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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Música da Patuléia - por Kbçapoeta

 




 Estou ouvindo Almir Sater e seu disco “Sete Sinais”.

   Disco com uma boa introdução, bom começo para assimilar a bela cultura da região centroeste. Cultura que está sendo sufocada pela indústria do entretenimento descartável.
   O dito sertanejo universitário, arrocha, funk e outras subcategorias musicais tem sua lógica calcada no descartável e consumo fácil.
   Claro que há exceção, Mc Leonardo, Katia com K e uma meia dúzia de gatos pingados, mas, a maioria está inconscientemente a serviço do consumo burro, fácil e esquecível. Sim esquecível, pois, o povo está com uma memória cada vez mais curta como um disquete dos anos 80.
   Antes de mais nada esclareço que o funk  citado nada tem haver com  o funk da música negra dos anos 70. Nada contra a indústria do entretenimento. Até por que é através do lúdico que será possível que será possível fazer as pessoas adentrarem em um universo cultural e intelectual mais amplo e complexo.
O problema reside nas massas adormecidas que consomem apenas entretenimento sem nenhuma pretensão de elevar sua cultura " Rir é o melhor e único remédio".
  O humor de bordão nunca saiu de moda. O palavrão causa catarse quando pronunciado pelas músicas sertanojentas das massas. Exemplo: bebo pra carai! A patuleia quase goza por pronunciar caralho disfarçadamente.
   E o que dizer de um senhor com mais de cinquenta anos, ares rudimentares de um trabalhador de fazenda cantando o refrão – “prepara...” da nova musa do funk, Anita.

  O senso comum está apodrecendo e nos cercando. O bom que tem porcarias que desaparecem como um passe de mágica. Michel Teló sumiu. Graças a Deus!
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Terra Nostra, de Carlos Fuentes - por Luis Eduardo





A do Benedito Ruy Barbosa é melhor.

Carlos Fuentes é frequentemente colocado em um altar ao lado de Mario Vargas Llosa e Gabriel García Márquez. Pode até ser que ele tenha o seu lugar, mas a julgar por "Terra Nostra", minha até aqui única experiência com sua obra, esse local está bem aquém do alcançado por seus colegas .
Ao longo de mais de 800 páginas, o autor mexicano leva adiante um enredo confuso em uma obra pretensiosa e que, a meu ver, não consegue chegar a qualquer objetivo. Que me desculpem os fãs de Fuentes, mas "Terra Nostra" por "Terra Nostra", melhor ficar com a do Benedito Ruy Barbosa.
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E você? Que resenha gostaria de deixar aqui?
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