Bem-vindo ao Duelos!
Valeu a visita!
Deixe seu comentário!
Um grande abraço a todos!
(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




terça-feira, 30 de junho de 2009

Tema do Mês de Junho: “A Vida Continua...”

.
.
Caríssimos amigos:
.
.
Estamos publicando, pela primeira vez, os posts referentes ao “Tema do Mês”.
.
Hoje só foram postados os textos relativos ao tema.
Os textos recebidos que versam sobre outros assuntos serão publicados amanhã.
.
.
.
Participantes
.
.

Adir Vieira
.
.
Ana
.
.
.
.
Ninguém Envolvente
.
Penélope Charmosa
.
.
.
Agradeço a todos que participaram!
.
.
Um grande abraço!
.
.

27 comentários:

Manhosa LobaVirtual disse...

Recomeçar... é a vida...

Na conquista...
Todos os sentimentos atiçados...
Embarcar nos sonhos...
Viver os mistérios...
Delirar com as surpresas...
Buscar o todo... mesmo por caminhos incertos...
Voar muito alto... libertar a alma....
O coração batendo aceleradamente...

Amar.. fazendo o próprio caminho...
Sem medo... acreditando...
Se sentindo especial...
Sendo envolvida... acarinhada...
Sentindo que as estrelas brilham em razão de...

Nesta loucura de se fazer querer...
O querer... o ser... o ter... se confundem...
Misturam-se os sentimentos...
As vibrações são banhos de energias...
Os sonhos alcançam... os limites do finito...

Se...
A meta é atingida...
A felicidade é indescritível...
Mas...
Se...
Valeu pelo carinho do envolvimento...
Pelo sabor da paixão...

Recomeçarei... enquanto tiver vida...

(Manhosa)

Manhosa LobaVirtual disse...

Assim... é a vida...

Detalhes... momentos...
Assim é feita a nossa vida...
Do passado... guardamos as saudades...
O hoje até pode não ser tão perfeito...
Devemos ser humildes e aprender...
Aplicar no futuro... com confiança... apostar...
Sei... tudo tem o seu momento... exato...
As alegrias... as tristezas... vem e vão...
Com alguns detalhes... diferenciam-se...
Devemos ser ágeis e atentos...
Saber driblar os obstáculos
Enquanto tivermos vida...
Teremos recomeço...

Novo recomeço...
Experiências... adquiridas pelas dificuldades... vencidas ou não...
Nos dão a armadura... para enfrentar novas dores...
A coragem... para não barrar as lagrimas... deixá-las rolar...
A elegância do andar com galhardia...

Não podemos nunca... perder o ponto direcional...
O cansaço será suplantado pelo querer...
A feridas que se formarem... irão cicatrizar...
Se...
Alguém que amamos nos abandonar...
Devemos respirar fundo... não nos desconsiderarmos...
Termos a confiança... que outras pessoas especiais surgirão...
Não devemos nos deixar surpreender pelo sofrimento...
A revolta... as mágoas... não nos trazem nenhum benefício...
Acreditar em nós mesmos... sempre...
Tudo tem um por que...

“Esta existência terrena... é a infância da eternidade...”
“Cuidemos de nossas assas... para no dia certo podermos voar...”

Para tal... não podemos nos esquecer de sermos justos...
Nunca a ninguém desprezar... ou deixar de ajudar... por desleixo...
Mesmo tendo por nossa meta maior... a nossa felicidade...
Temos o dever de ser... honestos e justos...
De nós depende o sucesso... de nossa trajetória...

O ontem são nossos degraus... somos donos do nosso amanhã...
Colheremos exatamente o que plantamos...
Seguindo sempre os ensinamentos de nosso Pai maior...
Assim... é a Vida...

(Manhosa)

helena disse...

historias de vesti e zip...


