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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sábado, 30 de junho de 2012

Álvaro de Campos e a Porta - Citado por Ana

 
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta...
.Fernando Pessoa

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Quanto mais alta a árvore, mais profundas suas raízes.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012

A Propósito do Superdiagnóstico - por Alba Vieira

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Especialmente os médicos devem se acautelar ao procurar alguma coisa.
Afinal, sempre acabamos encontrando aquilo que buscamos com avidez.
Ainda que possa somente existir em nossa mente habitualmente perscrutadora e obsessiva.
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.Visitem Alba Vieira
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Algo Novo e Diferente Pode Acontecer - por Tércio Sthal

 












QUANDO DECIDIMOS E NOS DISPOMOS A FAZER.
(TÉRCIO STHAL)



SEMEAR A BOA SEMENTE


Vamos todos semear a boa semente,
vamos cuidar bem da nossa Terra,
e haveremos de colher flores e frutos,
e, juntos, celebraremos alegremente.

Preparemo-nos e, com fé, empreendamos,
decididos, para atingir o nosso objetivo,
relacionando-nos sem perdermos o foco,
e, sem adiar nossas decisões, construamos.

Ousemos aproximar sonhos e perspectivas,
idéias, histórias de vida, visões e valores,
de cada um dos nossos ideais, e da utopia,
para construir nova história, e darmos vivas.

Se preciso for transcender, transcendamos,
ousemos ultrapassar os limites da lógica racional,
caminhemos para além do óbvio, e invistamos
na construção do novo, mas não do produto final.

 

Visitem Tércio Sthal

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

(Sem Título) - por Laila Braga


Não sei o que acontece no resto do Brasil essa época do ano, mas por aqui Junho e Julho tem gostinho de volta pra casa...

Temperatura cai, guarda-roupas são renovados, velhos casacos saem do saco plástico e é possível ver toucas e luvas do inverno passado desfilarem majestosamente pelas ruas.


São João tem cheiro de roupa nova e naftalina.

Julho é encrenca minha, assumo. Afinal, mês de aniversário não tem muita graça depois dos 18 anos, mas Junho não! Junho é mês diferente... Junho tem trilha sonora no estilo “cheiro no cangote” e cara de romantismo ‘breguês’.

São João tem cheiro de pólvora e poeira.

“O maior amor do mundo é o meu, e ele é todinho seu”, pago pra ver quem é esse valente que não treme a ponta do dedo* quando ouve soar de qualquer lugar músicas como esta. E todas aquelas outras músicas que você não faz a mínima ideia de onde conhece, mas sabe toda a letra e sente um aperto estranho no peito? “Ainda me lembro do seu caminhar, seu jeito de olhar, eu me lembro bem...”

São João tem gosto de saudade e licor.

Essa é aquela época em que as pessoas literalmente voltam para casa. É período de visitar família, amigos e todos aqueles cantinhos que marcaram a infância.  Aprendi, por volta dos meus onze anos, que São João é sinônimo de matar a saudade. Lembro bem como a minha primeira paixão veio em um São João e durou bastante tempo (talvez ainda tenha um pouquinho dela aqui).

Não sei o que em mim parou no tempo, mas tenho uma parte do coração presa em festas juninas. Pena é, todas as sensações boas dessa época terem sumido. Passo esse mês na tentativa incessante de uma coisa que não existe mais, que não pode mais ser.

São João tem gosto de resgate e frustração, cheiro de pólvora, naftalina e saudade...
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Jacaraci, Bahia - 24 de junho de 2012.
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sábado, 23 de junho de 2012

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Vigília Inútil - por Marília Abduani

Nem valeu a pena
o dia ter nascido.
O céu cobrir-se em sonhos,
em sonhos repartidos.

Nem valeu a pena
o sol nascer mais forte.
Canção virou lamento,
arruinou meu norte.

Nem valeu a pena
o chão romper-se aberto.
A flor brotar, serena,
ter cor o céu deserto.

