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domingo, 7 de outubro de 2012

NumeraLinguagem - por InEx TrEe FaLLs

Poema baseado nas ideias de quem me inspirou: professor Roberto

Resposta - (Anônimo)


Desculpe amiga, mas não funciona assim. Na verdade, embora a Terra esteja sob regência humana eventualmente, não pertence ao homem. “...meu é o mundo e sua plenitude, diz o Senhor.” Salmo 50;12. Boas intenções, simplesmente, não bastam, é preciso fazer a coisa certa segundo ordem do dono, senão, não passa de rebelião coletiva. E mundo está essa joça exatamente por tentar cada um escolher independentemente seu caminho, alheio à vontade do criador. Tenho más notícias para ti: vai piorar ainda mais, malgrado todos os “fluidos positivos” enviados. A coisa é simples assim: ou nos submetemos a Deus e Sua vontade, ou estamos na oposição...

 

Resposta a Sintonização Coletiva, de Vera Celms.
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(Sem Título) - por Cacá


Gostei muito desta reflexão, Alba. Outro dia eu também escrevi algo sobre o vazio em mim. Eis um fragmento:

Passamos o tempo todo preenchendo os espaços vazios que há em nós. Depois da criação somos soltos no mundo e vamos nos agarrando às coisas, acontecimentos, pessoas e caminhando, tentando transformar as relações com as coisas, acontecimentos e pessoas no reverso da nossa infelicidade; vamos tentando reduzir o sofrimento primordial e misterioso que é viver. Para mim o significado de vida é mistério, sofrimento e busca. O conceito de felicidade talvez esteja no encontro do segredo que ponha fim ao sofrimento e acabe com os mistérios. Seguimos sonhando, construindo e esperando sempre algo, que, se não for palpável, seja mesmo assim, contentamento. Os saltos de qualidade são momentos felizes. Percalços, quedas, desvarios e imprevistos são obstáculos que fazem movimentar nossa capacidade de superar o que precisamos enquanto estamos justificando para nós mesmos o quê que é que estamos fazendo aqui nesse mundão de meu Deus.

Abraços. Paz e bem.
 

Comentário em Vazio, de Alba Vieira.


Visitem Cacá
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O Que Me É Por Direito - por Davi Rodrigues


 
Ao que puder fazer, não o deixe! Siga intuitivamente o que seu próprio organismo o pede.
Não há senso de tortura maior do que não se fazer o que se necessita.
Pode ser atemporal, um simples devaneio onde se prostrará o inconcebível e o insensato.
Não se é de todo tolo, o que se alimenta do surreal... talvez seja até plausível, se correr o risco.
Atirar-se ao insano jeito de ser perceptivo, conclusivo e elucidativo!
Não se tem o que não se conquista, nem se possui o que não se permite.
Talvez sejam apenas palavras soltas em mais um desses universos paralelos, revoltos de circunflexibilidades cruas e sem andamento concluso.
Devemos sempre nos perguntar onde estamos?!?
Por que não, simplesmente, absorvermos de nossas próprias aceitações e deficiências sinceras...
Porque sempre, o outro deve ser nosso alvo de intolerância contínua?
Ah!!!! Não tenho tempo para executar tal reflexão sobre o altruísmo singular de minha existência...
O certo, é que o tempo nos foge quando nada conseguimos absorver, quando continuamente julgamos, quando não permitimos que o mundo transcorra independentemente complexo em sua razoabilidade única. O passado é assim arrastado pelo presente, dia a dia pelo resto de nossas vidas. E quem nos concede tal direito de carregar o que a outro pertence?
 
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Toda Pessoa Deveria Ser - por Tércio Sthal



UM SER A EVOLUIR,
APRENDENDO A VIVER
E VIVENDO PARA SERVIR.
(TÉRCIO STHAL)
 
 


PASSO A PASSO

 
Olho bem nas solas dos meus sapatos,
E logo detono o nojo de caramujos,
Vejo, nelas, alguns dos meus atos,
E meu andar por campos limpos ou sujos.


Posso limpar imediatamente cada sola,
Ou olhar e não fazer absolutamente nada,
A vida só me servirá como uma escola
Se eu aprender até com um conto de fada.

Posso trocar modelo e cor dos sapatos
E livrar-me dos meus atos escusos,
Posso também escapar de gatos e ratos
Que contra mim provocam abusos.

Minha atitude sobre o que me incomoda,
Pode ser degrau de uma grande escada,
Ser a minha fonte, minha bola, minha roda
Rumo a minha intenção a ser alcançada.

Caminhando, passo a passo, 
E dando um passo de cada vez,
alcançou o topo quem assim o fez.


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Grilos e Meninos - por Leila Dohoczki


O grilo é um bichinho Simpático,
Morador de grama e mato
Se quiser achá-lo, não encontra
Porque vive disfarçado.

Às vezes parece folha
Às vezes parece galho
E se o encontram
Parece que tem mola no sapato.

Pula alto, vai pra longe
Mas se confia, vem bem perto,
Grilo também tem grilo
Como será esse moleque?

E ficam lá,
Um observando o outro
Até que um se canse.

Sempre é o grilo primeiro
Que num salto some no mato
O menino fica sorrindo
Já pensando em inventar um sapato.

E quando menos esperarmos
Uma idéia dessas de menino
Revoluciona tudo.

E se o grilo pensasse.
Seria bem engraçado,
Se ao invés de cantar no mato
Quisesse imitar o menino
E andasse nos muros em duas patas.

 


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Não Mais que de Repente - por Daisy



de repente, não mais que de repente,
diferente, desolada,
desconsolada, depressiva,

de repente, não mais que de repente,
determinada, direcionada,
decisiva, divertida

dúvidas difusas?
dádivas divinas?
debates debelados?

difícil duplicidade,
dura dualidade.

eta vida danada!
 
Visitem Daisy          
 

Antonio Cícero: “Huis Clos” - Enviado por Penélope Charmosa


 
Da vida não se sai pela porta:
só pela janela. Não se sai
bem da vida como não se sai
bem das paixões jogatinas drogas.
E é porque sabemos disso e não
por temer viver depois da morte
em plagas de Dante Goya ou Bosh
(essas, doce príncipe, cá estão)
que tão raramente nos matamos
a tempo: por não considerarmos
as saídas disponíveis dignas
de nós, que, em meio a fezes e urina
sangue e dor, nascemos para lendas
mares amores mortes serenas.
 
In “A Cidade e os Livros”, p. 63.
 

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Ao meio: dia - por InEx TrEe FaLLs

Sangria desatada jorrando no íntimo
Por dentro da carne a qual te metes
Num fluxo esofágico de retorno
No meio das pernas que te envaidecem

Ereto em si o tórrido segredo
Condensado naquela turva visão
Seja o alabastro que te reveste
A Acrópole da história ou não

Em tempos de guerra
Toda harmonia é canção