A roseira e o formigueiro

Você acha que trabalha demais? Então olhe os pássaros, as abelhas e as formigas.
Essa história poderia acontecer em qualquer cidade do mundo, poderia estar acontecendo na sua cidade, no seu quintal, mas aconteceu em Atibaia, uma cidade no interior de São Paulo.
Nós estudávamos na mesma escola e desde que nos conhecemos, ficávamos sempre juntos, como dois namorados, mas éramos muito crianças para namorar, assim namorávamos escondidos na praça.
Certo dia, nós chegamos à praça correndo até o banco, esse dia não sai da minha memória, ela estava com seu vestidinho branco, eu sentei no banco e ela deitou, acomodando a sua cabeça em minha perna. Eu ainda a amo.
Eu falava de super-heróis e ela ouvia com atenção, as histórias lindas do super herói Ziperman, assim ela flutuava nas histórias, sempre acrescentando emoções vindas do inconsciente e inesperado, que fluía do imaginário dela, até o momento em que ela começou a falar das rosas, comentando sobre os diferentes tons e cores. De repente ela levantou e falou:
- As formigas estão destruindo as roseiras.
Levantamos e fomos investigar de perto e eu falei:
- Calma Indiana! As formigas não iriam destruir as roseiras. Vamos segui-las. Como elas são inteligentes, umas cortam e as outras recolhem carregando num sincronismo organizado e onde elas passam, fica marcado o caminho como uma trilha e todas passam dividindo esse caminho num só objetivo, a continuidade da espécie.
- Nós também marcamos o nosso caminho, caminhando lentamente em nossos passos, mas sempre disputando os espaços e às vezes até tirando pessoas do nosso caminho. Nós temos muito a aprender com as formigas.
- Vem Índio! Olha uma enorme fila.
Ela apontou para aquela trilha de formigas enfileiradas. Deitamos olhando as formigas de perto e a Indiana falou:
-Olha Índio! Elas estão carregando folhas, flores e galhinhos, subindo e descendo caminhando juntas, uma atrás da outra. Aiaiaiaiai! Uma me mordeu.
Não conseguimos ver o final da trilha, somente o começo. A roseira era linda, carregada de folhas verdinhas e rosas de um vermelho forte.
O que vamos fazer Índio? Matá-las? Desviar a trilha para outro lado?
continua...

helena disse...

continuação...

Indiana ficou esperando a resposta dele e observando o que ele ia fazer.
Índio pegou na grande folha que uma formiga estava carregando e levantou.
Incrível! Ela não solta a folha. Colocou-a na palma da mão e ela continuou com a folha, entregue ao destino e focada na sua função dentro do formigueiro, pois o grupo necessita do empenho de cada uma para sobreviver.
Ela caminha na minha mão, como eu caminho na mão da vida. Eu agacho e mostro para Indiana a linda formiga saúva, vermelha como fogo e com uma força surpreendente, tão surpreendente que destrói a roseira, que não se importa de oferecer a elas as suas folhas, parece até que vivem uma para a outra num círculo da vida.
Indiana pega a formiga da minha mão com cuidado para não machucar e coloca de novo na trilha com tanto carinho que a formiga parece agradecer e continua caminhando rumo ao seu destino, que é o buraco do formigueiro.
Nós corremos e ficamos admirados com os tamanhos das folhas, que elas carregam e levam para dentro do buraco, dava até vontade de ajudar e ali ficamos horas na companhia delas.
A noite chegou e as formigas continuavam trabalhando sem parar um momento, então decidimos ir embora e voltar no outro dia para ver de novo.
Ao chegar, no dia seguinte, nós tivemos uma surpresa, o formigueiro estava doido, parecia estar em festa e a praça estava forrada de formigas
Do buraco saia grandes formigas com uma bunda imensa, que batiam suas asas fazendo um barulho lindo e depois levantavam vôo sumindo no céu em busca de um destino indefinido, entregue à sorte, para em outro lugar dar origem a um novo formigueiro e nós curtíamos cada decolagem das formigas com emoção, desejando sorte a elas.
Os dias passaram e voltamos à praça. Eu sentei no banco como era de costume e a Indiana deitou com a cabeça apoiada na minha perna. Enquanto eu contava uma história, ela falou:
- A roseira está cheia de folhas novamente, esperando as formigas, como se nada tivesse acontecido e nós também continuamos no nosso banco da praça namorando, esperando as flores que com certeza a roseira vai dar para nós, enfeitando o nosso amor.
- Olha Índio! Já tem botões de rosa.
- Elas serão vermelhinhas, perfumadas e cheias de amor igual a você.
Assim, Indiana e Índio continuaram na praça. Índio contando histórias e ela deitada com a cabeça apoiada em sua perna, sonhando com as histórias dele até hoje.

Vestivermelho e Zzipperr

S.Ribeiro disse...

A VIDA CONTINUA...

Ontem minha epifania foi o cansaço. A epifania é se perceber mastigado pela burocracia, pelos governos, pelo desinteresse e o barulho que todos ao meu redor depositam no silêncio que cultivei até pegar aquele ônibus que no infinito surge e da demora se destaca; ele é uma carcaça e eu, seu miolo.
Meus dias de poeta se acabam, pois o que deve ser ouvido? O que de mim merece ser dito? Eu minto? Retorno ao silêncio, que é absoluto, e certo estou que no escuro sempre entendo a tudo e todos. Por quê?
A coragem em me matar foi afogada por Deus, Ele bem sabe. E sei que dum profundo céu preciso,
para esquecer a juventude que pulsa e os amores não tidos e os sonhos não construídos e as memórias puídas...
Sei que sou pouco enquanto a vida me desloca sem pedir permissão ao meu senso de direção. Enfim de um equilíbrio tolo estou vivendo, talvez só precise de uma boca em meu pescoço. Enfim de um equilíbrio tolo estou fazendo o que acho melhor e meu corpo entende: continuar a passar.

