.
- Perdão, como se chamas?
- Saturnino senhora
- Saturnino?
Rui sem a menor preocupação diante da formalidade do atendimento que a entediava ainda mais. Estava cansada, passou o dia cuidando dos afazeres domésticos e sobretudo do filho de 4 anos que se recuperava de uma otite.
Era aproximadamente 23h quando sentou para agendar as consultas mensais. Em seguida daria continuidade a rotina de estudos planejado com certa expectativa. Estava tensa, cansada dos incansáveis telefonemas e agendamentos médicos. Cercada por pessoas que viviam suas vidinhas sem poesia, pessoas do outro lado da linha, do outro lado da tela, do outro lado na multidão. Pessoas que iam e viam ao encontro da menina dos olhos que se perdia na solidão.Finalmente descontraiu, mais uma zombaria do destino... o nome do tal atendente tinha que remeter a um planeta? Logo ela que vivia no mundo da lua... Pelo visto a estrela era mesmo inalcançável...
- Desculpe senhor, Sat, não consigo conter o riso, mas qual é mesmo o seu sobrenome?
- Saturnino senhora.
- Ok e o primeiro nome
- Getúlio
- Getúlio? Um tanto quanto patriótico, Get. Seus pais são mais devotos da era Vargas ou da espacial? Desculpe a brincadeira tenho que descontrair tive um dia cansativo
- Não se preocupe senhora estou aqui para atendê-la, fico feliz que esteja de bom humor.
- Imagino que lidar com o publico exige muita psicologia, se surpreende que eu esteja de bom humor?
- Sim, a maioria das pessoas que entram em contato com a central de agendamentos são breves e em alguns casos estressadas .
- Sinto muito em saber que tens que lidar com tais situações, logo o senhor que é tão educado
- Não se preocupe senhora, na maioria das vezes finalizamos o dialogo com a sensação de termos feito mais um amigo
- Amigo? Consideras o nosso dialogo como sendo o inicio de uma amizade? Amizade descartável o senhor que dizer rsrs.
- Senhora Júlia, qual é mesmo o seu sobrenome?
- Serafim e não me venha com o trocadilho interrogativo, senhor Saturnino. À propósito o sobrenome da psicóloga é dos anjos, e é tudo que lembro.
- Verificarei a agenda de janeiro, Julia Serafim. Desculpe perguntar há quanto tempo a senhora é paciente? Só mais um momento, por favor. Ah, doutora Mara dos Anjos.
- Que diabos, como fui esquecer um nome assim... Mara? Ah, quer saber essa historia de nome e sobrenome me inspirou.Devo escrever algo sobre a nossa conversa e o fato de não ter mencionado o esforço que faço para ouvir sua voz distante. Deve ser por causa do sistema.
- Sistema?
- Sim, o sistema solar rsrs. Desculpe, perco o amigo, mas não perco a piada.
- Senhora Júlia?
- Pode falar, por acaso o senhor não viu um cometa? Ah me desculpe, de repente me senti tão descontraída. Ok, vou me conter.
- Tudo bem, Júlia. Nesse horário são raros os agendamentos.
- É Saturnino, só os insones resolvem trabalhar ou agendar consultas. E olhe que tenho um plano de estudos para iniciar assim que desligar. Correria essa vida...
- Sei como é, tenho dois empregos.
- Suponho que a energia que lhe sobra é por que lhe falta a mulher da sua vida.
- Mulheres...
- Homens...
- A senhora é casada, tem namorado etc?
- Hahaha que vingativo. Ok, sou divorciada e pode me chamar de irmã. Meu marido agora é a disputa por um bom emprego (agente da polícia federal).
- Nada como um dia após o outro.
- Pois é e por falar nisso teria vaga para janeiro?
- De emprego ?(em tom irreverente) brincadeira (risos). Pode ser em fevereiro?
- Ok pode agendar, quando é mesmo o carnaval? Por favor marque para depois, por favor.
- Posso agendar para o dia 8?
- Sim e é uma pena ter que desligar depois de finalmente marcarmos. Podemos manter contato? Quero te mostrar o que posteriormente escrever, afinal você me inspirou?
- Pode deixar que eu retorno.
- Ok, fico no aguardo, Batman. Beijos.
