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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Cria a Dor - por Jeff Oliveira


A gente é tão confuso, confunde até confusão
Tem dia que parece noite e a gente esquece que tem coração
A gente não tem paciência e fala tanto o que não deve
Fala o que sente, o que não sente, acaba deixando as coisas mais breves

Criadores somos nós, cria dores nos outros,
criadores de nós, criamos dores na gente mesmo
Criamos e destruímos.
Creiamos que podemos ser metade e meia do que somos agora.

Creiamos, cresçamos, sejamos bem maiores que nossas indecisões,
maiores que nossas discrepâncias, nossos contrários.
Alimentemos o lobo bom.
Deixemos de ser cria dores e sejamos criamores, criadores.

 

Visitem Jeff Oliveira
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Dis dos Namorados - por Kbçapoeta

 


     Antigamente Julia, feminista e seguidora de Leila Diniz, detestava o dia dos namorados por não possuir um.
     Hoje ela não gosta da data porque além de ser uma data comercial inventada para o comércio vender mais para o gado (povão) ,  tem mais de um rapaz querendo ser sua cara-metade e ambos exigem sua presença nesse dia.
     Motivos não lhe faltam para querer estar só e continuar detestando a referida data comercial.
     Segundo a feminista, o dia dos namorados agrada apenas as mulheres banais ávidas por regalos de homem, afinal a carteira é dele.
     Fruto de uma sociedade consumista, capitalista e machista que condicionou a mulher ser  infeliz se possuir a carteira do casal, a fã de Leila Diniz que é mais abastada que os dois postulantes de seu amor, não vislumbra uma luz no fim do túnel de seu terrível drama.      
     Dinheiro, machismo e a liberdade sexual feminina modificaram para sempre as relações sociais, mas, preservaram os mesmos hábitos monetários. Os homens nunca mais foram felizes com ascensão feminina ao mercado de trabalho. Julia chora só diante do espelho embaçado de seu banheiro no dia dos namorados.




                                                  Visitem Kbçapoeta
                                                 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Covardia - por Raquel Aiuendi

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Covardia é não ter coragem de enfrentar a si.
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1º Período da Página 50 - por Ana


“- Eu acho - disse o homem do GRU* - que se resolvermos enforcar Khalkhali**, os americanos nos fornecerão a corda.”

O Negociador - Frederick Forsyth

 
Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?

 
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*GRU - Órgão responsável por todo o serviço secreto militar interno e externo, contra-espionagem e segurança interna dentro das forças armadas da Rússia.
**Khalkhali - Sanguinário juiz islâmico que assumiu o poder no Irã após a morte do aiatolá Khomeini.
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1º Período da Página 50 - por Kbçapoeta



"Desgraçado!"

O Sonho (Le rêve) - Émile Zola

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?

Visitem Kbçapoeta


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Ana


O Demônio do Escurial: vida e amores de Felipe II - Hermann Kesten

 
E você? Que livro está lendo agora?
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domingo, 24 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Alba Vieira


“O rei já estava falando, mas eu tinha que perguntar.”

 
A Seleção - Kiera Cass

 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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As Nossas Palavras VII - por Ana


Cuidado com teus falares,
Cuidado com teu silêncio,
Não traga, com tuas palavras,
A frieza ou o incêndio.
 
Cuida da tua boca,
Meta-te com teu nariz,
Investe em dias melhores,
Sempre faça alguém feliz!
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sábado, 23 de agosto de 2014

Einstein, a sua Carta e Deus - Enviada por Penélope Charmosa

 
Conhecida como a Einstein God-Letter,  foi escrita no dia 3 de janeiro de 1954, aproximadamente um ano antes de sua morte. Foi escrita à mão, em alemão, e era destinada ao filósofo Erik Gutkind, de quem ele havia lido a obra “Escolha a Vida: o apelo bíblico pela revolta”.