S.Ribeiro disse...

Abraços a todos, shintoni!

jair disse...

Aprender com a Perda.

Na semana passada, recebi um e-mail de uma amiga, perguntando se eu tinha um livro chamado Perdas Necessárias da autora Judith Viorst. Infelizmente não tinha o livro para empestar e lamentei não tê-lo lido, pois já havia recebido várias recomendações. No entanto, o título ficou marcado na minha mente e comecei a pensar na grandeza destas palavras: Perdas Necessárias.
Parece contraditório, especialmente para nós ocidentais, acostumados a querer ganhar e ganhar sempre mais, todavia mergulhei nos meus pensamentos e percebi o extraordinário aprendizado que podemos extrair diante de uma perda. Obviamente que não aceitamos perder e sequer gostamos de ver alguém que amamos perdendo algo, nem mesmo o nosso time de futebol.
Porém, a perda é uma experiência necessária ao desenvolvimento do ser humano e importante para que possamos adquirir experiência e maturidade. Tudo começa quando nascemos e perdemos a tranqüilidade; o bem estar que o ventre materno nos proporciona; quando aprendemos a lutar pela vida sem a constante presença da mãe e assim sucessivamente a vida nos impõe perda e desafios que nos impulsionam para seguirmos em frente. Algumas vezes não percebemos a perda, pelo simples fato de temermos a mudança, como no caso da passagem da fase de criança para a adolescência. A busca pela independência nos fascina tanto que esquecemos que não podemos mais exigir, ou melhor, que perdemos aqueles benefícios do tratamento de criança, sem grandes responsabilidades e obrigações.
Geralmente percebemos a perda de alguém apenas com a morte. Nesta hora pensamos nas pessoas que amamos e nosso intimo imediatamente manifesta um desconforto. Mas a perda vai além, ela abrange muitos outros aspectos na nossa vida. O simples fato de mudar, por exemplo, causa perdas, uma vez que deixamos coisas para trás, sejam materiais ou sentimentais. Perdemos os objetivos, os sonhos e as expectativas, seja de forma consciente ou inconsciente, mas em algum momento essas perdas ocorrem, mesmo quando estes são substituídos ou modificados existe uma perda, que é necessária ao crescimento ao aperfeiçoamento.
Outra perda importante é a das ilusões, que se vão conforme amadurecemos, uma das mais importantes para o nosso desenvolvimento, uma vez que a ilusão é um grande obstáculo ao desenvolvimento da própria consciência; que nos faz perceber que o amor que nossas mães nos dedicam não é só nosso; que um dia vamos perder quem amamos e que existem muitas dores que já não passam com um simples beijo.
Com o passar dos dias, também percebemos que a juventude deu lugar às rugas e que definitivamente somos mortais; que estamos no mundo numa caminhada individual; que descobrimos que somos limitados essencialmente pelo próprio pensamento, pela culpa e autonomia. Observamos que existem falhas em qualquer relacionamento humano, que por mais sábios e encantadores que possamos ser nunca vamos agradar a todos e que nossa passagem por este planeta é apenas transitória. Todas essas percepções e muitos outros aprendizados estão relacionados à perda e consequentemente ao autodesenvolvimento.
Muitas vezes precisamos desistir, deixar de lado, perder algo para poder crescer, pois é através da renúncia que podemos nos tornar mais fortes e melhores. O rompimento de um laço afetivo causa uma dor mortal, mas pode ser o aprendizado que necessitamos para cultivarmos o verdadeiro amor. O afastamento de um amigo, que considerávamos essencialmente bom, devido a uma grande maldade nos mostra que temos que aceitar que as pessoas e nós mesmos somos um misto de amor e ódio, de bem e mal. A perda inesperada de uma pessoa amada nos coloca frente a frete com uma realidade que não podemos fugir, que é o nosso limitado poder de evitar a dor do outro, que somos completamente incapazes de proteger as pessoas e a nós mesmos do sofrimento, da velhice e da morte.
Perder sempre é

Jair disse...

