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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sexta-feira, 23 de outubro de 2009

IX de Roma - por Kbçapoeta

Pedra de tropeço,
Fez-me acreditar
Nos altos e baixos da vida.

Eles me reconheceram!
Não fui confundido entre os demais.
Cumpriu-se a palavra.

A verdade se faz aparecer
Quando ficamos despidos
Das vestimentas da vaidade.

A verdade mostra
Seu único objetivo:
A nudez.

Mesma nudez
Que foi castigada e coberta
Com os tecidos mais grosseiros.

De tão grosseiros,
Foram expostos
No alto da rocha.


Tal qual a de Sião,
A pedra ficou conhecida
Como rocha do escândalo.


Escandalizada a conduta,
Capa dos hipócritas
Chamada moral.

Oh! Pedra do tropeço e rocha do escândalo.
Não fui confundido.
Nego-me a acreditar que eles me pegaram.



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As Nossas Palavras XXIV - por Lélia

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O que é bom para todos será o bom para cada pessoa? O que é bom para a colmeia será bom para cada abelha? Claro que o todo se beneficiaria se todas as partes seguissem todas as regras, sem pestanejar, mas não creio que as partes se beneficiariam com isto.
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Seus Olhos - por Ana

Seus olhos, contas negras,
Invadem tudo o que sou:
O que já fui, o que escondo,
O que esqueci, o que restou.

Seus olhos, que em sonhos vejo
Como espelhos da minha verdade,
Refletem se os meus atos
Mantêm a sinceridade

De minha alma exigente
Que prima pela excelência,
Que, quando erro, corrige
Entre a paciência e a inclemência.

Mas seus olhos, quando só seus,
Sem espelharem minha alma,
Transmitem a sua bondade,
Sua compreensão e sua calma.

Seus olhos são força viva
De inteligência sagaz;
Lagos densos, habitados
Por nenúfares e abissais.

Seus olhos, tantas tristezas,
Medos, desilusões...
E tolerâncias, amores,
Curiosidades, compaixões.

Seus olhos que trazem a mim
Aquilo que é, e o reverso,
Guardam o princípio de tudo
Até o fim... nosso universo.
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Quando o Cão Vale Mais que a Criança! - por Esther Rogessi

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Ao publicar uma matéria sobre os maus-tratos à criança, colocando uma foto da triste realidade da fome, oriunda do descaso, não só concernente às forças governamentais, porém de cada um de nós, cidadãos do mundo, pessoas reagiram se expressando verbalmente, por vezes denotando indignação pelo sofrimento exposto de forma clara através da foto que, por si só, falava da realidade da subvida na qual se encontram tantos outros. Diante desse quadro triste e cruel, porém verdadeiro, realista, disse alguém, simplesmente, não ter palavras; outros, ser a matéria, forte e comovente; ainda houve quem falasse ser o texto lindo, porém muito duro! Pasmei, no entanto, quando li outro comentário a respeito, dizendo: “quem quer olhar?...”

“Para o escritor, cada texto, é a criança que ele pariu! Esta, jamais estará pronta. A cada olhar seu, se sentirá propenso a acariciá-la, mudando algo, tentando melhorar!”

Assim, meditando sobre o texto e as opiniões diversas, através da observância cheguei a conclusões mais tristes e mais fortes que a realidade da fome. Infelizmente, a maioria de nós costuma fugir do que julgamos nos maltratar... ferir a nossa visão! Há um dito popular que diz: “O que os olhos não veem o coração não sente!” Não podemos esquecer, jamais, que ao agirmos desta forma estaremos entregando seres humanos, nossos irmãos, à dura sorte, ao lixo e/ou à morte! Se podemos fazer o bem e não o fazemos, estaremos a errar. As grandes conquistas se originaram das ações. A princípio pequenas, e estas conduziram homens e mulheres à execução das que se tornaram revolucionárias. Através das quais, hoje, usufruímos sem percebermo-nos do custo delas.
Para que haja mudanças é preciso, antes de tudo, da conscientização de um povo. Jamais exerceremos cidadania nos esquivando da triste realidade reinante na nação e no mundo. Aos que dizem, diante do triste quadro, não ter palavras, eu digo: ajam! Há casos em que as palavras são dispensadas, o melhor discurso é gerado através da ação!

A imagem mexe conosco! É forte! A fome é forte! O leite derramado na pia do abastado é forte! É forte o fato de o mendigo catar do lixo para comer; é forte a imagem da criança esquelética e ávida pelas migalhas do pão sujo no meio da rua... é forte!

Quantos tratam animais como se fossem bebês? Carregando-os orgulhosamente em seus braços, vestindo-os com roupas confeccionadas por lojas especializadas, fazendo-os frequentar semanalmente o salão de beleza... Porém fecham as portas dos seus carros, levantam os vidros para não serem incomodados pelas crianças que catam moedas para que possam sobreviver ao descaso de todos nós... Não queremos ver, saber, não nos interessa! Esta não é a nossa realidade, não são nossos filhos, nem parentes e menos ainda o nosso cão! “Ah!... Estão acostumados!” “Os pais os forçam...” “São trombadinhas!” “Se ajudarmos estaremos cooperando com a ociosidade dos pais.” - Afirmamos e ainda achamos quem concorde! E, assim, seguimos procurando alívio para a nossa consciência, justificando o nosso descaso diante dos famigerados. Levamos para o nosso lar o cão abandonado e faminto (amo os animais, tenho gato e cachorro, alimento-os e zelo pelo bem-estar próprio de cada raça, porém não me deixarei confundir, não perderei a devida consciência de que são cães e não crianças) e deixamos ao relento, entregues aos múltiplos abusos, os pequeninos seres humanos...
Aproxima-se o “Dia da Criança” e muitos de nós ficaremos comovidos com algumas delas na rua, orfanatos e lhes daremos alimento, roupas e alguns brinquedos, que não mais servem para os nossos filhos, alguns serão novos. Afinal, será dia 12 de Outubro, a mesma mágica que nos inclinou à prática do bem nesta data funcionará congelando todos os pequeninos, para que assim suportem a fome. Voltaremos às vésperas do Natal... OH! OH! OH! OH!




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Alzheimer - por Ninguém Envolvente

Brvee decsirção sbroe o Alzihmeer: é uma doneça do cérbero que atfea a meómira, capaacdide de racoiciíno e couanicmção.
Escervo praa aleartr que um cébrero bem trneaido pdoe eivtar o Alzihmeer. Eustdos msoatrm que pesosas que leêm mias e exetcaum jgoos de psasa-tepmo têm a mneor chacne de faicr doetne.
É prescio não dexiar que o seu cébrero enrferuje. Fçaa cosais dierfeents, se vtisa de olohs fechoads e expreimnete viarar seu carpdáio diráio.
Conomfre evnelhmeceos a nsosa móemira se evsai ntaulramnete e praa prolgonar sua sanaidde metnal, coecme com aots que paeecrm irriósrios, cmoo, faezr palvraas curazads, sudkou ou xaredz.
Vcoê só pdôe ler etse tetxo, poqrue seu cérbero não lê cdaa lerta sepaardmaente, mas a plaarva cmoo um tdoo, dedse que a úlmita e a priirmea ltera estajem no luagr crreoto, etãno persrvee essa mavalhria que é seu cbréero.
Etsa foi uma perstaãço de seçrivo do Bolg “Não se elnvvoa”.

Praa ler mias sorbe a denoça de Alzhimeer, clquie auqi.


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