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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sábado, 3 de janeiro de 2009

I Count your Eyelashes Secretly - por Mellon

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Eu te deixaria pistas em xícaras de café inacabadas; aleatória, eu te escreveria em maços vazios, aqueles que gastaria com muito prazer em dias de chuva, de sol (que ainda teremos pela frente, espero). Eu te contaria todas e quantas histórias você quisesse ouvir, desde que fossem premissas pra ter teus olhos tão atentos sobre mim e meu sorriso de quem foge porque quer ficar, mais que tudo.
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Dor de Amor - por vestivermelho

Amor enorme
Coração pequeno
Sofre sem espaço

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Edmilson - por vestivermelho

Ligar para o que se lê
Amar o que se lê
Ler Edmilson minha alma se alimenta
Procuro sempre, sigo mesmo sem vergonha de dizer…
Que amo mesmo tudo que Edmilson escreve…


Tenho algo que escrevi pensando em Edmilson
Se alguém quiser ler…
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Alguma Lógica - por Raquel Aiuendi

Einstein!
O filomático
Que (re)fundamentou
A arte:
Tudo é relativo
Nem deuses são absolutos!

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Pavloviar - por Alba Vieira

Preciso me acordar!
Cansei de pavloviar pela vida
Enredada nas armadilhas dos vícios,
Repetindo continuamente
O aprendido a duras penas.
Quero trazer, somente na memória,
O que já ficou pra trás,
Decantar a minha história
Do lamento dos meus ais.
Instaurar o novo,
Permitir-me ser eu mesma,
Expressar a divindade
Que em mim reside ainda.
Ser plena,
Colocar nas atitudes o inesperado,
Ter criatividade da criança que fui,
Antes de ter sido condicionada.
Resgatar a inocência e a espontaneidade,
Surpreender, ter suavidade,
Crescer,
Viver a liberdade
De simplesmente ser.

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Beleza - por Tiago Conrado

Longe da confusão, em um lugar tranqüilo, um lugar simples e de pura nobreza. Um verdadeiro show. Onde a atração principal é o brilhante choro de uma cachoeira de águas claras e cheias de vida que deságua num verdadeiro palco, um palco verdadeiro que se modifica com o reluzente lago de centro com os atores que são as belas árvores com suas flores dando todo o colorido do cenário; movendo o show que é religiosamente assistido por um público de pequenos animais silvestres. E os aplausos. São os cantos de diversos pássaros que voam num céu azul com o sol nascendo por trás dos morros que são as paredes desse teatro que foi encontrado numa ilha perdida da imaginação.

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Luara Lua - por Raquel Aiuendi

Ah, você me fez
Me perder
Me fez adormecer
Nove luas se foram
E não sei quem é você
Nem eu
Tudo à volta
Escureceu
A luz apagou
No meu íntimo
Um universo
Se acendeu.

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Antena de Poeta - por Kbçapoeta

Existem poetas em que a alegria é bucólica.
Hoje vi um, que a pena lhe fazia de mandalete.
Era sofrida sua labuta.
A pena sisuda esbraveja um mar de idéias
que era irresistível não se banhar.
O deleite que ocorre sempre,
pois o ópio do poeta é sua palavra,
inebria a região céfala,
pode se sentir o cérebro entumecido
de champanhe e chocolate:
Em uma sincronia de prazeres
palatáveis.



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