Após verificar o cadastro, uma súbitacuriosidade despertara. Tinham quase a mesma idade. Ela era de julho e ele de dezembro. Moravam em bairros distantes. Ambos eram divorciados. Perguntou a si mesmo o que levaria aquela mulher, que ria de tudo, a procurar um psicólogo. Teria sido por causa do divórcio ou será que sofriaalgum tipo de distúrbio? Será que também se consultava com psiquiatras? Diante do dilema ético e profissional, a curiosidade foi maior e tocou do outro lado...
- Olá, esta me ouvindo melhor agora?
- Saturnino, você me ligou mesmo?
- Sim e também gosto de escrever. Escrevo reflexões. A ligação está melhor? Te ligo do celular.
O diálogo se deu com naturalidade e é sabido que havia um tom muito agradável entre eles. Quando já estavam prestes a se despedirem, Júlia perguntou:
- Ei, saturnino, mudando de assunto gostas de carnaval?
- Um pouco e você?
- Das fantasias, é uma pena que haja tanta m...lícia.
- Escutei uma interferência e não pude te ouvir bem. Você falou milícia?
- Milícia é o que mais falta, quis dizer malícia mesmo.
É incrível como uma única vogal muda completamente o sentido da palavra.
Psicodelia noctívaga, é
domingo e o comércio está fechado. A segunda vindoura anuncia a
rotina e mais uma semana que rompe o céu desbotado de um período chuvoso. Pensou
nos desabrigados. As águas de um canal invadiram o grande centro comercial
afetando a economia. Na sexta-feira do dia seis de maio escutou no recinto que o
shopping seria fechado. Pessoas apressadas, receio de alagamento, enchente e
aquela maré de gente. Era véspera de segunda...
Amanhecia, com a mesma
intensidade que enxergava cores celestes . Pássaros a deslizar por entre nuvens.
Apesar de nublado havia luz resplandecente. No céu a distante cor de suco
alaranjado e sabor de algodão doce. Nuvens remetiam-lhe ao cheiro pueiril de um
tempo remoto. Insone, Sonia, divagava entre a realidade e a fantasia. Foi quando
uma folha desbotada caiu tocando-lhe os pés. Sentia-se ridícula, Quando foi a
última vez que foi gentil com alguém de verdade? Desprezou a folha com
indiferença no olhar. Sonia, já não sonhava. Por mais que tenha se dedicado como
pesquisadora, a síndrome de Aycardi era um pesadelo. Culpava-se pelo
passado.
Aquela mulher, outrora cientista, cuja epiderme fora tocada por
uma folha que da natureza se desprendia, sentia no organismo a reação. A
negativa, de um tipo sanguineo, respondia-lhe a experiência. Cobaia de um
experimento de risco, tinha nas veias a doença e não o antidoto. Ninguém sabia
ao certo o que aquele ser ocultava. Tampouco ela teria respostas. Restavam
poucos dias para o derradeiro fim e a folha continuava no chão, até que ao cair
uma outra, algo a sensibilizou impulsionando-a a olhar para a leveza daquela
matéria desprendida.
Dominada por uma súbita esperança procurou por
outras e viu nas anotações um cálculo até então despercebido. Seria a fórmula da
cura? Quanto tempo de residência hospitalar e lágrimas abafadas por ter nas mãos
o instrumento e não a cura. A imagem daquela criança fragilizada atordoava seus
pensamentos. Por mais que estudasse a síndrome de Aycardi não compreendia....
enquanto uns lutavam para sobreviver outros pensavam simplesmente em morrer.
Envergonhou-se ao lembrar do passado funesto. Quando jovem, rebelou-se
afastando-se de tudo e de todos sobretudo de si mesma. Optou por caminhos que
conduziam ao vício, ao suicídio da alma e consequentemente tornou-se alvo de
desprezo. Desprezando a si mesma já nem lembrava das violências sofridas ou
cometidas.
Sônia desistiu de sonhar quando se entregou à perigosas
tentações. Arriscava-se entorpecida sem esperança alguma de mudar. O que a
motivou a estudar medicina possivelmente foi o juramento feito a Hipócrates que
por ironia viu morrer portador da tal síndrome. Seu primo, cujo nome remetia ao
pai da medicina, não tinha forças para andar ou falar, mas enquanto viveu
comunicou-se com o olhar e o exemplo de vida que só o amor de uma família pode
acalentar. A paciência nem sempre é um dom, constatou Sonia, a paciência é um
exercício por mim adiado. E pacientemente segurou a folha levantando-a como se
pudesse enxergar naquela desbotada existência a transparência que tanto queria
vislumbrar. Enquanto as horas passavam, exercitava a paciência. Guardou dentro
de um livro a parte que se desenvolve no caule e nos ramos dos vegetais. Depois
de tal episódio, inesplicavelmente caiu. A solitária taciturna tombou,
possivelmente enfeitiçada, visto que sonhou plantando oníricas raízes cujo fruto
era a resposta e também a cura.