É hora quase obscena,
não vale o amanhecer.
Nada valeu a pena
nem mesmo amar você.
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Antonio Cícero: “Sair” - Enviado por Penélope Charmosa

 


Largar o cobertor, a cama, o
medo, o terço, o quarto, largar
toda simbologia e religião; largar o
espírito, largar a alma, abrir a
porta principal e sair. Esta é
a única vida e contém inimaginável
beleza e dor. Já o sol,
as cores da terra e o
ar azul — o céu do dia —
­mergulharam até a próxima aurora; a
noite está radiante e Deus não
existe nem faz falta. Tudo é
gratuito: as luzes cinéticas das avenidas,
o vulto ao vento das palmeiras
e a ânsia insaciável do jasmim;
e, sobre todas as coisas, o
eterno silêncio dos espaços infinitos que
nada dizem, nada querem dizer e
nada jamais precisaram ou precisarão esclarecer.
 

In “A Cidade e os Livros”, p. 77.
 
 
 

As Botas do Diabo - por Leo Santos


Uma expressão comum nos meus existenciários interioranos, é mandar um desafeto para os “cafundós do Judas”. A ideia é de um lugar distante, inóspito, indigno, onde deve o nefasto ex-apóstolo, morar.
De onde teria surgido essa cultura contida no imaginário popular? Será que a dignidade de um ser humano associa-se, necessariamente, ao seu habitat? Na verdade, o dito cidadão era o tesoureiro do cristianismo em gestação, se bem que, Cristo, nunca deu a mínima para dinheiro.
Em seus bordejos, Judas esteve no Sinédrio negociando a venda de seu Mestre, de modo que frequentava lugares elevados, antes que viver em cafundós.
Outros, desejando “exorcizar” desafetos mandam pra onde “o diabo perdeu as botas”, possivelmente, o mesmo lugar. Na verdade, o diabo frequenta púlpitos, e Judas mora no Congresso. A diferença é que domou antigos escrúpulos a tal modo, de substituir a forca pelos discursos sofísticos.
Isso de associar a condição moral ou espiritual ao “status quo”, à condição social de alguém, jamais derivou dos ensinos de Jesus; Ele disse: “acautelais-vos da avareza, pois a vida de qualquer um, não consiste na abundância do que possui.” Daí, que se pode viver nos “cafundós” e ser íntegro, santo.
Alguém disse, acho que foi Einstein, que “a tradição é a personalidade dos idiotas”. Discordo em parte, pois há preciosidades mantidas atavicamente; porém, repetir coisas sem pensar, apenas porque as ouvimos, nos coloca sob aquela pecha. Como disse Henri Ford, “pensar é trabalho mais duro que há; essa, talvez, seja a razão porque tão poucos se dedicam a isso.” Quando li duvidei, depois, “trabalhei” um pouquinho e me refiz.
O drástico é que grande parte do neocristianismo explora a miséria social como filão, prometendo céu na terra em troca de grana, a uma geração estúpida por não trabalhar os neurônios. Ah, se pensassem um pouquinho! Mandariam essa choldra para os cafundós do Judas...

Visitem Leo Santos
 
 

Linguagem do Corpo - Enviado por Vera Celms


Neste vídeo, trata-se de um assunto bastante controverso, como doenças psicossomáticas, depressão, angústia. Ouçam! Informação não ocupa espaço e pode “salvar” o convívio com as pessoas, seja conosco ou não.
Eu ouvi e classifico como imperdível.
Ainda que não acredite na LINGUAGEM DO CORPO, ela existe e pode ajudar a encontrar caminhos.
Beijos.

 




Visitem Vera Celms
 


 

Noite Estrelada: A Poesia Me Move - por Jeff Oliveira

 
Van Gogh - Noite estrelada

De fato, a poesia me consome, tal qual fera, bicho feroz que crava as garras na presa
e não a solta até que tenha lhe aproveitado o último membro, o último gole.