A palavra Deus é para mim nada mais do que a expressão e produto da fraqueza humana, a Bíblia é uma coleção de lendas honoráveis mas ainda assim primitivas que são, do mesmo modo, muito infantis. Nenhuma interpretação, não importa quão sutil seja, pode (para mim) mudar isso. Estas interpretações sutilizadas são altamente influenciadas de acordo com sua natureza e tem quase nada a ver com o texto original. Para mim a religião judaica, como todas as outras religiões, é uma encarnação das superstições mais infantis. E o povo judeu ao qual eu felizmente pertenço e com a mentalidade do qual eu tenho uma profunda afinidade não tem, para mim, qualquer qualidade diferente dos outros povos. De acordo com minha experiência, eles também não são melhores do que outros grupos humanos, embora sejam protegidos dos piores cânceres por falta de poder. De outra forma, eu não posso ver qualquer coisa "escolhida" a seu respeito.
 
No geral, eu acho doloroso que você clame uma posição privilegiada e tente defender esta ideia através de dois muros de orgulho, um externo como um homem e um interno como um judeu. Como um homem você demanda, de certa forma, uma dispensa da casualidade de outra forma aceita, e como um judeu o privilégio do monoteísmo. Mas uma casualidade limitada não é mais, de forma alguma, uma casualidade, como nosso maravilhoso Spinoza reconheceu incisivamente, provavelmente o primeiro a fazê-lo. E as interpretações anímicas das religiões da natureza não são, em princípio, anuladas pela monopolização. Com tais muros nós só podemos alcançar uma certa auto ilusão, mas nossos esforços morais não são melhorados por eles. Pelo contrário.
 
Agora que eu abertamente expus nossas diferenças em relação às convicções intelectuais, é ainda claro para mim que nós somos bem próximos no que se refere às coisas essenciais, ou seja, na nossa avaliação do comportamento humano. O que nos separa são somente proposições intelectuais e racionalizações na linguagem de Freud. Desta forma, eu acho que iriamos nos entender muito bem se falássemos de coisas concretas. Com agradecimentos amigáveis e os melhores desejos.
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Música da Patuléia - por Kbçapoeta

 




 Estou ouvindo Almir Sater e seu disco “Sete Sinais”.

   Disco com uma boa introdução, bom começo para assimilar a bela cultura da região centroeste. Cultura que está sendo sufocada pela indústria do entretenimento descartável.
   O dito sertanejo universitário, arrocha, funk e outras subcategorias musicais tem sua lógica calcada no descartável e consumo fácil.
   Claro que há exceção, Mc Leonardo, Katia com K e uma meia dúzia de gatos pingados, mas, a maioria está inconscientemente a serviço do consumo burro, fácil e esquecível. Sim esquecível, pois, o povo está com uma memória cada vez mais curta como um disquete dos anos 80.
   Antes de mais nada esclareço que o funk  citado nada tem haver com  o funk da música negra dos anos 70. Nada contra a indústria do entretenimento. Até por que é através do lúdico que será possível que será possível fazer as pessoas adentrarem em um universo cultural e intelectual mais amplo e complexo.
O problema reside nas massas adormecidas que consomem apenas entretenimento sem nenhuma pretensão de elevar sua cultura " Rir é o melhor e único remédio".
  O humor de bordão nunca saiu de moda. O palavrão causa catarse quando pronunciado pelas músicas sertanojentas das massas. Exemplo: bebo pra carai! A patuleia quase goza por pronunciar caralho disfarçadamente.
   E o que dizer de um senhor com mais de cinquenta anos, ares rudimentares de um trabalhador de fazenda cantando o refrão – “prepara...” da nova musa do funk, Anita.

  O senso comum está apodrecendo e nos cercando. O bom que tem porcarias que desaparecem como um passe de mágica. Michel Teló sumiu. Graças a Deus!
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Visitem Kbçapoeta
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Terra Nostra, de Carlos Fuentes - por Luis Eduardo





A do Benedito Ruy Barbosa é melhor.

