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Mostrando postagens com marcador Fuga. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fuga - por Esther Rogessi

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Quando o homem foge de si,

Atravessa mares, vai a lugares

Aonde nunca pensou ir...

Em uma busca incessante,

Tamanha ânsia é seu existir.

Sobe as mais altas montanhas,

Desbrava matas, busca a exaustão...

Esmurra o vento... Luta é alento,

Em pura contradição...

Quando o homem foge de si,

Vai de encontro à aflição

Como insistir em procurar

É preciso antes se encontrar!...

Pois por mais voos que alce um pássaro

Preciso é a terra tocar...
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terça-feira, 28 de julho de 2009

Fuga - por Alba Vieira

Fugir de você não posso
Desde que tua imagem ficou incrustada
No tapete das minhas retinas,
Quando pra longe te vi partir.



Visitem Alba Vieira
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sábado, 30 de maio de 2009

Fuga - por Alba Vieira

Escotilha para o futuro, o “surto”
Quando minha mente vagueia solta
Para além do que, hoje, posso e sou,
Liberta-me da mesmice dos dias
E traz no desvario das atitudes
A fertilidade, a possibilidade, o impulso.

Já não me cabe o espartilho
Que imobiliza, nem a conveniência.
Melhor a verdade, o incômodo provocador
Daqueles que, a todo custo, sabem
Que ainda que pareça tarde,
Sempre existe uma saída, a demência.



Visitem Alba Vieira
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Fuga - por Bruno D’Almeida

Ao tilintar da hora marcada,
o dia nasce maquinal.
Cordas, cerdas e engrenagens
pregam o dia na parede.

Pastando pela pobre rua
pessoas pisavam nos passos;
colisões, contrições de passagens
do cidadão da cidade insentida.

Fui trair a cria no trabalho
medindo calado coisas e casos,
fazendo coisas que não gosto,
fingindo casos que não invento.

O fim da tarde foi meu fim.
Embriagado pelo breu da técnica
já não via, apenas oculava
já não vivia, apenas vegetava.

À noite, cansado, caído,
desabei implodido nos teus braços,
que como eu, clamavam
a fuga do dia maquinado.

Senti então, aliviado,
do fundo da pele cansada,
beijos e suspiros;
recompondo,
reerguendo na alma
a tímida certeza,
de que dentro do corpo,
ainda sou sangue,
ainda sou carne.



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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Fuga

Crie um texto sobre este tema e deixe aqui, em “comentários”, que nós postaremos.
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domingo, 25 de janeiro de 2009

Escapismo - por Dalberto Gomes

Quando a realidade
Com seus tentáculos
Tenta me alcançar,
Pulo para fantasia
Ponho-me a poetar.

Covardia?
Não,
É um mero jogo
cintura.
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A Fuga - por Hellinho Ferreira

Eu preciso fugir
Quero deixar pra trás o que se opõe aos meus risos
Em silêncio, sem medo e sem rastros
Eu preciso ir com urgência doentia
Não posso apodrecer aqui
Quero ir-me e banhar-me onde não há maldades
Preciso esconder meus segredos onde a confiança reina
Não posso mais suportar a escravidão de calar-me
Quero paz
Quero estar sozinho e refletir sua importância
Preciso abandonar o que já não me cativa
Eu preciso fugir e esquecer minha vida
Tenho que ilustrar meu futuro já sem perspectiva
Não quero confundir-me fazendo despedidas
Eu tenho é que sair, talvez nem notem
Não posso mais sentir tantos danos causados em meu interior
E quero que esta confusão mental se acalme
Eu preciso aprender como ter valentia
Ainda quero caminhar de cabeça erguida
Fugir pode não ser o certo, mas…
Existe algo muito forte impulsionando-me pra longe
Eu preciso tomar esta atitude grandiosa
Não posso ter a sensação de acovardar-me de novo
Eu preciso fugir
Não sei pra onde vou, mas eu vou…

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