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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sidney Sheldon - por Passa-Tempo

Um Estranho no Espelho - Sidney Sheldon


“O autor que gosto mesmo é Sidney Sheldon, pra mim o melhor livro dele é: Um estranho no espelho.
Fora os outros que eu li e gostei muito!!!”
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E você? De que autor você mais gosta?
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Memórias Póstumas de Brás Cubas - por Passa-Tempo

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis


“Gostei de memórias póstumas…”
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E você? De que livro você gostou?
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Livros de que Gostei… - por Escrevinhadora

Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
Vidas Secas - Graciliano Ramos


“Cara Ana, preferências são assim mesmo, ainda bem.
(…) Do Graciliano li apenas Vidas Secas e Memórias do Cárcere. Gostei, mas não foi arrebatador como tantos outros livros que li.
Abraço.”
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Resposta a “Autores Imbatíveis”, de Ana.
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E você? De que livro você gostou?
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Dom Casmurro - por Escrevinhadora

Dom Casmurro - Machado de Assis


“Na literatura nacional tenho incurável paixão por Machado de Assis e especial predileção por seu ‘Dom Casmurro’.”
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E você? Qual o seu livro predileto?
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Vidas Secas: Não Li e Não Gostei… - por Passa-Tempo

Vidas Secas - Graciliano Ramos


“Nos meus tempos de colégio a professora pedia que lêssemos este livro, nunca me despertou interesse e nunca li!!! Mas conheço a história!!!”
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Resposta a “Livro do Qual Não Gostei…”, de Ana.
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E você? De que livro você não gostou?
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Nostalgia - por Alba Vieira

Tão longe o amor…
Longe… Mostra-me o mar:
É lá que o amor está,
No ilimitado, no azul do mar.

Profundidade, saudade…
Vaivém das ondas…
O amor é o mar.

Amar é se afogar, perder-se,
Deixar-se levar nas ondas
E só então se encontrar.

Mas teu amor me devorou…
Na areia só a espuma vejo voltar,
Ultrapassou meus limites…
E ainda é doce morrer no mar.
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Muito Obrigada - por Luiza

Simone:
Foi muito importante para mim a sua resposta. Sabe aqueles momentos na vida em que estamos tão desarvorados que precisamos de alguém que nos compreenda? Foi assim. Eu estava perdida, solta, como se nada pudesse aplacar uma dor que já se estendia por alguns dias. Talvez eu já soubesse tudo o que precisava fazer para sair daquele estado, soubesse no plano das idéias. Mas não conseguia dar um passo sozinha. Eu precisava de alguém, uma pessoa que entendesse como eu me sentia e que me dissesse que havia esperança para mim. E então resolvi escrever. Quando vi sua resposta e percebi a sua disposição de estar presente para me ler outras vezes em que precisasse, aquilo foi fundamental para mim. É muito importante uma presença amiga na hora em que ficamos sem chão. Realmente foi bom ter escrito e recebido sua atenção e incentivo.
Muito obrigada.
Luiza.


Resposta ao postCarta a Luiza”, de Simone.
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Covardia - por Alba Vieira

Perna bamba é
Fraqueza e paúra.
Seja homem, sô!
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A Vida Continua… - por Mô Nayara

A vida continua… Sempre!!!
Apesar dos muitos obstáculos que passamos, não adianta, como se diz… dar murro em ponta de faca. O certo é arregaçar as mangas, correr atrás do prejuízo, ver o que você conquistou até hoje. Às vezes nós, à procura de grandes sonhos, nos esquecemos dos pequenos que alcançamos. É através deles que devemos nos espelhar - e não chorar o leite derramado - com o pensamento à frente, rumo a novos desafios e novas vitórias!! Você pode, basta acreditar em teu potencial.


