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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Horóscopo

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Nostalgia

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Ordem de Despejo

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No Ônibus

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Artigos

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Meu Signo - por Escrevinhadora

Sou de Gêmeos e isso é mais que apenas
um signo
é quase um estigma
uma conjunção astral que marca minha sina
que me faz ser e não ser
que afasta e aproxima.
Shakespeare deve ter sido de Gêmeos
ou jamais teria escrito
to be or not to be.
Sou de Gêmeos
e há um duplo de mim que circula por aí
em atitude de evidente desafio
um arremedo do que eu sou que me revela
e às mentiras que eu pacientemente crio.
.William Shakespeare

A Maçã no Escuro - por Ana

A Maçã no Escuro - Clarice Lispector


“Não gostei muito, mas adorei o título e o cartão que veio junto com o livro é lindo: a foto de uma maçã boiando num lugar meio escuro!”
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Resposta a “Nem Todos Estão Aqui...”, de Raquel Aiuendi.
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E você? De que livro não gostou muito?
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Gente Lixo - por Raquel Aiuendi

Montes de lixo
O que é isso aqui?
Gente, não bicho
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Quero Meu Dinheiro de Volta - por Adir Vieira

Estou no caixa de um grande supermercado. Diferentemente do mercadinho próximo à minha casa, a moça que me atende é seca e sem visão. Treinada apenas para pegar os produtos, olhar e aproximar seu código de barras da caixa registradora atual, ignora o cliente e trabalha como um robô.
Não nego seu direito a essa forma inóspita de trabalho, mas obrigo-a a reparar em mim quando ela, num gesto brusco, revelado pelo seu cansaço ou talvez pelo seu mau humor, deixa cair uma garrafa de suco já registrada em minha conta, espalhando todo o seu conteúdo em cima do balcão.
De pronto, estabelece-se entre nós um diálogo sem sentido. Diz ela que não pode excluir o produto porque já fechou a nota e que eu, portanto, devo aguardar que a recepcionista vá em busca de nova garrafa. Digo-lhe que aguardarei e após quase dez minutos, quando uma imensa fila tem tempo para se formar atrás de nós, a recepcionista retorna com a resposta de que não tem em estoque o produto por mim escolhido e quebrado pela caixa. Começo a me enervar com o mau atendimento quando ela diz que me dará um crédito para ser utilizado em outra ocasião. Sua voz soa magnética como a de um robô, o que, agora, já me irrita. Nego-me a aceitar tal crédito e a resposta que ela me dá é de que devo aguardar pelo gerente. Aí quem se irrita é a fila que não entende o porquê da espera. Aviso à pessoa imediatamente atrás de mim que quero o meu dinheiro de volta e ela indaga sobre o valor do produto, prontificando-se a pagá-lo pelo mercado, devido ao seu ínfimo valor, para que ao menos a fila ande com a minha saída.
Argumento que não abrirei mão dos meus direitos de consumidora e digo que não aceitaria sua proposta nem que o produto custasse um centavo.
Ao mesmo tempo, compreendo porque meu país está de pernas pro ar. Nem o próprio consumidor se respeita.
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História - por Raquel Aiuendi

Duro aprendizado
Vergões encravados
Em minh’alma
De onde jorram
A seiva existencialista
De meu ser:
Dor que na eternidade
Encontra a cura
Nos braços Daquele
Que me diz
Sua imagem e semelhança.
Esperança aflita de Luz neste escuro túnel:
a HISTÓRIA.
Meu negro olhar alcança
Um ensolarado horizonte;
Nas batidas do coração,
Suor escorrente,
No ritmo da cultura
Sobrevivente,
O olhar, negro, conquista
Com passos de guerreiro
Determinantes,
Mais uma vitória
Num mundo distante.
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A Indecisão - por Adir Vieira

Preparo-me para uma recepção de formatura.
Meu traje tem que ser bonito, único e adequado.
Posto-me diante do guarda-roupas para resolver a questão.
Pés, mãos, cabelos já foram preparados para a ocasião e não deixaram dúvidas quanto ao estilo.
No entanto, o traje, sapatos e bolsas, são a questão principal.
Peças e mais peças são provadas por mim. Faço maratona diante do espelho para definir o que combinar com os sapatos vermelhos de salto agulha.
O vestido longo, preto, tem pedras cor de mel na faixa da cintura e não cai bem com os sapatos abertos na gáspia. Escolho então a túnica bege com calças tipo pantalona, em tecido de festa e acho que acertei. No entanto os sapatos vermelhos destoam dos frisos marrons na borda inferior da túnica.
Após várias outras tentativas, decido-me enfim pela peça única em branco e para combinar com os sapatos vermelhos, orno-a com um cordão comprido e dourado com duas pedras vermelhas na ponta. Olho-me e confirmo que encontrei o modelo acertado.
Reparo que a cadeira ao lado está repleta de roupas a serem guardadas e, enfadonhada, lembro-me de outrora, quando não tinha escolhas e era bem mais feliz.
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