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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




domingo, 31 de outubro de 2010

Tema do Mês de Outubro: Outono

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Caríssimos amigos:
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Hoje foram postados os textos referentes ao tema do mês de outubro: “Outono”,
sugerido por Vera Celms e vencedor da enquete de março.
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Participantes:
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Aaron Caronte Badiz
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Ana (2)
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Dália Negra
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Lélia
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Penélope Charmosa
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Soraya Rocha
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Muito obrigado a todos que colaboraram com esta “blogagem coletiva”!
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Um grande abraço!
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12 comentários:

Cacá disse...

Olá, Shintoni! Prazer estar no Duelos novamente. Ainda estou, né? rsrs. Segue ai uma prosa poética. Um abraço. Paz e bem.

OUTONO
Outono me dá uma sensação de neutralidade, de prenúncio. As outras estações têm um apelo coletivo muito forte. Muita coisa a favor da primavera. Inverno e verão numa disputa acirrada de preferências, mas outono... Nada sobra, nada falta, mas também nada se equilibra. Parece uma neutralidade da natureza, desprovida de consciência. Se continua o que passou ou se prepara o que vem adiante. Alguma coisa como deixar estar para ver como vai ficar. Não conheço os Deuses do outono, não sei dos reis e rainhas dessa estação. Qual o seu símbolo de encanto? É..., acho que folhas caindo são para a dúvida!

Yuri Silva disse...

Amor

hojê acordei coberto de sangue frio
mas eu estava apenas sonhando
hojê acordei coberto de água fria sobre minha cabeça
mas eu estava apenas sonhando
hojê acordei coberto de fogo, e eu não podia ver
mas eu estava apenas sonhando
e você continuava à me regar de amor..
por Yuri Silva

ofarol.blog.terra.com.br disse...

Se Jobim já cantou as "águas de março" o que faço, passo ou me jogo ao plágio? Ora, a democracia já ungiu tantos tiranos, olvidamos, vamos ao sufrágio. Se da calma à geada devo rumar, como passar, sem o pedágio?
Se chegou o tempo, da vida frutificar, viventes, vamos lá, ao grato contágio! A vida madura, qual sumo que dá, qualquer um dirá, se passa esse estágio. Mas nem todos frutificam, ante à virtude claudicam, usurários, vivendo de ágio. Todavia as almas nobres, geram saciando aos pobres, dar, eis, seu apanágio...

Rodrigo Rocha disse...

Olá passei para conhecer seu blog ele é not°10, show, espetacular com excelente conteúdo você fez um ótimo trabalho desejo muito sucesso em sua caminhada e objetivo no seu Hiper blog e que DEUS ilumine seus caminhos e da sua família
Um grande abraço e tudo de bom

prahlad disse...

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Alba disse...

Gostaria de sugerir que fossem repostados, na sequência, os Duelos de Ana com Raquel e com Gio.
Isso daria a oportunidade de que esse momento glorioso e hilariante do DUELOS pudesse ser conhecido por quem está chegando agora e revivido pelos leitores antigos, já que, destacados, facilitariam a assimilação das ideias e do humor.
Parabéns a todos pelo retorno das atividades!

Vera Celms disse...

OUTUBRO

A primavera mal começou,
Nem todas as borboletas acharam o caminho,
Nem todas as cores amadureceram ainda,
E aquela que foi sogra de novo aniversariou,
Um padrinho antes,
E os políticos já indignaram o povo,
E o povo já se anunciou ludibriado,
ou iludido,
esperançoso quem sabe,
Então vem as crianças,
De mão com a Madre Santíssima,
Comemoro então um filho,
Peso ideal de um lado da balança,
Nem todos os pássaros foram avisados,
A primavera corre solta...
Dança livre,
A dama perfumada e colorida,
Vestida de branco,
Com nuvens espalhadas pelos cabelos,
Sob o holofote solar,
Musica no ar,
De tanta felicidade da natureza,
O dia fica mais longo,
A brisa mais fresca
Afinal, entre indignações e comemorações,
Outubro será encerrado pelas Bruxas,
Como há muito tempo,
Com sempre...
Correndo leves em torno do fogo,
Lindas, femininas, iluminadas,
Com flores nos cabelos,
Com a cabeça nas nuvens,
Como a primavera,
Tão lindas... tão encantadoras...
Saudando, venerando a Deusa...

Vera Celms

Paulo Tamburro disse...

UM CONVITE:

NO MEU BLOG HUMOR, "HUMOR EN TEXTO",DESTA SEMANA, A CRÔNICA É:


"TENTANDO EXPLICAR OS SENTIMENTOS:HOMEM E MULHER"


EIS UM PEQUENO TRECHO:

“Temos procurado através de intensas pesquisas teóricas, e muito mais práticas, compreender melhor as múltiplas possibilidades que podem ter um homem e uma mulher nos eventos de prazer da sexualidade, quanto aos seus comportamentos, atitudes, emoções e as suas sutis e históricas diferenças.

É tudo muito complexo!”

TENHO CERTEZA QUE SEU COMENTÁRIO SERÁ MUITO ÚTIL PARA COMPREENDERMOS MELHOR, ESTA ETERNA PROCURA DO HOMEM E DA MULHER.

UM ABRAÇÃO CARIOCA !

Por mim mesmo disse...

Outonífero

Do amadurecer propenso à remodelação infinita do ser
Remonta-se o saber, tal tactônico sentimento a mover
Folhas de passado deslocando-se suavemente do presente
Suculentos frutos de novidades embebedecem tal observador
Suave e breve brisa refrescando o corpo molhado pelas marcas do tempo
Chuva repentina, ora fria, ora morna tal qual as não decisões não tomadas
Posso avistar um certo frio pela frente, o toque invernal do desconhecido...
Algumas flores secas nos bolsos do acaso...
Trilhando entre arbustos dos andarilhos atemporais, sem estações para abrigo de trens...
Descarrilando de tais trilhos submersos empoçados e encharcados pelos rios cheios, com suas velozes vociferações de águas dos desenganos...
Eu e a montanha e o singelo farfalhar de folhas desconectas de seus galhos
Nesse momento.. sou folha, vagando ante a evolutiva alteração climática dos anos de minha vida
Sou nuvem se espalhando a nublar parcialmente...
Fruto maduro pronto à ser degustado nessa manhã outonal de meu existir...

helena disse...

preguiça

hoje percebi que estou muito cansada, nem estou querendo pensar...
crise brava de muitas coisas para fazer e sem tempo de para parar e escrever. ler ou mesmo visitar os amigos...
fico aqui quieta . a expressão mais exata e que estou giboiando rsrs..olhando esperando para dar o bote ...vou esperar mais um pouco , quem sabe apareve algo interessante , se não vou deitar e apagar. dormir ...sei lá quanto ...

desabafo de vestitristonha

iaiaiaia

Luiza Jardim disse...

Olá!
Acabei de encontrar esse blog!
mt bom, por sinal!
Quero participar com textos!! Posso?
Mando o texto por aqui mesmo?

Luiza Jardim disse...

Outono

Outono sem eira nem beira
Borboletas amarelas
Folhas e o telefone toca.

Atender ou continuar na brisa da varanda?
Todas as portas estão abertas
Quase sinto o cheiro do vento
Nego telefone e afirmo ausência.

Aposto nas borboletas e permito,
consolada,
que as folhas se joguem no chão.
Quem sabe calar, suportar o vazio
Aguardar renovação.