Carlos Fuentes é frequentemente colocado em um altar ao lado de Mario Vargas Llosa e Gabriel García Márquez. Pode até ser que ele tenha o seu lugar, mas a julgar por "Terra Nostra", minha até aqui única experiência com sua obra, esse local está bem aquém do alcançado por seus colegas .
Ao longo de mais de 800 páginas, o autor mexicano leva adiante um enredo confuso em uma obra pretensiosa e que, a meu ver, não consegue chegar a qualquer objetivo. Que me desculpem os fãs de Fuentes, mas "Terra Nostra" por "Terra Nostra", melhor ficar com a do Benedito Ruy Barbosa.
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E você? Que resenha gostaria de deixar aqui?
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Visitem Luis Eduardo
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Ana


“Que o tempo se movia para uma consumação universal, quando todas as coisas estariam bem para todo o sempre e o caos deixaria de ser uma ameaça - esta noção não tinha lugar no pensamento egípcio.”

 

Cosmos, Caos e o Mundo que Virá: as origens das crenças no apocalipse - Norman Cohn

 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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Estou Lendo... - por Thassy


Estou lendo 3 livros ao mesmo tempo!

Assassins Creed: Renascença - Oliver Bowden
A Maldição do Tigre - Colleen Houck
Sherlock Holmes (Volume 1 - Edição definitiva) - Arthur Conan Doyle
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E você? Que livro está lendo agora?
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 ..................................................................Visitem Thassy
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A Seleção: trinta e cinco garotas e uma coroa, de Kiera Cass - de Alba Vieira



Oi, Natália!
Estou lendo este livro por indicação e insistência de minha sobrinha de 15 anos e, apesar de eu ter 57 anos, vi que era um ótimo livro desde as primeiras páginas!  E tenho certeza que esta história toca em muitos pontos importantes da realidade de todos nós e tem uma profundidade que vai muito além do que costuma aparecer na literatura teen.  Recomendo e, com certeza, vou ler os outros da trilogia.
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Resposta a comentário de Natália Bianchin em "Estou Lendo...", de Alba Vieira.
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Visitem Alba Vieira
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A Garota que Você Deixou Para Trás, de Jojo Moyes - por gih


Muita gente fala bem desse livro. Ainda não o li.
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E você? Que livro deseja comentar aqui?
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..........................................................Visitem gih
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Natália Bianchin


No momento estou lendo Capitães da Areia de Jorge Amado. Só que com a faculdade tá difícil avançar muito!! Mas tô achando excelente.


E você? Que livro você está lendo agora?
 
 
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Estou Lendo... - por Alba Vieira


A Seleção: trinta e cinco garotas e uma coroa - Kiera Cass

 
E você? Que livro está lendo agora?
 
 
...........................................................Visitem Alba Vieira
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O Futuro da Nação - por Tércio Sthal

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O futuro do país,....................................................................
Está em nossas mãos:....................................................................
Votar é um direito....................................................................
E dever de cidadãos.....................................................................
Não enfie seu voto no nariz.....................................................................
(Tércio Sthal)....................................................................
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.quem pode, pode, pátria mãe,
e quem tem juízo, obedece:
do poder para as sombras,
direito de rezar a prece.

Quem pode, pode, mãe pátria,
apetece a sombra do poder:
grandes tetas a amamentaram
cada insaciável ser.

Não são todos iguais perante a lei,
a lei jamais é igual para todos:
quanta coisa vã em nome de deus,
e no da liberdade, lama e lodo.

Justificativas para a impunidade,
imunidade, toga, e tergiversações:
poder sombrio e sombras sem poder,
apatia e anarquização das relações.
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.Visitem Tércio Sthal
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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Elileudo Júnior


O Bisturi de Ouro - Chaiene Santos
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E você?  Que livro está lendo?
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......................................................................Visitem Elileudo Júnior
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Ana

 
Cosmos, Caos e o Mundo que Virá: as origens das crenças no apocalipse - Norman Cohn
 
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E você?  Que livro está lendo?
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Ao que Passou - por Marília Abduani


O que um dia foi ventura
fez-se agora esquecimento
A canção virou lamento.
O que um dia foi poesia
fez-se agora tempestade.
Lembrança virou saudade.
O que um dia foi amor
fez-se agora a velha história.
Ternura virou memória.
O viver virou tormenta
Fez-se em treva a claridade.
Fez-se em derrota a vitória
um passo pra eternidade.