Perder sempre é difícil e doloroso, não importa a idade ou o desenvolvimento pessoal de cada um, mas é através das perdas que crescemos. É preciso compreender as perdas para entender a vida, para ter forma, coragem e determinação para seguir em frente e tornar-se um ser humano melhor. É através deste aprendizado que determinamos o que somos e a vida que vivemos, ou seja, é o que vai nos transformar para melhor ou para pior. Não estou dizendo que perder é bom, simplesmente mostra que a perda faz parte da vida e através dela podemos aprender e crescer. Obviamente que ganhar é melhor, mas percebam que a perda esta definitivamente ligada ao crescimento, embora muitas vezes dolorosa, é fundamental para nos tornarmos pessoas melhores.
Dessa forma, espero que as perdas em sua vida sejam leves e cheias de aprendizado, e assim possam minimizar o sofrimento sem prejuízo ao seu crescimento. Que o saldo final seja positivo, no qual as perdas tenham se transformado em lucrativo aprendizado. Boa semana.

das disse...

Perceba-me...

Você sabe o limite da sua força interior? O limite da sua capacidade de perceber o que se passa ao seu redor? Ver e sentir, não com os olhos ou a pele, mas com o coração?
Às vezes não dá...
Ou é impossível, ou não é suficiente, ou custa tanto que não vale nem o esforço. É quando parece que nada mais faz sentido.
Tudo começa pela manhã, ao acordar. Você pensa em sua vida, que é o peso que você carrega.
Seus problemas ocupam seus pensamentos, desde o acordar até quando volta pra cama. Povoam seus sonhos... Sonhos? Pesadelos.
Problemas esses, você pode até admitir, pra qualquer outra pessoa são pequenos, mas e daí? São seus problemas, então é tudo o que importa.
Você não tem amigos, ou pelo menos não consegue enxergar nenhum. Você não se sente amiga de ninguém, só da solidão.
Ela parece ser a única a entendê-la e por isso prefere sua presença à de qualquer pessoa.
A alegria das pessoas incomoda você. Como o mundo ousa continuar quando você se sente tão mínima, tão miseravelmente infeliz?
Sorrir? Quando consegue esboçar um, pequeno, acanhado... ridículo(!), as pessoas parecem riem de você quando correspondem.
Você é pessimista! Nada é certo, nada está bom, nada é bonito... Nada! Não! Nunca!
Você chora. Muito. Quando lembra como é sua vida, quando percebe que não tem uma companhia pra segurar sua mão, pra dizer que te ama, pra te ouvir, se comover com tuas desgraças, com tua infelicidade.
Está no meio de sua família, amigos... mas é como se estivesse só, no mundo; ninguém consegue te perceber, parece que não fazem esforço pra isso. Não ligam pra essa dor latente que quer partir seu coração ao meio.
Sente que a luz dentro de si começa a ficar fraquinha, se apagando. A esperança vai caindo junto de cada lágrima que rola em seu rosto.
Então algo acontece.
É um pensamento novo apenas, mas seu significado te deixa estranhamente eufórica.
'Como acabar com tanto sofrimento, infelicidades, solidão, desamor?
Afinal, quem vai sentir falta de alguém tão negativo? Alguém que, de tão infeliz, afasta todos de perto? Alguém que tornou-se indesejável, já que ninguém suporta tanto baixo-astral? Vampiros da alegria, não é como chamam?'
Dúvidas? 'Nenhuma! Você não consegue aguentar mais um dia sequer!'
Pode ser em qualquer dia! Qualquer hora!
Agora!
...
Mas aí, você pára...
'Covarde!'
Você tem dúvidas, sim! Elas é que impedem você de ir em frente e embora não estejam tão claras agora, você sabe que, no fundo... talvez, exista outras soluções.
Outras formas... menos drásticas.

Eliane Jany Barbanti disse...

Agradeço sua visita aos meus blogs e pela generosidade de tornar-se seguidor em todos eles.
Paz e Graça com o Senhor.
Admirei muito a qualidade de suas publicações e autores. Parabéns pelo seu blog.
Abraços.
Eliane

Eliane Jany Barbanti disse...

Olá Shintoni, fiquei muito honrada com seu convite para participar como autora tb de seu blog. Afinal v/c tem um pessoal "DE PONTA" aí.
Obrigada.
Quando eu tiver uma matéria que achar de maior interesse comum entro em contato está bem?
Um grande abraço.
Eliane

escrevinhadora disse...

Para o dia dos namorados

As vezes algumas palavras
outras vezes a ação
algumas flores, uma canção
em alguns dias promessas, ilusão
em outras a realidade concreta
a vida ela mesma
com suas asperezas e arestas
mas sempre, sempre, sempre
seja nas horas de alegria
ou nos dias de atribulação
uma única certeza
você no meu coração.

escrevinhadora disse...