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Os dias silenciados
já se foram
Anuncio o texto que não escrevi
Quem sabe o que está
esconso@
Na poesia encontrei e me perdi
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@Todo sentimento
banido@
@@Retorna libertário @@
@Todo texto e contexto
@@Ecoa
literário@
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Tenho que descer para sair. Tenho que subir para chegar. Há de.graus em todo pe.r.curso, do térreo ao terceiro andar. Nem sempre me apoio para subí-los ou desce-los. Passo a maior parte do tempo entre as quatro paredes do apart.amento.Deito-me na varanda transpondo o concreto elevo aos céus o pensamento, me falta um telescópio.
As escadas permanecem no abstrato de alguma exposição cultural que desconheço. Subo, deço e desconheço.... ando sem saber em qual andar....
Em qual andar daquele prédio tu habitas, sombra de minha imaginação? Asas voadoras tocaram a tela quando escrevi imaginação. Seria outra mariposa? Sei que seguiu em direção ao corre.dor. Estou no quarto do terceiro andar esperando meu filho acordar. Escrevendo qualquer coisa que possa cogitar enquanto as horas não me cobram a responsabilidade de viver ou deva.near.
A ficção se mistura, o pensamento ficou em algum dos três andares, nas janelas ou outros ares. Já não me despeço, sou a própria sombra do ambiente e de todos os lugares que pre.enchem o mar da minha mente que mergulha no próprio ser na tentava de encontrar a própria alma, afogada em imaginações de algum com.portamento. Fechei a porta, quero me deitar no chão sem me importar com as roupas que não pendurei no cabide ou mosquitos e morcegos que entram pela janela. Quero me deitar, sem permitir que o medo se torne sonoro como os passos que escuto de alguém subindo ou descendo escadas. Fecharei os olhos para o receio que domina veias, mente e artérias.
E quando abrí-los hei de enxergar a realidade sem o telescópio que eu tanto quis e assim sendo que eu possa me conformar. O céu continua suspenso, me perco em tal imensidão e ao mesmo tempo encontro nele uma outra dimensão.
Hoje senti a fumaça se expandir, pairava no ar e ia de encontro a luz. Tinha nos braços o meu filho que não queria pisar no chão, ele queria que eu o levasse nos braços ou talvez quisesse um abraço, não sei. Só sei que refleti acerca do ar e da gravidade enquanto meu filho respirava aquilo. Alguns homens, garotos, crianças na calçada e aquele aroma de cigarro que se espalhava na atmosfera irônica de uma súbita crise de risos que duraram quase todo o percurso até que meu filho, diante do fiteiro, me pediu com seus grunhidos a pipoca apontada.
Não tardou para um ser desses que raramente se vê por ai, pois mais parecia personagem de desenho animado, olhar pra mim e repetir incansávelmente: paçoca, paçoca, paçoca....
Não pude negar-lhe a paçoca desejada e seguimos felizes. Eu por ele caminhar até certo ponto sem pedir colo e me aliviar o peso da coluna que quase sempre me tomba. Mas o percurso anterior foi longo, tive que deixá-lo caminhar aos prantos e berros até que a obstinada alma de minha alma compreendesse. Por algum momento ele compreendeu... o que foi parcialmente para mim uma vitória, mas não se pode contar vitória antes do tempo...
Pois bem, antes de chegarmos na parada procurei por todos os lados e nada daquela senhora injustiçada, aquela que sempre se encontra por lá, com seu cachimbo e as vezes saco de lixo. Ela não estava e lembrei que tinha uma dívida para com ela. Pois bem, as frutas foram proteladas, mas não estragarei meu compromisso devo a ela algumas frutas esverdeadas pelas palavras amareladas de um sorriso da mesma cor. No lugar da tal senhora estava um cidadão que não suporto muito, simplesmente não fui com a cara e o resto do jeito dele que mais parece uma piada e de tudo parece fazer maldosamente. Repudio as piadas maldosas, mas o que pude fazer senão escutá-las e dividir pipocas com o filho dele, recém saido de um interrogatório. Deus me perdoe, mas a criança é muito inquisidora. Tomara que o meu filho, cheagada a fase dos questionários acerca da vida, seja compreensivo e não busque meras palavras verbalizadas. Livros não me faltam, e mais terei se for necessário para auxiliar na criança o senso crítico.
