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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quinta-feira, 23 de abril de 2009

As Nossas Palavras VII - por Aaron Caronte Badiz

Se um dia falares demais,
Cuida de não dizer coisas feias.
As palavras são suas serviçais
E suas melhores guerreiras.
Mas o silêncio vale mais.
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As Nossas Palavras VII - por Lélia

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Existem muitos falares no mundo, muitas palavras, demais... Às vezes uma cuida da outra, para que apenas as melhores ideias sejam ditas. Mas, na maior parte das vezes, deveria haver só silêncio.
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As Nossas Palavras VII - por Leo Santos

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Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que teu silêncio.



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Fim de Semana na Casa da Tia - por Alba Vieira

Ela tem 10 anos e veio passar o final de semana comigo. Pensei em como poderíamos nos divertir, mas na bagagem, ela vinha trazendo livros e cadernos porque tinha que estudar, recomendava o pai. É que agora nas escolas existem muitos trabalhos, atividades e provas. Assim, crianças da 4ª série, na minha época chamada de curso primário, já precisam estudar, inclusive nos fins de semana. Como resolveríamos esta questão? Afinal, ela estava comigo para enriquecer algum outro aspecto de sua vidinha, eu imaginava. Resolvi que faríamos todas as tarefas e estudaríamos livros e cadernos de um jeito bem tranquilo, divertido, sem stress. E, principalmente, sem comprometer o precioso tempo destinado ao outros aprendizados.
Ela havia chegado na sexta-feira à noite, pois fica todos os dias no integral até as 18 horas. Então só deu para jantarmos, vermos um pouco de televisão e irmos dormir, já que para estar na escola às 7 horas, o ônibus escolar a pega em casa às 6 horas e ela acorda às 5:30.
Fico admirada de como a vida das crianças de hoje é sacrificada. Aí entendo porque as fobias, úlceras e doenças de pele são tão prevalentes.
Então, no sábado, depois do café, saímos para andar um pouco pela rua e pegar sol, olhar as pessoas. Descobri que ela tem horror a cachorro e medo de sair na rua, medo aprendido com o pai já transtornado pela violência da cidade. Voltamos e iniciamos os estudos. Enquanto ela estudava, eu a ajudava e lhe ensinava a cozinhar também. Intervalos para brincadeiras e orientações várias sobre relacionamentos com colegas e professores, táticas para estudar mais rápido, como secar os cabelos, como cuidar das unhas etc. Ela descobriu que estudar podia ser divertido, interessante, sem preocupações com resultados de provas, visando apenas o conhecimento. Na tarde de sábado, já tínhamos conseguido completar as tarefas e o estudo.
Foi aí que ela me mostrou um livro que teria de ler ainda naquele dia, com 60 páginas, falando como se fosse uma horrível condenação. Mostrei a ela o gosto pela leitura e como os livros nos enriquecem. Lemos juntas, cada uma um capítulo. O livro era fantástico: A Fada que Tinha Boas Ideias, de Fernanda L. de Almeida. Propus a ela que lêssemos dramatizando as falas. Ela adorou, leu direitinho, entendeu e interpretou fadas, bruxas, cometas etc. Foi demais!
Ao ir dormis, no sábado à noite, estava em dia com todas as obrigações e assim poderia ter o domingo livre, sem pensar em escola (que a mente precisa se afastar de tudo, periodicamente, para descansar). Na manhã de domingo brincamos de karaokê porque ela iria embora à tarde para almoçar com o pai. Cantamos, dançamos, pulamos, gritamos. Eu me soltei, liberei tudo, me diverti demais. Rimos de gargalhar cantando a música do sapo que não lava o pé, com a e i o u. Foi libertador.
Hoje, segunda-feira, liguei pra ela às 5:30 e falei assim: “I sipi ni livi i pi, ni livi i pi piqi ni qi...” E ela dobrou de rir. Estamos começando uma nova semana leves, renovadas e, sobretudo, felizes.



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Pipas - por Ana

“Olha a pipa! Tá avoada!
Vamo correr pra pegá!
Quem chegá depois é marica
Vamo logo arrepiá!”

