Bem-vindo ao Duelos!
Valeu a visita!
Deixe seu comentário!
Um grande abraço a todos!
(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sexta-feira, 10 de abril de 2009

As Nossas Palavras V - por Alba Vieira

.
Alguém de tão alto valor talvez chegue a se ofender com esta sua conduta. Eu procurarei elevar o nível e não lhe fazer qualquer ofensa na resposta, pois não sou uma alma deste quilate.



Visitem Alba Vieira
.

Duelando Manchetes I: Aborto - por Clarice A.

A mulher tem direito ao seu corpo. Concordo plenamente. A pergunta que faço a quem quiser responder: o corpo em gestação em seu corpo, da fecundação ao nascimento, é seu corpo?



Resposta a Duelando Manchetes I: Aborto, de Kbçapoeta.
.

Compasso de Espera - por Alba Vieira

Estou em compasso de espera. Parece que nada se move do lado de fora. E por dentro, o sentimento é de estagnação. Talvez porque antes, tantas transformações, tantas desconstruções e retomadas tenham feito com que eu me acostumasse a caminhar rápido e hoje, quando o trecho é mais fácil, eu estranhe e me sinto paralisada.
Não quero que se abatam sobre mim tragédias, nem que seja sacudida pelos vendavais emocionais de antes, mas, ao mesmo tempo, gostaria de avançar um pouco mais.
Só que nada se mexe, encontro-me emaranhada numa teia de impedimentos que me força a aguardar e só aguardar. Eu, que por natureza, sou livre, impulsiva e ansiosa. Talvez o aprendizado seja exatamente ter paciência, caminhar segura pelo escuro, confiar, não me deixar levar pelo torvelinho de fora, identificada com ele, e repousar na paz interior, no sossego do contato com o Eu.
E meu eu, que é tão euzinho, tão despreparado, que se assusta e se deixa ofuscar pela luz da totalidade, continua tremendo de expectativa. Eu, que ainda não consigo mergulhar mais fundo, nem me deixar levar pela corrente da Vida, sem tentar braçadas que logo se mostram impotentes em me levar para outra direção que não aquela que devo seguir.
É que ainda só vislumbro a possibilidade de viver a realidade, de enfim, me conectar com o Eu, o interior, definitivamente.
.
.
Visitem Alba Vieira
.

Solidão - por Ana Maria Guimarães Ferreira

Até a solidão precisa de aconchego e carinho. Falar com pessoas, conhecer pessoas, mesmo que pela net, é importante sim, faz um bem à alma e é um alívio para o coração.
E quem sabe se o sonho não vira verdadeiro? Mas às vezes devemos ter cuidado para que o sonho alimentado pela net não se transforme em pesadelo. Mas enquanto vivemos, enquanto estamos vivos estamos tentando.
“TUDO VALE A PENA SE A VIDA NÃO É PEQUENA.”
UM ABRAÇÃO




Resposta a “Carências e Solidão (Divagações Sentimentais)”, de José Ivo.
.
.
.
Visitem Ana Maria Guimarães Ferreira
Fernando Pessoa

Ao Filho que Não Nasceu - por Clarice A.

Escrevo estes linhas
Impregnada pela dor
Que em momento de desespero
Fez-me esquecer
O significado do amor.

As conveniências do mundo,
As dificuldades por vir
Toldaram a minha visão.
Não pensei em ti indefeso
E tomei a pior decisão.

O homem que chamarias de pai
Tampouco de ti quis saber,
Eras apenas um estorvo,
Um problema a resolver.

Tu foste por nós descartado,
Não era o momento de vir,
Uma vida arrancada do ventre,
Traçamos um destino para ti.

Hoje peço perdão, minha criança,
Tire este peso de mim,
Só você pode fazê-lo
E me ajudar a seguir.

Sei que isto é possível
Ou não estaríamos aqui:
Somos seres imperfeitos
Com a missão de evoluir.

Então me envie um sinal
E me ajude a entendê-lo,
Para que eu possa, enfim,
Sentir-me forte o bastante
Esperando pelo dia
Que nos encontraremos novamente
E eu, entre beijos e lágrimas,
Pedirei perdão pessoalmente.



Inspirado no tema de As Nossas Poesias XI.
.

Santo Agostinho - por Ana

Confissões - Santo Agostinho



“Santo Agostinho, não li Confissões, mas citações. rsrs Gostei de algumas coisas também.”
.
.
.
Resposta a “Obras”, de Leo Santos.
.
.
.
E você? Que autor você gostaria de comentar?
.

Livre-arbítrio 2 - por Vicenzo Raphaello

Criado o Deus perfeito
Como entender a imperfeição?

Livre-arbítrio

Justificativa
Que preserva
A infalibilidade
Daquilo que criamos

Assim em angústia
a Ele recorremos
pela compreensão da desigualdade

Dele resposta não vem
Porque
nós
resposta não temos.

.