Visitem Mô Nayara
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A Guerra Continua… - por Alba Vieira

Tudo continua desmoronando…
Religião encobre a real motivação.
É certo que embates jamais deixarão de existir.
Ganância econômica é a causa da guerra.
Urge que as mentes iluminadas se posicionem.
Amai-vos uns aos outros deve vencer.
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Carlos Alberto Caetano Azeredo e o Maior Desafio da Vida - Citado por Penélope Charmosa

Além da nossa própria vida, além de todos os obstáculos vencidos e a serem vencidos, talvez o maior desafio em tudo seja compreendermos o verdadeiro sentido e o melhor sentido das coisas que nos rodeiam.
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Autor que Acho Chato… - por Ana

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
Papéis Avulsos - Machado de Assis


“Escrevinhadora:
(…) De Machado de Assis, não gosto muito, não, acho meio chato… Dele, prefiro ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ e alguns contos de ‘Papéis Avulsos’, principalmente ‘O Alienista’, é claro!
Um abraço.”
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Resposta a “Dom Casmurro”, de Escrevinhadora.
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E você? Que autor você considera chato?
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Livro do Qual Não Gostei… - por Ana

Vidas Secas - Graciliano Ramos


“Escrevinhadora:
Embora eu adore Graciliano, não gostei de ‘Vidas Secas’: é muito seco! (rsrs) Fiquei com a sensação de que era desgraça pela desgraça, e só. Não gostei apenas em relação ao enredo, obviamente! (…)
Um abraço.”
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Resposta a “Livros de que Gostei…”, de Escrevinhadora.
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E você? De que livro você não gostou?
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Morte - por Daisy

Será a morte a única certeza definida?
Será a morte uma lição de vida?
Será a morte o encontro com a eternidade?
Será a morte uma dura realidade?

Será que esse ir embora é apenas imaginação?
Será que isso tem realmente explicação?
Será que a explicação nos satisfaz?
Será que a gente aceita e se refaz?

A morte não tem explicação
Por maior que seja a aceitação.
A morte nos leva o ente querido,
Antes de termos tudo vivido.

A morte nos rouba a esperança.
A morte nos deixa a lembrança
De alguém muito amado,
Que sempre será lembrado.
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Violência Gera Violência - por Alba Vieira

Matar homem mau
Nada vai adiantar
Um outro virá.

Bom ressuscitar
Na mente do homem o
Bem pra só amar.
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Uma Curva no Caminho - por Daisy

Uma curva no caminho não é uma pedra no caminho.
Uma curva no caminho é um desvio do caminho.
Uma pedra no caminho é um obstáculo.
Um desvio do caminho é uma alternativa de caminho.
Curva, pedra, desvio, obstáculo e alternativa
Podem levar a um caminho diferente?
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Pegadas de Gato - por Alba Vieira

Atuar no que está a caminho. O futuro é possibilidade. Buscar o caminho do meio.
A tentação para mudanças nos cerca por todos os lados. A vida pede que nos transformemos.
Não há como estagnar, marcar passo, mas é preciso seguir o fluxo. Não exigir que nós ou os outros façam grandes viradas. Dizer que agora estou completamente diferente, que sou outra pessoa, é enganação e, citando Renato Russo, “mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira”.
Hoje fixei meu olhar no chão e encontrei patinhas de gato marcadas no piso de cimento. Fiz logo a analogia. Quando saltou, o gatinho tocou o cimento ainda molhado. Estava ainda em processo para virar um piso forte, resistente. Naquele momento ainda era mole, moldável, ainda permitia sobre ele a ação do (in)externo: o gato, com seu peso, sua atitude, o molde de sua pata. Marcou definitivamente a presença naquele solo. A marca do gato no piso, documentando de forma nada indelével aquele instante, dando a sua contribuição, se incorporando ao solo antes liso, sem graça, agora cheio de vida. A partir de agora, aqueles que passam e dão conta daquelas marcas, as pegadas do gato, identificam toda a cena e podem mesmo fantasiar sobre o acontecimento, pintando o gato, o piso, o dia e o mundo ao redor com suas próprias cores.
Transformar é agir, antes que a situação já esteja totalmente definida. Antes que tenhamos secado para sempre. Enquanto houver movimento, vida - já que o equilíbrio, a estagnação é a própria morte -, podemos ser mais do que somos e dar colorido às nossas vidas, ainda que tenhamos quase a certeza de que já não dá mais para ser diferente em determinados aspectos. Ninguém está totalmente cristalizado. Nunca diga: meu tempo já passou.
.Legião Urbana