CORREÇÃO:
"em outros a realidade concreta"

yuri disse...

Ter você ao sol.

Um dia de sol, um dia de chuva, um dia tanto faz cujo para quem esta triste, um dia cujo do qual reclamo de sua ausencia.
um dia no qual o lindo calor dos raios do sol tocam a minha pele e que sinceramente não conseguem chegar aos pés do calor do seu corpo colado ao meu.
uma noite cujo respirei bem, você.
e que de verdade me senti bem. desde da infancia talvez..
me senti acompanhado, protejido, desejado e guardado por seus braços.
e hojê suas recordações choram sua asencia, meu folego se disfaz em meus prantos.
e minha almofada a inundação de noé..
e eu ainda lembro da linda noite de maio, ouvindo sua respiração e seus ultimos suspiros antes de dormir falando que me ama.
seu sorriso, apenas ele, alegra meu dia, a fonte de felicidade para mim.
e sua doce voz, aquele perfeito prefume..apenas você.
e eu aqui, esperando no porto a bagajem e um lindo navio "para sempre" chegar. ao te acariçiar dormir, ao te beijar ao amanheçer.
apenas ter você.

yuri da Silva Costa

yuri disse...

Hace frio en mi corazón

Sempre me preucuro em você. mais nada em você é notavel. infelizmente.
só encontro ventos e ventos que girão por um só caminho e você pensa que vai viver disso pra sempre..
e meu ultimo suspiro foi.. uma parte de meu coração dizendo que apenas sente sua falta.
desde que ha levado toda minha alma, corpo e minha vida. como vees
e ainda me falta a voz…apenas tentei ir em minha almofada outra vez para lembrar de sua ausencia com o odor de minhas lagrimas, para tentar te ver nen que seje por mais uma vez.
e as feridas não sicatrizão tão rapido, muito menos as de dentro do coração. falta ar pra respirar, te perduaria por qualquer coisa a prantos, e faz frio em meu coração.. =/ .
nen que seje Pelo minimo de seu folego, Pos só ele combaterá as frizas.
mais é aquilo néh. tudo tem um fim. mesmo que demore sei que um dia estarei bem. e chorar quando é precizo, cantar para espantar os males e seguir para continuar respirando por quem nos dar oxigenio.

yuri da Silva Costa

yuri disse...

desculpem fiquei fora por uns tempos. pos agora voltei a ativa. rs. saudadees*-* -q

anin disse...

Muito interessante a proposta do blog e do blogueiro! Uma excelente forma de promover a interação e valorizar a criação.

escrevinhadora disse...

Acabo de ver "Um dia de cão". Al Pacino, muito jovem, está perfeito.
Curioso observar numa cena que um personagem diz "shit" e é repreendido por usa uma linguagem grosseira. Enorme mudança em relação aos filmes atuais onde "fuck" é repetido à exaustão.

TÉRCIO STHAL disse...

A VIDA CONTINUA...

ACENDA A CHAMA VIVA DA ESPERANÇA,
ACENDA A LANTERNA ENTRE AS SOMBRAS,
NÃO POUPE ESFORÇOS, VÁ EM FRENTE,
VIVENDO A VIDA COM PLENITUDE;
COMO SE FOSSE O ÚNICO E ÚLTIMO MOMENTO
RESSUSCITE A CRIANÇA EM SEU ADULTO VIVO.
SEMEIE SONHOS, ESPERANÇAS, AMOR E FÉ,
TÃO INTENSAMENTE QUANTO O PULSAR DO SEU CORAÇÃO.

SE O SOL NÃO BRILHAR NO CÉU,
E SE AS ESPERANÇAS SE FOREM,
SAIBA QUE ISTO NÃO É O FIM;
SURGIRÃO FLERTES E AMORES
A LEMBRAR PERFUMES E CORES
E, QUANDO CHOVER, A CHUVA TRARÁ,
O MAIS BELO DOS ARCOÍRIS
COM O SEU AJUSTE DE CORES.

helena disse...

Momento mágico

No palco da vida, atuamos em nossos papéis diários, num texto cotidiano onde tudo muda a todo o momento. No texto que a vida escreve com a habilidade de um mestre, nos reserva surpresas boas e más, porém um dia Deus reservou uma inesquecível para mim e para a Abelhinha.

A arte é mágica e nós somos dois palhaços atuando com amor, assim a nossa força do amor atraiu um momento mágico, reservando as pessoas certas para nosso espetáculo.

A Abelhinha chegou voando com um convite na mão, pedindo que fizéssemos uma festa surpresa para umas crianças no dia das crianças. Como somos palhaços, aceitamos imediatamente, porém pediam que fôssemos vestidos de palhaços.

