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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sexta-feira, 5 de março de 2010

E o Destino? - por Kbçapoeta

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No desfile de idiossincrasias
Sou mais um mestre-sala
Que declama a história de vida,
Escrita da forma errada,
Destemperadas, culminando
Com o tempero do desespero
Que é a válvula de escape
Do populacho.
Chego ao fundo do poço!
Descubro que posso chegar
Um pouco mais abaixo
Nas profundezas pantanosas
Dos desprazeres.
Pode-se observar
Que o homem não possui limites,
Seja heroico, seja covarde.
Não importa o fim
É inegável que o homo
Cada vez mais distante do sapiens
É um mestre de si mesmo.
Descobrimos que somos
Senhores de nossos destinos
Do qual não podemos mensurar,
Mas temos uma certeza
Nesse mar de divagações imbecilóides
Contemporâneas.
O destino?
Não sabemos,
Mas no fim, todos perecem.
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Visitem Kbçapoeta
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Hermógenes e o Interior - Citado por Alba Vieira

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Se as coisas lá de fora te amedrontam e te perturbam é que até agora ainda desconheces a silenciosa e sutil fortaleza de Paz que está dentro de ti.
É paraíso. Segurança. Plenitude.
Mergulha.
Para dentro.
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Infância é Tudo - por Ninguém Envolvente

A infância é a melhor fase da vida você sempre pode brincar, tem quem cuide de suas coisinhas e assim por diante. Mas muitos traumas que a pessoa adulta tem, são causados por uma infância “judiada”, por exemplo: traumas, medo, conduta anti-social e outros infortúnios.
Tenho um ente querido que passou por maus bocados na parte da infância, apanhou demais, viveu em lugares inapropriados e deve até ter passado fome.
Ajudar na melhora de vida daquele que passou por tantos pesadelos, é muito difícil e exige paciência, um trauma que levou uma semana para ser adquirido, pode levar 1 ano para ser esquecido! A vítima perde a confiança naqueles que convivem com ele e só o tempo pode ajudar.
O meu ente que teve uma infância injuriada, hoje tem vários problemas no convívio social, não gosta de ficar sozinho, não gosta de visitas, tem medo de receber carinho, quase não dá carinho, come demais (por ter um dia passado fome) e não sabe diferenciar brincadeira de briga!
Não sabemos mais como lidar com este problema temos que amá-lo para que talvez ele entenda que nem todas as pessoas vão tratá-lo de forma tão repugnante. Não se pode ter pressa, cada progresso por minúsculo que seja, será sempre bem vindo.
Ainda acredito que minha gatinha vai ser meiga.
Ela foi abandonada, maltratada, bateram nela até com vassouradas e nós a acolhemos. Faz 5 anos que ela é nosso novo ente querido. Chama-se MINHA (porque chegou tão fraquinha e desnutrida que mal tinha força para miar... não fazia Minhau ou Miau... somente conseguia fazer “minha, minha, minha.”).
Hoje Minha está melhor, mais feliz talvez.
Minha deve ter seus 5 anos de idade e nunca ronronou! Quem sabe um dia, algo toque no coração dela e a faça ser feliz de verdade.
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Humanitários ou Abutres? - por Paulo Chinelate

Lembro-me de certa feita, pelos idos 1983, quando um companheiro de trabalho, voltando para casa ao final do expediente sofreu a pior experiência, segundo ele, já vivida.
O carro tipo bugre em que transitava quebrando a barra da direção, capotou, ficando o motorista preso embaixo do mesmo.
O cinto de segurança ficara preso e ele em posição difícil gritava por ajuda. Acendeu a esperança quando, passos ouvidos, percebeu a aproximação da “ajuda”.
Ato seguinte, conforme relata, foi a causa de tantos pesadelos futuros dado o trauma que ficou. O dono dos passos que ouvira, baixando-se ao nível do chão em que se encontrava fez um único gesto: arrancou o relógio que estava em seu braço preso entre as ferragens e em seguida evadiu-se.
O caso acima não seria descrito neste artigo se não fosse a similitude do que estamos lendo e ouvindo nos noticiários sobre o Haiti.
Não estou me referindo aos saques e roubos de pessoas famintas.
Um troca-troca de acusações, destinação de verbas humanitárias e disputa por maiores quantidades de soldados e ONG’s. Contestação por mando territorial por nações quais as do aeroporto da capital e outros terrenos importantes.
Vêm-me a lembrança do antigo companheiro acidentado. Estamos lá para realmente ajudar um povo capenga de tudo ou estamos visualizando somente um grupo potencial de futuros consumidores de nossos produtos?
Que a mão direita não saiba o que a esquerda faz. (Jesus)
Somos os Humanitários ou os abutres?

Que os nossos mártires não o sejam em vão!
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