 

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Perdão - por Raquel Aiuendi

Perdão funciona como equalizador de forças convergentes ou divergentes. Através do perdão há o inverso (aparente) de grandeza, onde a vítima é mais forte que o agressor, onde a força é canalizadora e convidativa à equalização, onde efeito surpreende a causa como proponente de um novo efeito, tornando, assim, a causa da nova situação.
Sob a gerência da Lógica (Amor), o perdão é uma das disciplinas que se sujeitam a Ela. As relações são estabelecidas através da Lógica ou se desestabelecem pelo caos (ausência da Lógica), a ordem paralela que submete a desestrutura, a ilógica. O caos pode ser uma ordem paralela, mas jamais terá a grandeza da Lógica, uma vez que caos é perda da Lógica.

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domingo, 17 de agosto de 2014

O Não-lugar - por Kbçapoeta



          Belo final de tarde, eu, na estrada.
          Paro para vislumbrar quem vem e quem vai, desce ou sobe, parte ou chega.
          Dentre as opções anteriores, a maioria que está cruzando a estrada não vai ou vem, apenas ficam.
          São pessoas que são ou tornaram-se do lugar.
          Pertence a elas o chão e o desgaste do mesmo que elas lhe causaram entre suas eternas idas e vindas.
          Lugar, pertencimento, enfim, pertencer a um lugar parece algo simples, mas não é.
          O que nos prende a um lugar é tão sensível e tênue que é quase inexistente.
          Na verdade o lugar não prende ninguém, mas, as pessoas sim e as lembranças que elas causam.
          Do mesmo modo o que nos faz sair e repulsar algum lugar são elas, as mesmas pessoas e lembranças.
         São mágoas e más lembranças que nos fazem agir e tomar atitudes de mudança, muito mais do que a perspectiva de vitórias e prazeres.


          O que pode ocorrer também é que a pessoa pode estar causando mal para si mesma. Nesse caso de nada adianta trocar de endereço. É mais prático e saudável trocar de mentalidade.
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Visitem Kbçapoeta
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sábado, 16 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Alba Vieira


“Vozes do passado.  Na verdade, essas são buscas e virtudes do passado, mas que podem ser realizadas hoje de outra forma, com mais consciência, mais atenção, com os olhos abertos.”

 
Presente do Mar - Anne Morrow Lindbergh
 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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Visitem Alba Vieira
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1º Período da Página 50 - por Rudynalva


"Neguei com um gesto de cabeça. Eu me sentia mal, como se no simples ato de ir até ali tivesse revelado muito sobre mim. Olhei para o ponto às costas dele, onde Mistinguett continuava parada em meio ao seu grupo de amigos."
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 A Garota que Você Deixou Para Trás - Jojo Moyes
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Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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Visitem Rudynalva
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1º Período da Página 50 - por Mariana Ornelas


"Adam disse que não se incomodava em ter de se preocupar comigo, mas posso dizer que parte dele se importava sim."
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Se Eu Ficar - Gayle Forman
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Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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Não Há Distância Entre Nós - por Maria Isabela

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Não há distâncias entre nós… Se você permitir sempre serei: o vento que lhe refresca a pele, a árvore que lhe oferece a sombra. O pássaro que lhe alegra suas manhãs, o sol que lhe aquece o corpo, a lua que clareia sua noite, a estrela que lhe traz sorte, o mar que abre todos os caminhos, o rio que lhe inspira a mansidão, a montanha que lhe dá conforto com o céu, o porto sempre aberto a sua vinda. O teto que guarda as tempestades, a benção materializada em seus amigos, como vê não estou distante: Basta que você acredite em mim, caia no meu colo a cada instante a oferta. Apenas diga sim.
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Ana


“Algumas testemunhas, depondo em Nuremberg, declararam terem ‘ouvido falar nela’; nenhuma, porém, confessou tê-la visto.” [A respeito da “Ordem do Führer sobre a Solução Final”.]