No dia do espetáculo eu vesti palhaço e a Abelhinha vesti palhacinha com uma maquiagem maravilhosa, pois não sabíamos quem eram as crianças e fomos de coração aberto para o palco, que aquele dia a vida nos reservou.

Nossas mochilas estavam carregadas com pirulitos e os bonecos para divertir as crianças e ensiná-las a viajar no mundo da magia com o carinho e a habilidade, que a arte proporciona.

Colocamos tudo dentro do carro e seguimos para o local definido apenas com o endereço. Não sabíamos mais nada, éramos dois palhaços lançados à sorte no palco da vida pela arte.

Chegando ao lugar indicado, tremi, pois era uma casa beneficente de crianças especiais. Um desafio para grandes atores o momento de mostrar que sabemos atuar e para isso tivemos que entrar no mundo deles, sair do nosso mundo materialista, individualista e mergulhar no amor, no carinho e na atenção de crianças brilhantes.
Olhei para a Abelhinha, aquela linda palhacinha, toquei com a minha mão em seu rosto, demos um beijo de palhaços e eu falei:

- A hora é essa! O show vai começar:

Facilitamos o máximo possível, para que as crianças participassem do espetáculo e começamos a pintar o rosto das crianças, os meninos com bolinhas coloridas e as meninas com flores brilhantes e lindas. Cada rosto maquiado saia daquele mundo e voava na arte, transformando- se em verdadeiros artistas, porém um garoto deficiente visual se aproximou da abelhinha e falou:

- Eu quero ser palhaço também.

- Então você será um lindo palhacinho. Ela fez uma maquiagem maravilhosa nele e eu sentia que alguma coisa especial estava para acontecer.

A Abelhinha os ensinava a fazer arte com bexigas, fazendo cachorrinhos, capacete, corações e pássaros. Elas chegavam a gritar de felicidade enchendo as bexigas coloridas. Quase chorei vendo a atenção e o amor deles pelos que não tinham possibilidades de chegar até as bexigas. Eles compartilhavam a alegria e a felicidade, levando bexigas para os outros e chegou a hora da história com os bonecos.

mcontinua

helena disse...

Eles participaram ajudando a montar o palco e depois de tudo montado, um deles veio até mim e falou:

- Palhaço! Deixa-me ser um boneco?

Olhei e vi que ele era um deficiente visual, não enxergava nada.

- Deixo! Mas vou te ensinar. Preste atenção!

- Segura essa madeira. Você vai manusear o boneco na história, segura com a mão esquerda no canto do palco para você controlar a distância. Você vai ser o personagem principal e se eu falar: O menino está saindo da casa, você volta com ele para o palco. Certo?

- Certo!

A Abelhinha participava de cada movimento do garoto, desde a preparação até no ato da cena. Falando para ele assim:

- Quando o palhaço começar a contar a história, você manuseia o boneco como você imaginar que é a cena.

A história era ouvida com atenção, Pareciam vivê-la, estar dentro da história e o garoto manuseava a marionete como se fosse ele, como se estivesse enxergando e durante o transcorrer da história, não saiu com o boneco uma vez do palco, parecia viver naquele espaço há anos.

O espetáculo terminou e eles fizeram questão de guardar os bonecos com cuidado e atenção, como se estivessem guardando algo precioso, que invadiu seus corações e suas lembranças para sempre. Após terminarem o garoto deficiente visual me abraçou e falou:

- Palhaço! Como é o nome do boneco da história?
Você não falou o nome dele nenhuma vez, apenas falava que ele colecionava folhas.

- Ele não tem nome. Pode ser qualquer um, até você.

- Eu queria que ele tivesse um nome.

- Certo! Então você coloca um nome nele.

- Eu queria que ele tivesse o meu nome.

- Vamos colocar um nome nele. Qual é o seu nome?

- Jesus.

- De hoje em diante, o colecionador de folhas se chamará Jesus.

Agora vamos nos despedir estourando bexigas, que é para dar sorte e a gente voltar aqui mais vezes.

Todos começaram a estourar bexigas numa gritaria de felicidade inexplicável, com seus rostos maquiados, numa cena teatral, sem ensaios e numa atuação perfeita que o espetáculo da vida proporcionou.

Antes de ir embora falei:

- Agora vocês também são atores e podem fazer seus próprios espetáculos, basta deixar a imaginação fluir e a história sairá junto proporcionando o espetáculo perfeito.

- Vamos Abelhinha! Chegou a hora de voar, pois hoje a alma está mais leve e pura, carregada de carinho e amor puro.