Dúvida - por Tércio Sthal

Sei
ou não sei
eis a questão
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O Prêmio Máximo - por Tércio Sthal

Era o dia da grande disputa
prontos estavam para a luta
milhões a correr em disparada
numa só direção, a um só lugar

sem nenhuma preferência, nada
cada um queria em primeiro chegar
e ao vencedor desta grande corrida
prêmio máximo, o direito à vida
.

Natureza de Deus - por Vicenzo Raphaello

Somos partícula da Singularidade
nossa essência dela provém

Agimos por Ela
em permanente contradição

Nas nossas ações
unicidade não existe
sempre presente está
uma oposta unicidade

Da Singularidade viemos
Assim
seu reflexo somos

Vivemos nessa dicotomia
somos o que Essência é
.

Torvelinho - por Tércio Sthal

Cada qual traz consigo suas verdades
e as lança como tralha ao turbilhão
provocando no redemoinho a agitação
e o torvar de teias trançadas e amenidades

São raros os que querem transigir
são raros os que querem ceder
no labirinto, perdidos, a urdir
para onde ir e o que fazer

Mas todos a procurar a saída
para viver, e viver bem a vida
.

Entrelaçamento Mórbido - por Raquel Aiuendi

Relações que se constroem em pilares
de víboras. Relações que se fazem
nutrir da desconfiança
e jogos de mentira.
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O Céu por Cobertor - por Tércio Sthal

Deitado, num canto da calçada
tendo o céu por cobertor
a cobrir-lhe de chuva e chuvas

Com a cabeça toda molhada
e o mundo a negar-lhe amor
sem a vide, nem verdes uvas

Eis ali, um homem a mais
Eis ali, guerra e paz
Eis ali, a falta e a sobra
Eis ali, no mundo, nossa obra
.

Queria Tanto Poder Fechar Meus Olhos e Dormir… - por Passa-Tempo

Queria tanto poder fechar meus olhos e dormir, e por apenas um segundo não pensar em você, não lembrar de seus beijos, de seus abraços, de todo o seu amor que no momento você me nega.
Em pleno sábado à tarde estou em casa, amigos não me faltam, festas e outros entretenimentos eu tenho em excesso, mas de que me servem essas futilidades e diversões se sem você ao meu lado não me cabe mais o direito de sorrir? Se, com você longe, o meu riso vira falsidade?
Não há mais alegria depois que um amor se vai e, pior que isso, é o sentimento de culpa que paira sobre mim, a sensação de invalidez que me cabe ao saber que não tenho a oportunidade de tentar corrigir meu erro.
Três dias sem dar um sorriso sincero...
Sei que nessa vida seguirei sozinho caso você não esteja comigo, amizades foram muitas, foram e não voltaram, não quero que o mesmo aconteça com você, e se for pra eu ficar sozinho, que seja sozinho com você. Talvez você me mande te esquecer dizendo que será melhor, mas se o melhor pra mim é estar contigo, tentar te esquecer não me fará bem.
Sinto sua falta a todo instante, eu te amo de uma forma que eu nunca pensei que amaria alguém, e se minhas desculpas não lhe servem, não sei mais o que me resta.
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A Ponte e o Rio - Tércio Sthal

O medo de passar a ponte
tem a ver com rio logo abaixo
ou não.

Talvez o medo de passar a ponte
nada tenha a ver com o rio logo abaixo
ou não.

Se o rio estiver acima da ponte
o medo será do quê?

Se o rio estiver no nível da ponte
o medo será do quê?

O medo pode persistir
ou não!
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Vade Retro, Ananás! - por Raquel Aiuendi

Ana, você deve até ser gente boa
Mas em muito equivocada
Verdade seja dita, você é pessoa
Um pouco desequilibrada.

Digo isso pelas ofensas
Que desferiu contra mim
Durante minha ausência
Assim esse duelo não terá fim.