Absorta em minha própria inquisição, eis que um cidadão desses saído de filmes como Clube da Luta, aparece e me fita (o que há de errado comigo, sou imã de tais personagens fugitivos do mundo onírico?). Pois bem, em cada mão um objeto. Na mão direita, uma garrafa de cola (não se trata de coca, e sim cola), substância que já inalei no passado funesto, e na esquerda o alimento que com as próprias mãos devorava. Trajava uma roupa suja tal qual os cabelos cujo aspecto confundia com a vaidade química do gel utilizado para fins pavoneantes na moioria dos casos. Não recordo como fez para guardar o dinheiro, sei que educadamente me pediu e já conformado com a recusa recuou, talvez por mencionar tirar algo do bolso e não da bolsa. Enfim, estendi-lhe um real de moeda do banco central e muito grato seguiu com as mãos e narinas ocupadas.
Quando digo que dinheiro é maldição para alguns não estou equivocada. Creio que não lançarei moedas nas mãos de criaturas como aquela. Melhor ter sempre uma frutinha guardada. Pensando bem pode ser que se tornem indigestas. Já não sei mais o que fazer. E diante do brusco movimento me vi perdida. Acompanhava aquela criatura com o olhar só pra ver se sumiria como um fantasma ou não. Me arrependi... pois a tragédia estava por vir. O coitado, não satisfeito com aquela moeda foi interpelar um senhor de boa aparência, sem saber que o tal, à paisana, era de mal/mau temperamento. Nem tive tempo de enxergar o sopapo que escutei e arremessou o infeliz da calçada para a pista. Áspera ambição que quase custou-lhe a vida.
Revoltado e sem compreender arremessou a comida, a cola e a moeda foi junto, maldita. Indignado o tal senhor aparentemente "educado" se viu possuído pelo ódio das profundezas daquele tecido que abrigava uma arma. Um revólver de pequeno porte para um policial que se portava de tal modo? E com punhos e arma imrpovisada o drogado reagiu correndo. Pessoas interpelaram até que perdi de vista os dois. Não tardou para o policial à paisana, caminhar rumo a parada do ônibus que se recusou a esperar e seguiu deixando apenas destroços do que foi um dia utensilho de para brisa. E eu nem havia percebido que o sujeito além da substância, da comida e maldita moeda, levava consigo o tal utensilho... em nada amortizou a brisa tempestuosa que soprou naquela tarde de 31 de janeiro de 2011 em plena avenida que se chama Estrada de Belém.
Jesus... para que lado caminha a humanidade? Me lembrarei do homem que pede por paçoca para ver se não enlouqueço, tamanha é a tr"isteza do meu ser.
Agradeço, aos responsáveis do blog, pela oportunidade de divulgar um pouco do que me acalma... a escrita (que exerce tal poder na minha vida).
No momento estou impossibilitada de acessar a internet. Assim que as coisas se normalizarem retorno para ler novas postagens dos queridos autores do blog Duelos Literários e prosseguir em busca de novas palavras pacíficas... (d)escrevendo guerras e buscando estratégias de combate e trégua, tudo em nome da paz.
Para finalizar, um vídeo poema de minha autoria. Produzido por Taciana Oliveira que me presenteou com tal surpresa. O poema tem muito haver com o momento, compartilho o mesmo com vocês em nome do tempo (de esquecer o tempo... e o dia 18 do meu aniversário também rsrs).
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expectativa ...
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Que não pode receber carinho
Como é dura a vida de um porco espinho
Tão sozinho, tão sozinho
Todo mundo quer um cacho...
Antífona da chuva
-
I
Limalhas de aço a sibilar liquidamente
Espaço entre o corte e a compostura,
A presença da água assim como o desatino
A fazer mais úmida a caminhada do hoje...
'Corum'
-
Amarelo sol que entra pela janela, rastros de um sentimento que se fez.
Feito criança que brinca na areia da praia, e transforma sonho em dia
claro. Em m...
Satsang
-
Encontro Com a Verdade
*Pergunta: *Discípulo é o mesmo que disciplina?
*Resposta:* Sim, a palavra discípulo vem da mesma raiz da palavra
disciplina. Por...