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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tô de Dieta - por Fatinha

Querido Brógui:

Estou de dieta. Tentando perder uns quilinhos indesejados que, além de me deixarem deprimida, arrasada e com a autoestima lá no pé, me impossibilitam de usar aquela calça jeans que, a duras penas, consegui comprar no ano passado. Como estamos em época de vacas magras (ou seriam vacas gordas?) e como eu me recuso a comprar uma calça tamanho 44, minha meta é perder cinco quilos (engordei só três depois da cirurgia, mas quero dar uma folga para eventuais e muito prováveis recaídas de comilança).
Minha dieta é muito simples: só tomo sopa. No almoço e no jantar. Já que não gosto de legumes, bato tudo no liquidificador e tomo papinha. Meus dentes praticamente perderam a razão de existir. Eles só entram em ação quando na hora do desespero ataco aqueles saudáveis biscoitos do Mundo Verde, que não têm gordura trans, não tem açúcar, não têm corante, acidulante, nem gosto, nem cheiro, não têm nada. Lembra-me biscoito de cachorro – se bem que duvido que a Ala comesse uma coisa tão horrível.
Cortei tudo o que eu gosto de comer, o que é, basicamente, porcaria. Não sou muito chegada a um prato de comida, mas amo pastel, empadinha, batata frita, chocolate, biscoito de pimentinha, todos os alimentos que contenham nada de nutrientes e tudo de engordantes.
Sim, eu vou voltar para a ginástica, ainda não deu, por motivos que vão além da preguiça. Está tudo planejado para o mês de junho. Enquanto isso, passo fome. Quer dizer: mais ou menos, que ninguém é de ferro.
Essa semana dei várias derrapadas. Sabe como é: aniversário, sempre rola uma torta para cantar parabéns. É óbvio que eu não vou gastar meu rico dinheirinho para comprar uma torta maravilhosa de chocolate com recheio de suspiros e morango e ficar babando em cima dela que nem cachorro quando olha para um frango de padaria. Comi. Moderadamente, três fatias.
Dias depois, minha mui amiga Valerinha me presenteou com alguns brigadeiros. Comi. Sem moderação alguma.
Para fechar com chave de ouro a semana heavy metal, fui comer um pastelzinho no bar do Adão. Comi cinco. Com duas Cocas. Light, é claro.
Ainda é domingo, não me pesei de novo para verificar se recuperei o quilinho que já havia perdido, mas provavelmente devo tê-lo novamente incorporado ao meu corpinho de sereia.
Tudo bem. Amanhã eu penso nisso (no melhor estilo Scarlet O’Hara).



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As Nossas Palavras XXVII

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Wordle: As Nossas Palavras XXVII
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Imagem: Wordle
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Provérbio em As Nossas Palavras XXVI - Enviado por Principe Encantado

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Uma vela nada perde quando, com sua chama, acende uma outra que está apagada.


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Duelando Manchetes VIII: Educação de Adolescentes - por Alba Vieira

O fato é que quando se corrige o filho, fica exposta a incompetência dos pais em educá-lo. E, ao invés de se mancarem e aprenderem com aquele que deu a lição, escamoteiam e passam a hostilizá-lo, fazendo o filho de pobre vítima. Só dando uma surra no filho e outra nos pais. E um puxão de orelha na professora, a não ser que tenha sido obrigada a tomar essa atitude sob pena de perder o emprego.


de Paulo Chinelate.
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Duelando Manchetes VIII: Educação de Adolescentes - por Escrevinhadora

Pois é, Chinelate. Também vi a matéria e fiquei perplexa. Penso que a professora deveria receber cumprimentos por sua ação pronta e didática. Mas como você mesmo diz, vivemos num mundo de inversão de valores. Os pais não cumprem a tarefa de educar seus filhos. E quando seus rebentos mal-educados recebem na rua o corretivo que deveriam receber em casa, sentem-se melindrados. A que ponto chegaremos?


de Paulo Chinelate.
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madruga - Citado por Violeta

Invadindo o silêncio de mim mesmo
escuto o som infinito de meus sentimentos
e perco-me na subtileza de cada afecto
que recebo ou distribuo...
Encontro sorrisos
que se eternizaram
nos olhos da minha alma
e lágrimas que lavaram
os dissabores do caminho...
Busco formas e cores
e encontro pessoas que
criaram raízes em mim
porque foram plantadas
no meu EU mais profundo...
Vejo luzes:
O brilho de um luar de prata,
e de estrelas incontáveis
e um raio de sol que ilumina
cada amanhecer da minha vida.



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Secretaria Judicial - por Violeta

Estou finalmente a ficar uma mulherzinha. Acabei de vir da Secretaria Judicial da Comarca do meu Concelho… Um episodio lindíssimo e digno, para que possamos perceber que até uma ida a um sitio destes pode ser “delicioso”…
Vamos? Secretaria ju-di-ci-al. Deve ser aqui. É pá!!!! Bem… eu espero que nunca, jamais, JAMAIS digam que a minha casa está desarrumada. Uau… que visão… aqui findam os meus sentimentos de culpa por ser desorganizada. Disse. A repartição é grande, muito cumprida, o balcão… revestido de uma fria pedra negra, mas não consigo descortinar de que tipo… dentro do balcão já não existe mais a típica senhora roliça de meia idade que vestia sempre a blusa de seda… nop… um simpático cavalheiro… que prima pela informalidade sem nunca deixar de ser formal… Espera. Estarei mesmo neste país? Não me lembro de ter viajado… por isso, deduzo que ainda aqui estou. Ah! O espaço. Um delicioso caos visual. Não sei como se consegue trabalhar nestes sítios, não faço a melhor ideia de como o fazem, mas estou certa que devem ter qualquer preparação académica nesse sentido. Uma disciplina na faculdade que se deverá chamar: métodos e técnicas de produção no caos. Delicioso caos. Se esta secretaria fosse um quadro seria de Jackson Pollock. Tela no chão, um furo no fundo da lata e… tinta a viajar pelo tecido. Linhas… Emaranhados de cordões… lombadas assimétricas (muitas delas bem tortas)… linhas labirínticas… as portas dos armários abertas… manchas de tinta… Muito bom… e as garrafas de água pelas secretárias dos funcionários… pingos de tinta… delicioso. O funcionário entrega-me a certidão que lhe pedi… simpático. Acabaram os meus minutos por ali… dez deliciosos minutos na Secretaria Judicial.




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