 

Ascensão e Queda do III Reich (4º volume) - William L. Shirer

 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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Rubem Alves e os Debates - Citado por Soraya Rocha


As pessoas não debatem conteúdos, apenas rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Saudosismo II - por Jeff Oliveira


Conversamos noite a dentro sobre nós dois.
Ela lembrou de alguns momentos. Lembrei-me de outros.
Falei: “Lembra dessa música que você me mostrou? (We’re in heaven)
NUNCA mais esqueci.”

Ficamos conversando sobre o passado.
Ela me dizia sentir saudade, muita saudade. Eu dizia o mesmo.
E ficávamos naquela, como se um quisesse dizer alguma coisa para o outro,
Mas como a barreira do tempo e de nossas realidades presentes não deixassem,
Calamo-nos. Foi melhor... Quem sabe.


Indaguei se ela ainda guardava alguma de minhas poesias.
Ela disse: “Jeff, eu guardo todas as suas cartas. Todas.”
Enterneci-me e fiquei lisonjeado.
Ainda ouvindo aquela maldita música (We’re in heaven),
Comecei a lembrar de muitos momentos bons ao lado dela.
Das nossas conversas, dos risos, das discussões também.
Fui pra bem longe nos meus pensamentos.

Vi-me ao lado dela naquela sala, abraçando ou apenas olhando-a como se ela fosse uma deusa.
Inatingível, não alcançável. Alheia a minha história.
Sabia que minha vida jamais tangenciaria a sua.
Abruptamente, percebi minhas lembranças escorrerem pelos olhos.
Parei tão logo percebi.
Não podia mais chorar. Não depois de QUATRO ANOS.
Até mesmo porque nada havia acontecido.


MALDITO SAUDOSISMO esse meu.
Pobre coração o dos saudosistas. Vive de quimeras, daquilo que houve, do que foi e principalmente:

Daquilo que poderia ter sido.

 

Visitem Jeff Oliveira
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

120 Fucking Estrelas - por Juliana


Depois de muitos anos, eu finalmente consegui as 120 estrelas do Super Mario 64. Não por incompetência minha na infância, já que eu era razoavelmente boa nos jogos do saudoso 64, mas eu não tinha a fita e sempre que estava perto da façanha, o dono requisitava o cartucho de volta. Mas não desisti: depois de muito tempo consegui comprar o jogo e finalmente pude zerar.

Após essa pequena saga, me ocorre que Mario é um personagem muito curioso. Além de ter começado como um carpinteiro, chamado Jumpman, que tinha bigode apenas para ser reconhecido como humano, em um jogo do Donkey Kong, pode-se dizer que não tem história. Trata-se de um encanador baixinho e gordinho que vai salvar a princesa, que foi sequestrada por um quelônio gigante com espinhos nas costas, chamado Bowser, que possui os piores capangas do mundo. Quando você pensa que não pode ficar mais estranho, você percebe que Mario é o encanador mais inteligente e habilidoso da história. Já foi médico, pintor, piloto de Kart, lutador, exímio jogador de tênis, jogador de golfe e exerceu muitas outras atividades. Como se isso não fosse suficiente, vive indo para umas “party”. Mas, apesar disso, é o carro-chefe da Nintendo, o personagem fez da empresa essa gigante dos games.
Acho impressionante que, atualmente, com jogos tão elaborados, trazendo cada vez mais realidade e histórias cada vez mais envolventes, o Mario consiga sobreviver. Mas acredito que seja pela incrível jogabilidade e diversão que seus jogos proporcionam. Não é por acaso que depois do lançamento do Mario Kart 8 a venda do Wii U tenha aumentado.
Fico por aqui. Mas, assim como o Mario
(Que Mario?), eu volto em várias continuações, com várias temáticas diferentes.
 