O palhacinho se despediu tocando o meu rosto, como se estivesse desenhando em um papel, depois tocou o rosto da Abelhinha, sorriu e se despediu.

Saímos daquele lar, deixando os atores atuando no palco e nós éramos apenas telespectadores da vida, que acabaram de assistir um grande e excelente espetáculo, levando como bagagem experiência, ensinamentos e lição de vida, provando que a felicidade está além do que imaginamos.

Obrigado arte! Por mais esse momento mágico.
Um beijo de palhaços.


Zip...Zip...Zip...ZzipperR e Vestivermelho.
VruummmmmmmmZuummmmmmmmm

Adir disse...

Shintoni, segue uma bobagem sobre o tema A vida continua:
A vida continua...

São sete horas da noite. O dia todo choveu e as folhas caídas das árvores, me falavam entre um balançar e outro, da melancolia.
Tudo ao redor se reverenciava à tristeza daquela mulher. Parecia que todos, deveriam sentir como ela, que os dias seriam cinzentos para sempre.
Acabo de chegar na Igreja onde será rezada a missa de sétimo dia do seu marido.
Eu e outras tantas amigas prostradas na escadaria da Igreja, meia hora antes da cerimônia, a esperávamos ansiosas, buscando tentar saber o que dizer ou fazer no momento do encontro. Todas nós nos entreolhávamos, como a pedir socorro umas às outras.
A viúva, coitada, nesse momento, precisaria de braços mais que acolhedores... Compreensivos e silentes, como sua grande dor...
Todas nós conhecíamos sua vida até ali, vivia em constante lua de mel. Por mais de quatro décadas, nunca, em tempo algum, a tínhamos visto separada fisicamente do marido. No mercado, onde duas vezes por semana, religiosamente, os dois iam às compras, caixas e atendentes os tinham como exemplo de companheirismo e harmonia. Nos almoços de negócios do marido, quando adentravam o salão do restaurante, de braços dados, demonstravam naturalmente o amor que os unia e chamavam a atenção dos presentes pela sua felicidade contagiante. Em convívio com os netos, nos finais de semana, mais pareciam pais e educadores, do que, propriamente avós, apesar de sua idade avançada, pois seus atos eram totalmente contrários às rebeldias dos idosos, à falta de calma que tempera os ânimos do mais vividos. Faziam questão de ter e, com facilidade mantinham, o frescor da juventude, dos tempos áureos.
Não fosse por tudo isso, a surpresa quando foi anunciada a morte, pegou-nos a todas nós desprevenidas. Durante todos aqueles anos de convívio direto, fora gripes e achaques naturais da idade, não conhecíamos, nem participamos de doenças em um ou em outro.
Ali, na escadaria da Igreja, esperávamos encontrá-la miserável, em frangalhos mesmo, pelo acontecido.
Eis que uma porta de carro se abre e ela, auxiliada pelo motorista, surge com o mesmo sorriso de sempre a nos cumprimentar.
Ela sim, surpreendida com o nosso semblante sofrido, parece querer nos consolar, quando, sem deixar espaço para as nossas lamúrias, resume com firmeza tudo o que cercou o falecimento e finaliza confiante e cheia de esperança, dizendo que, apesar de tudo, a vida continua...

Se achar digna do seu blog, mande publicar no dia da b logagem coletiva.
Abraços,
Adir

anin disse...

Ad infinitum

Todos os dias elas se encontravam ali. No centro da sala, na mesma mesa. A vida escrita nos rostos. Mãos incertas. Olhos passivos. Iguais na sua diversidade.
Todos os dias as lembranças comiam no mesmo prato. E lágrimas furtivas enraleciam o feijão com farinha. O barulho das colheres coloria as pausas da memória. E as histórias ganhavam nova aquarela.
Um dia uma delas se foi. A cadeira ficou vazia. As outras três fingiram não perceber. Continuaram falando com a ausente. E até viam as lágrimas que ela escondia. E ouviam barulho de sua colher cobrindo o choro delas.
Foi assim durante dias. Até que a cadeira foi novamente ocupada. Os olhos das três acordaram. E neles a tácita certeza. Haveria sempre outras histórias ocupando cadeiras vazias. A vida sempre continuaria.

*Obrigada pela oportunidade.
Bjs

escrevinhadora disse...

Poeminha irado

Passo as tardes no vazio
nem a Ana nem o Gio
entram quando estou plugada.
O Shintoni, esse então
deve ser assombração
pelo menos pra mim parece
que por aqui ninguém o conhece
as mensagens dele, eu acho
são todas psicografadas.
Onde essa gente se esconde?
Eu chamo e ninguém me responde...
A Auendi chega de repente
respondo e ela já saiu...
Conversa em tempo real
ou monólogo surreal?
Quando consigo acessar
mal começo a digitar e
a conexão caiu.
Dá vontade de xingar
mas a educação não permite
que eu perca a paciência, me irrite
e mande esse chat infernal
ir pra....que é isso, onde já se viu?