Apresento aqui minha proposta
De resolver tudo em bons termos
De paz quem é que não gosta?
Proponho boas amigas sermos.

Ana, acho que você não tá nem aí
Pro fato de eu estar tentando aqui
Uma reconciliação diante de todo blog
Acho que esse duelo já está muito grogue.

Sem mais delongas, deixo o meu recado
Seus ataques pelas costas, é um abraço
De urso, com certeza: tem magoado
Age como mulher cruel do cangaço.

Essa briga está tomando um vulto
Um tanto incoerente, até malvado
Cheguei de viagem, olha que susto!!!
O modo como tem me atacado.

Aqui me despeço, triste com certeza
Mas não desisto, Ana, de encontrar
Em você, de repente, sinal de beleza
Torço, um dia saberá o que é amar.


Resposta a “Antes Ela do que Eu!”, de Ana.
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Eu Vos Digo: - por Raquel Aiuendi

Sou Aiuendi, assim batizada
Pela aldeia muito amada
Lá sim eu sei, Ana, que você
Ninguém realmente vai querer.

Minha língua verdadeira
É paz, luz, lealdade e amor
Sua língua é só pauleira
Em meus ouvidos, só dor.

É covardia e quanta que é
Atacar pelas costas alguém
Será que você é mulher
De encarar no olho também?

Sei não, acho muito difícil
Sua lábia já mostra tudo
Diz que é cheia de artifício
No à vera o teclado fica mudo.

Vou andando por aqui mesmo
Não estou vagando a esmo
Preciso cuidar do planeta Terra
Pra amenizar os efeitos da guerra.

Como vê estou muito imbuída
Na reconstrução da paz
Se você for um pouco instruída
A aceitará sem mas, mas.

Por aqui ficando seguirei
Desejando a todos os fãs
De Ana paz e uma vida sã
É tudo que sempre desejarei.

Àqueles que por mim torcem
Serei agora e sempre agradecida
Seus caminhos nunca entortem
Suas bênçãos sejam engrandecidas.


Resposta a “O Retorno de Já Vai...”, de Ana.
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O Retorno de Já Vai... - por Ana

Ih! Indiazinha voltou!
Foi da mata ou do deserto?
Aldeia + chuva de areia?
Este troço não tá certo!

Voltou foi do mundo dos mortos:
Expulsou-a o deus Tupã,
Não aguentou a choradeira
Da produtora-artesã.

E já voltou atentando,
Desfiando desaforo,
Depois berra agonizando...
Não sou eu que te socorro.

Covarde coisa nenhuma!
Meça bem suas palavras!
Eu me irrito, te acorrento
E te faço minha escrava!

Eu já tô de saco cheio
De conversa enviesada:
Me acusa de covardia
E propõe paz, a aluada!

Reconciliar pra quê?
Me dê só um bom motivo
Pra esquecer suas ofensas
E te tirar do castigo

De ser sempre rebatida
De forma tão genial,
Tão perfeita, tão Serena...
E tu deSafina legal...

Lá vem ela com inglês...
Raquel, tu não me provoque!
Se continuar com a graça
Eu te mando o meu Baioque!

E acaso eu tenho culpa
De ser simpática à beça?
Você tá é com inveja...
Índia-ninja magricela!

Te importunar não ia mais,
Patrocinei até velório!
Dancei a tal dança da chuva
E rezei no oratório!

Mas tu volta a infernizar,
Diz que viajou... É mesmo?
Acho que tava é de tocaia,
Porque se tu anda é a esmo.

E tendo deixado, ô Aiuendi,
Estas linhas a você,
Me despeço já sabendo
Que logo tu vai morrer.

Pelas palavras que li,
Vai morrer desidratada
De tanto chorar sozinha
Vendo o quanto eu sou amada

Pelo fã-clube dileto
Que surgiu tão de repente
Das páginas do Duelos.
Como é legal esta gente!


Resposta a “O Retorno da Guerreira”, de Raquel Aiuendi.
.Chico Buarque