 
Visitem Juliana
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A Língua de Eulália, de Marcos Bagno - por Kbçapoeta

 


     Um livro divisor de águas nas vias acadêmicas.
     A língua de Eulália mostra a riqueza cultural e o tênue poder que faz definir o que é certo ou errado no falar “oficial”.
     Bagno faz um breve relato sobre a origem linguística mundial e foca nos primeiros falantes brasileiros, ou seja, tupi, Guarani e suas adjacências, espanhol, português e árabe.
     A extinta língua geral, os rigores linguísticos, a força “inexplicável” da fala que molda o som  e o sotaque de cada região em uma linguagem leve e simples.
     Além dessa contribuição sincrônica da linguística brasileira, Marcos Bagno levanta a bandeira de um caminho ainda “demonizado” no meio acadêmico: Análise do discurso.
     Seja normativista ou não, língua de Eulália tornou-se leitura obrigatória para envolver-se nos meandros de nossa língua e fala.
 


                                                             Visitem Kbçapoeta


1º Período da Página 50 - por Ana


“Partiu depois para a frente ocidental, numa expedição inútil, qual a de ver se podia interessar o general von Witzleben na derrubada de Hitler.”

 

Ascensão e Queda do III Reich (3º volume) - William L. Shirer

 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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domingo, 10 de agosto de 2014

Ser Pai (Anônimo) - Mensagem enviada por Penélope Charmosa















Ser pai é ter compromisso.
E usar como artifício.
O seu jeito de amar.
É sentir muita alegria.
De estar em sintonia.
Como a areia e o mar.


Ser pai é um presente.
Que alegra e deixa contente.
A nação do mundo inteiro.
É como uma árvore atrativa.
Que dá fruto e cativa.
Lá no centro do canteiro.


Ser pai é a convicção.
De ter a preocupação.
De o filho ser vencedor.
No caráter e na verdade.
Manter sempre a humildade.
Cultivando sempre o amor.


Ser pai é perder o sono.
É sentir um cão sem dono.
Quando o filho está distante.
Mas que sempre trabalha duro.
Para garantir o futuro.
E o filho ser importante.


Ser pai é o extremo.
No mundo em que vivemos.
Nesse planeta sem brilho.
Com trabalho estressante.
Mas tem momentos marcantes.
Que são os abraços do filho.


Ser pai é um enredo.
Mas que não retrata o medo.
E tem alegria de monte.
É como um final de novela.
Seguindo num barco a vela.
A procura do horizonte.


Ser pai é acordar cedo.
E construir um brinquedo.
Com madeira e verniz.
Uma boneca ou um pião.
Uma pipa ou caminhão.
Só pra ver o filho feliz.


Pai tem que ser amado.
Além de tudo respeitado.
Do fundo do coração.
Pai é uma sensação gostosa.
Uma coisa maravilhosa.
Que não tem explicação.

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Homenagem aos Pais - por Jair Antônio Pauletto