E os meninos vão correndo
Desabalados atrás
Daquele sonho sem dono,
Como fizeram seus pais

E também os seus avôs,
Seus tios, primos, vizinhos,
Que perseguiram, vorazes,
Algo tão pequenininho.

Grupos grandes, barulhentos,
Desesperados por pouco
Que naquele momento é tanto
Que vale qualquer sufoco.

É... No momento da fome,
O desejo só tem olhos,
Músculos, força e adrenalina
Praquilo que quer, com antolhos.

Desejo cego que leva
Os pés pra qualquer lugar,
Sem que se veja mais nada,
Nem onde se vai chegar.

Quando a pipa se aproxima,
Ao final da correria,
Se for possível pegá-la,
Ainda há luta e covardia.

Tapa, murro, pontapé,
Soco, gravata, rasteira...
Apenas um é vencedor
Se ela estiver inteira.

Porque na hora crucial,
Em meio a tanta agitação,
O sonho pode se quebrar,
Desfazer antes do chão.

Assim é a história das pipas
E seus vários pretendentes:
Quase se matam pra tê-las,
Que existem, indiferentes.

As pipas são nossos desejos
Bailando, soltos, no ar,
Somos os meninos incautos
Em perseguição milenar.
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Ok, Vocês Venceram. - por Fatinha

Querido Brógui:

Ok, vocês venceram.
Já longos três anos se passaram desde que comecei a escrever o Querido Diário, sucesso de público e de crítica. Durante esse tempo, sempre que incluía mais um assinante compulsório na minha listinha, pedia encarecidamente que não repassasse o conteúdo para os seus amigos, amigos dos amigos e nem mesmo para os não tão amigos assim. Por que? Um misto de sentimento de posse (pô, a vida é minha, o texto é meu), apego à privacidade (confesso que me incomoda um pouco esse negócio de ficar falando da minha vida para todo mundo) e ganância (vai que pinta a oportunidade de publicar meus escritos e ganhar um troco? Vai que copiam o que escrevo e eu perco os direitos autorais?).
Enfim, sucumbi à chatice dos amigos que sempre ficavam se rasgando de vontade de mostrar pra todo mundo o Querido Diário - ô povinho fofoqueiro! - mas não o podiam, presos ao pacto de sangue por mim imposto. Depois de pedidos, apelos, chororô, passeatas na minha porta, ameaças de morte e suicídio coletivo, greves de fome e toda a sorte de canalhices sentimentais que só meus amigos são capazes de fazer, decidi criar o tal do blog.
Mas eu não sei fazer esse troço!
É fácil, disse-me uma amiga à beira de um ataque de nervos. Ela tinha razão. Demorei um pouco pra criar o nome do blog, optando pelo mais fácil, devidamente aportuguesado em sinal de protesto pelo excesso de americanismos na nossa tão linda língua portuguesa. (Halloween é o cacete!). Algumas horas pra me entender com as dicas super simples, passo a passo, fornecidas pelo Terra, de como criar um blog. Mais algumas pra entender como edita um blog. Um telefonema básico pra outra amiga pra saber se o neologismo “brógui” levava acento agudo ou não. Escrever o primeiro texto, isso foi rápido. Bem, acho que fiz tudo direitinho.
Tomara que meu Querido Brógui agrade ao respeitável público e torne sua vida um pouquinho mais divertida.



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José Ângelo Gaiarsa e Dráuzio Varella - por Ana

O Gaiarsa é muito bom mesmo, Clarice. Ele tem uma importância fundamental neste processo pelo qual estamos passando de tornar inteligíveis os meandros das ciências da saúde. Ele trouxe para os leigos a compreensão de problemas de saúde, abordando-os de forma simples e direta, como você diz. Algo que o Dráuzio Varella também faz atualmente.
Beijo.



Resposta a “José Ângelo Gaiarsa”, de Clarice A.
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E você? De que autor você gosta?
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Anthony Robbins e o Valor - Citado por Penélope Charmosa

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Nada tem qualquer valor senão aquele que você mesmo lhe dá.
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Para SamurAi - por Raquel Aiuendi

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Aformatou e dançou, no meio do show ela desencantou.
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Provérbio - Enviado por Therezinha

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Justo é o sutiã: oprime os grandes, levanta os caídos, protege os pequenos.
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