Ninguém envolvente disse...

Obrigada pelo convite... Aceito participar de seu blog, com orgulho! Um abraço... me aguarde breve mandarei algo. Tenho que pensar bastante, porque aqui todos são muito bons, não posso fazer feio rs... um abraço!

helena disse...

hei anna
continuação do chinelos...rs

chinelos

Depois do primeiro encontro, nosso romance se tornou algo, tão forte que nunca imaginei existir,
Pensei em ligar para ele, pois estava com saudades, quando peguei o celular na mão, ele tocou.
- Oi!
Era ele.
- Oi amor! Pensei em te ligar e você ligou.
- Eu estava com vontade de dizer que te amo.
- Eu também
- EU TE AMOOOOOOO!
- TE AMOOOOOOO!
- Vamos jantar juntos?
- Sim! Que horas?
- Oito horas.
-Te encontro às oito.
Comemos comida japonesa, Eu adorei vê-lo comer com palitinhos. O jantar estava divino, depois caminhamos até o meu apartamento e ele falou:
- Não vou entrar minha linda, tenho que terminar de escrever.
- Certo! Posso te ver amanhã à noite. Estou ansiosa para ler o que você está escrevendo.
- Assim que eu chegar em casa, te ligo.
Nos beijamos com carinho e ele saiu andando, Eu fiquei olhando e pensando, até ele desaparecer na rua: “Amo tudo nele. O seu modo de andar, parar, sorrir, falar, amo até seu mal humor. Ele sempre está de bem com a vida, mas fica furioso quando vê algo errado.
Ele acenou ao virar a esquina e eu entrei.
Nossas vidas estavam traçadas, nem tinha mais como sair.
Chegou o dia dos namorados e eu fiquei super agitada, pois queria dar um presente para ele guardar para sempre.
Procurei em todas as lojas, mas não encontrava o presente ideal, então tive uma idéia:
Procurei um antigo ouvires, que era muito conhecido por executar lindos brincos, pulseiras, anéis, Um profissional caprichoso, que fazia tudo com gosto apurado.
- Mostrei o desenho de um chinelo de tiras, pois estava certa que ele iria amar esse presente.Então falei:
- Eu quero um pingente e uma corrente.
- Sim! Mas o pingente é pequeno ou grande?
- Pequeno,
- Em três dias estará pronto.
- Está certo. Quando me custará?
Acertado o preço, sai satisfeita com o presente escolhido. Depois procurei uma linda caixa de presentes para o pingente, eu tinha visto umas lindas e escolhi uma com um lindo coração vermelho.
Eu embrulhei o presente e o pacote ficou lindíssimo, depois guardei na bolsa, pois queria fazer surpresa para ele no dia dos namorados.
Logo cedo, ele me ligou marcando um encontro.
- Oi minha gata linda! Te encontro a noite na lanchonete do clube.
- Estarei te esperando, mas não se atrasa.
-Beijos minha linda. Fica tranqüila que chegarei cedo.
-Beijos lindo. Te amo!
- Também te amo.
Ele chegou, eu olhei e fiquei frustrada, pois não trazia nada nas mãos, nem uma rosinha, mesmo assim pensei: “Eu comprei o presente para ele e vou dar para ele.”
Coloquei a mão na bolsa e tirei o coração. No mesmo momento ele tirou algo do bolso.
Caímos numa gargalhada, eram dois corações idênticos.
Abri o meu presente e tive uma surpresa.
- Que lindo!
Ele ficou olhando minha felicidade e me admirando com a caixinha na mão e eu falei:
- Abre o seu presente! Estou curiosa para saber se vai gostar.
- Muito lindo! Agora tenho duas jóias e a que mais brilha é você.
Dei um longo abraço nele apertando e um longo beijo, segurando o chinelinho de ouro com uma linda corrente. O chinelinho dele um pouco maior e o meu menor, mas eram idênticos.
- Minha Linda, por isso que quando mandei o ourives fazer o chinelinho, ele sorriu.
- Sabe que ele nem pediu detalhes, apenas olhou o desenho e nem perguntou nada, somente o fez.
Nós ficamos noivos com os chinelinhos nos pescoços.
Vestivermelho

Ana disse...

Gente!
O dia de hoje ficou legal! Lindão! Adorei a ideia, shintoni!
Ass: shintonete