Quando percebemos, é novamente dia dos pais. Uma data feliz e de extrema importância para todos, afinal, sem o nosso pai não estaríamos lendo este texto. Essa é uma data, assim como a do dia das mães, para reconhecemos a importância dessa pessoa na vida de cada um de nós. É impossível descrever seu significado, pois tem um valor pessoal único em cada filho e qualquer tentativa de dimensionar a importância do pai será sempre insuficiente, enfim, sem ele não existiríamos. Até mesmo se fôssemos fruto de alguma técnica de clonagem, a figura do pai é fundamental. Pergunte aos especialistas e eles irão enumerar a importância do pai na formação de um ser humano. Deste modo, não me atrevo a continuar descrevendo o seu valor e influência em nossas vidas, até porque muita gente mais qualificada que eu, como renomados poetas, filósofos e intelectuais já tentaram e apenas conseguiram se aproximar um pouco do verdadeiro valor de ser pai.
Nós, filhos, e principalmente filhos pais, temos que render todas as homenagens que nossa sensibilidade, criatividade e humanismo podem prestar a ele nesta data. Refiro-me, especialmente, aos filhos que já são pais, pois estes já experimentaram a maravilhosa sensação de ser pai e certamente passaram a reconhecer e principalmente compreender melhor a importância desta pessoa em sua vida. Não existe presente ou outra forma que possa recompensar, reconhecer a importância de um pai, a não ser abrir o coração e cobri-lo de amor agradecendo sua presença em nossas vidas. Neste dia, a relação deve ser intensificada e o amor prevalecer como um elo de renovação da vida de pai e filho.
Muito já se falou sobre esse homem, sua importância e seu papel, porém pouco se faz para reconhecê-lo. Uma data como esta não consegue retratar todo o seu significado, por isso temos que diariamente agradecer sua presença em nossas vidas e a melhor forma de fazê-lo é amá-lo, mas amar verdadeiramente, reconhecendo suas imperfeições e seus limites, assim como ele faz com os filhos; devemos respeitá-lo, não pelo seu conhecimento, mas pela sabedoria que o exercício da “função” lhe conferiu; sabedoria que lhe impõe deveres, que exige sacrifícios e lutas internas para melhorar-se, tudo para tornar-se ainda melhor e nos presentear com momentos gratificantes em nossa companhia.
Ser pai exige esforço, renúncia, dedicação e tantos outros sacrifícios e qualidades que não lhe permitem vacilar em nenhum momento, pois luta incessantemente para oferecer segurança e bem-estar a seus filhos e familiares. As atribuições de um pai vão além do limite da responsabilidade comum, por serem fornecidas pela consciência e orientadas pelo amor, portanto, podemos medir o valor de um ser humano pela sua consideração, seu carinho e sua relação com o pai, por mais que eventualmente esse relacionamento possa passar por atribulações, o reconhecimento de sua importância deve permanecer como o alicerce que edifica um templo de bons sentimentos.
Este é um domingo de alegria, de confraternização e de reconhecimento, no qual devemos deixar nossos corações falarem mais alto, expressar sem receio todo o carinho que temos por essa pessoa que nos proporcionou a oportunidade de experimentarmos a maravilhosa experiência de viver. As condições materiais não têm importância alguma por serem passageiras; não traduzem a verdadeira felicidade, mas o que realmente importa é a natureza do sentimento que nos une e, quanto se trata de pai, este sentimento é sempre o amor. A melhor forma que conheço para retribuir esse amor é com amor, aliás, amor é a melhor forma de retribuir qualquer sentimento, é a melhor e mais poderosa energia que podemos emitir.
Independente do sentimento que possas estar sentindo neste momento, saiba que num coração de pai sempre predomina um amor gigante; exigente; generoso, que embora, às vezes ou momentaneamente, possa parecer incompreensível, posteriormente mostra-se exato, preciso e fundamental para nossas vidas. É claro que ser pai exige equilíbrio, responsabilidade e disposição para melhorar-se. Não podemos ser bons pais sem disposição para aprender e crescer, assim como não seremos bons filhos com intolerâncias e prepotências.
A relação com o pai deve ser preservada por tudo o que ele significa, independente da personalidade. Ele desempenha um papel importante que precisa ser resgatado para a construção de uma nova sociedade, mas para que isso possa acontecer, cabe aos filhos reconhecer sua importância e homenageá-lo como realmente merece, não através de um par de meias ou um cinto novo, mas de um afetuoso abraço, de um beijo e principalmente por um gesto e uma palavra de amor. Neste domingo, tente quebrar qualquer barreira que possa estar lhe impedindo de abraçar seu pai e expressar todo o seu agradecimento, admiração e carinho, pois não existe nada melhor que libertar esse sentimento intrínseco entre pai e filho, pois, uma vez liberto, a vida começará a vibrar com mais intensidade e o amor irá unificá-los pra sempre. Feliz Dia dos Pais!



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Paixões - por Therezinha

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As paixões também envelhecem.
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sábado, 9 de agosto de 2014

Há Quem Diga que não Teme a Verdade, - por Tércio Sthal

 



E NUNCA FOGE DA LUTA,
MAS QUANDO INVESTIGADO 
TEM POSSÍVEL DESVIO DE CONDUTA,
A AMNÉSIA VEM, SEM DÓ, E INVADE.





