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sexta-feira, 1 de junho de 2012

AIDS: Esta Luta Também é Sua - por Mari Amorim

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Faça o teste: é grátis e confidencial.
.Não tenha preconceito, converse com seu parceiro.
.As mulheres têm sido as maiores vítimas, conforme estatísticas com parceiros fixos.
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Esta luta é de todos!.Beijos. Boas energias!.

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.Visitem Mari Amorim
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Mari Amorim

Venha 2010 e que
Tenhamos
Um novo florescer.
Que não haja trevas
Nem noites insones.
Que diante da dor
Não nos deixemos
Curvar.
Que nas lutas diárias
Haja um brado
De ousadia
E fé.
E que a Sua mão
Senhor Deus
Traga-nos sempre
Um afago
E amparo.
Amém!
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.Visitem Mari Amorim
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Convite - por Mari Amorim

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Amigos:

Estou inaugurando
um novo blog com contos e causos.

Assim como o sucesso de
MARI AMORIM BRINCANDO COM A RIMA,
convido para que conheçam mais um espaço agradável de leitura:
Sem Pretensões Amor... Contos e Causos.

Ofereço estas flores para sentires a essência de uma flor!

Boas energias
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Uma Carta de Amor - por Mari Amorim

Em tempos dominados por mensagens curtas, por torpedos de celular, conversas em MSNs e e-mails, as cartas de amor acabaram virando quase que peça de museu, coisas que a vovó fazia. Pergunte para alguém se escreve ou recebe cartas de amor, especialmente escritas de próprio punho, e veja a resposta. São poucas as pessoas que dedicam tempo, energia e atenção – que sentam para redigir um texto dedicado exclusivamente ao objeto da adoração. No dia 12 de junho, para fazer diferente, quem sabe vale colocar o “coração no papel”, deixar os bytes de lado por um tempo, e agradar a quem se gosta? O importante, neste caso, é não temer o ridículo, pois como escreveu Fernando Pessoa, a partir de seu heterônimo, Álvaro de Campos, “todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas”.
Ainda não defini se o que escrevi é uma carta eletrônica de amor, que por razões pessoais não enviei, quem sabe por estar envolvida naquele momento no recente processo de desconstrução de um amor tão amigo, cúmplice, acreditando que houvesse muitas Manhãs e Amanhãs!
Ah! Grande menino, poeta, Lep e sorrisos, que tem a negação como afirmação...

Ouça-me...
Goste de alguém que te ame, que te espere que te compreenda mesmo nos momentos de loucura. De alguém que te ajude; que te guie, que seja seu apoio, sua esperança, seu tudo... Não goste do Amor...
Goste de alguém que não te traia, que seja fiel, que sonhe com você, que só pense em você, no seu rosto, na sua delicadeza, no seu espírito; e não no seu corpo, nem em seus bens... Não goste do Amor...
Goste de alguém que te espere até o final, que sofra junto com você, que ria junto com você. Que enxugue suas lágrimas, que te abrigue quando necessário, que fique feliz com suas alegrias e que te dê forças depois de um fracasso... Não goste do Amor...
Goste de alguém que volte pra conversar com você depois das brigas, depois do desencontro; de alguém que caminhe com você, que seja companheira, que respeite suas fantasias, suas ilusões... Goste de alguém que te ame... Não goste apenas do Amor...
Goste de alguém que sinta o mesmo sentimento por você. Enxergue esta pessoa, como eu te enxerguei...
Nosso desencontro nasceu quando encontrei Narciso cantando Djavan “Amar é perder o tom nos comas da ilusão...”



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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Brincadeira de Roda - As Nossas Histórias VIII

À tarde, em lugares calmos e familiares, muitas coisas podem acontecer: as brincadeiras das crianças nas calçadas, os sonos dos cachorros nos portões, as fofocas gerais dos vizinhos nas cadeiras enfileiradas diante das casas, as corridas dos grupos enlouquecidos dos meninos atrás das pipas avoadas, as notícias chegando nas mãos de carteiros cansados arrastando os sapatos gastos, os ônibus escolares despejando bagunças nos braços de mães zelosas, chuvas repentinas que esvaziam as ruas de toda esta vida cotidiana... E depois das chuvas, de novo as crianças brincando, chapinhando na água que escorre no meio-fio...
Agora há um mar que quase me afoga, qualquer rima, qualquer droga e nenhuma solução... Somente uma doce e feliz recordação onde tudo era bom, hoje nem existem mais brincadeiras de crianças nem gritos de mães zelosas, somente uma luz muito fraca que clareia um quarto ou mesmo uma saleta e uma pequena escrivaninha... onde há tudo: alegria, tristeza, recordações, encontros de pessoas que sem ao menos se conhecer mandam abraços e beijos no fim de cada conversa mesmo sendo virtual, que coisa boa... mas que somente um pessoa no real está ali solitária, às vezes triste, outras alegre, outras curiosa... O mundo virtual é maravilhoso quando estamos em frente a uma telinha... sós, completamente sós...
E no meio desta solidão me domina uma lembrança antiga: as brincadeiras de roda da minha meninice.
“Terezinha de Jesus numa queda foi ao chão acudiram três cavalheiros todos três chapéu na mão”
“A Alba não é capaz de botar o pião no chão, a Alba não é capaz de botar o pião no chão, lá vai, lá vai, lá vai, lá vai o pião no chão”
“Atirei o pau no gato to to mas o gato to to não morreu rreu rreu, dona Chica ca ca admirou-se se do berro, do berro que o gato deu, miau”
Vestidos rodados, laços de fita nos cabelos, mãozinhas dadas na mais pura alegria infantil. Que saudade boa!
Quanta emoção extravasando nos nossos corações! Tantas vivências da infância que estruturaram as vidas de quem hoje conta com esta telinha abençoada para organizar tantos conteúdos até agora represados e que ainda continuam imprimindo as cores dos nossos dias, evidenciando o quanto é terapêutico escrever e se relacionar com as pessoas, mesmo que virtualmente.



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