CARPE DIEM
 
 
 
Nossos erros não podem nos dominar

Se, dispostos, nos pusermos a corrigir,
 
Se prosseguirmos com boa intenção,
 
Boas ideias e disposição para agir.

 

Se vivermos a vida intensamente,
 
Sem perdermos o foco e o interesse,
 
Seguindo em frente a nossa viagem,
 
Com fé e valorizando o presente.


 
Abrindo nossos olhos para ver
 
E nossos ouvidos para ouvir,
 
Abrindo nossa boca para falar
 
Sem medo de nos comprometer.

 

Fazendo tudo como deve ser,

Recebendo as críticas pertinentes

 
Que nos sirvam como contribuição
 
Para melhorar nosso desempenho,

 
E apontar alguns novos caminhos
 
Para engendrarmos ações conscientes.
 


Sabendo que mais vale uma crítica 
 
Que pode apontar a correta direção,

 
Do que elogios que podem nos trazer 
 
Prazer momentâneo e acomodação.
 

 
Sabendo que ninguém é tão bom
 
A ponto de não merecer críticas,
 
Nem tão mau que não mereça
 
Algum elogio ou alguma distinção.


 
 
Fortalecendo sempre a concepção

 
De que muita gente só é capaz

De apontar onde os problemas estão,

 
Mas poucos se dispõem a encontrar 
 
E aplicar uma possível solução. 
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Alba Vieira


Presente do Mar - Anne Morrow Lindbergh
 

E você? Que livro está lendo agora?
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...........................................................Visitem Alba Vieira
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O HOMEM INVISÍVEL - por Kbçapoeta



      O futuro de ontem que estamos vivendo no presente culmina com o aprimoramento das possibilidades de sermos encontrados a qualquer tempo, visíveis vinte quatro horas por dia.
      Quando surgiu o serviço do Messenger (MSN) da Microsoft muitos se perguntaram se ele poderia acabar com os modos tradicionais de comunicação ou  escrita.
      Óbvio que o MSN modificou e ampliou a comunicação entre as pessoas que participam e tem acesso ao mundo virtual.
      O MSN foi e hoje temos o SKYPE decadente que em breve dará lugar ao whatsapp, ou seja, não é preciso mais ter um computador para ter acesso e participar do mundo conectável.
      Estando conectado na web e disponível de manhã à noite, as pessoas participam de um Big Brother voluntário, sempre acessível e ao alcance de todos. Você pode ignorar ou não responder as mensagens, mas, você e os outros sabem e veem você ali.
      Acredito que redes sociais surgem e acabam para dar lugar a uma plataforma mais sedutora que também terá sua obsolescência abreviada pela urgência de lucros. Orkut e MSN são exemplos disso.
      O contrário também ficou possível.
      Se alguém não quer ser percebido, quer “sumir” socialmente, basta não estar conectado e interagindo com tais instrumentos.
      Não terei whatsapp quando acabar o Facebook para dar lugar a outra rede social mais moderna também não irei aderir.
      Vou me tornar oculto na sociedade digital. Serei o homem invisível digital.

      O homem moderno carece de solidão.




                                                                    Visitem Kbçapoeta
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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O Mago, de Fernando Morais - por Kbçapoeta


     Fernando Morais é um dos melhores biógrafos brasileiros e aceitou a difícil missão de biografar um “Vivo” como Paulo Coelho.
     Fernando Morais mostra um Paulo Coelho humano e passível de vários equívocos na vida.
     Paulo Coelho sempre teve obstinação de ser escritor. Obstinação essa que foi confessada por páginas e páginas de seu diário que o futuro escritor mantinha desde tenra idade.
     Paulo Coelho, filho de família de classe média alta carioca, primo de Raquel de Queiroz e sobrinho-neto de José de Alencar, imortal da Academia Brasileira de Letras.

     Drogas, homossexualismo, tratamento psiquiátrico à base de eletrochoque, fracassos, exitosa parceria com Raul Seixas que revolucionou o roque nacional, seitas demoníacas, um livro que não escreveu, atitudes no ostracismo até tornar-se um dos escritores mais lido, amado e odiado no mundo.


Recomendo
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