Poeta? Não. Vítima dos versos, repentes, canções.
Vítima e, às vezes, predador.
As palavras sabem muito bem disso. Como as maltrato, vez ou outra.
Por fim, uno-me aos signos, à etimologia, aos quadros por trás de cada frase e cada letra.
Lembro agora daquela moça amiga, de vestidos únicos, de cabeleira negra, mais que a graúna ou qualquer outro ser da noite. Ela que passou espalhando elegância outrora.
A frase dela: “Respira fundo e escreve!”
Visitem Jeff Oliveira
 
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Triste Fim de Alguns - por Adir Vieira

Numa roda de amigas, três delas casadas e, como eu, com os maridos já mais velhos e dando sinais de envelhecimento, tudo girava em torno da paciência que tinham que desenvolver para aturar as manias que agora se apresentavam em profusão e incomodavam por demais seu dia a dia. Suas reclamações não eram simples reclamações, mas sim deixavam transparecer um desejo latente de se verem livres daquelas “malas” em suas vidas.
Como se fosse um discurso já treinado, enumeravam coisas iguais - como um rádio com o som muito alto, dificuldade de usar roupas mais novas, formas indevidas de comer em público, dificuldade de ouvir o que elas diziam e, sobretudo, um hábito diário de isolamento delas - e nenhuma apreciação por saídas em grupos, coisa que as fascinava.
Ouvia eu muito atenta aquilo tudo e tristonha me perguntava: onde está o amor incondicional?
Constato que é comum as pessoas amarem o bom, o fácil, o perfeito e lamento profundamente que um homem que muitas das vezes foi o provedor único dos desejos daquela mulher, nem de longe disconfie que agora, um pouco mais alquebrado, possa servir de chacota no seu próprio meio social e familiar.
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.Visitem Adir Vieira
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domingo, 17 de junho de 2012

Adaptações - por Gio

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Acabei de ver “Anjos e Demônios” no cinema, e a constatação que eu fiz foi: é outra história. Não, aquilo não é o Anjos e Demônios que eu li há uns dois anos. Digo, tem o mesmo storyline principal, o Langdon tá lá e tal, mas... Mudaram muita coisa. Não houve só adaptações para diminuir o tempo; houve alterações totalmente sem necessidade, por puro capricho ou vontade de inovar do diretor.
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.[Os parágrafos a seguir são um desabafo, e portanto contém spoilers. Quem não viu o filme ou leu o livro, pode pulá-los.]

O filme já começou mal: Leonardo Vetra ganhou um nome novo, e deixou de ser pai da Vittoria. O fax que mandaram ao Vaticano não tinha o corpo dele com a estampa a ferro escrita “Iluminatti”, somente o símbolo impresso. Ridículo.

O diretor do CERN... Cara, o diretor do CERN! O velhinho da cadeira de rodas! Ele nem aparece no filme! É ele que tem a conversa com o carmelengo, e obtém a confissão (e não o chefe da guarda suíça, que a essas alturas já tinha ido pro espaço!). E o que o Langdon consegue com ele é uma câmera, e não uma chave para um monitor high tec.

Falando da cena da confissão... O que fizeram com o Diamante Iluminatti? Transformaram o negócio em duas chaves cruzadas, que nem formam um ambigrama. O segundo ambigrama mais legal do livro (“Water” ainda ganha, pra mim) foi desprezado. Triste, triste, triste...

E esqueceram de mencionar que o Robert sobe no helicóptero também, e salta usando seu casaco para amenizar a queda. Pelo amor de deus, a cena em que o Langdon se estabaca no rio é prenunciada desde o início do livro. E me cortam ela do filme.

A Vittoria não foi sequestrada, isso até dá menos agonia. Mas o último dos preferiti não sobrevive - quem é eleito é o Eleitor do conclave, como quase aconteceu no filme. E o carmelengo não era pra pegar fogo no interior da igreja: deveria pegar fogo em cima do telhado, pra todo o povaréu ver.

E, que moleza, hein Tom Hanks? Receber a localização do covil pelo cardeal quase inconsciente. O Langdon do livro pena sozinho, desvendando mais e mais pistas, e quebrando a cabeça, para descobrir onde os preferiti estavam presos.

Só houve uma alteração que eu acredito ter algum motivo maior: a de omitirem o fato de o Papa antigo ser pai biológico do carmelengo, concebido por proveta com uma freira. Digamos que isso poderia (arranjar confusão com) ferir a Igreja.

[Fim do spoiler.]
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Toda vez que se adapta um livro para o cinema, é sempre a mesma coisa: felicidade de quem nunca viu, choradeira e decepção de quem leu o livro. Foi assim com Harry Potter, O Código da Vinci (do próprio Dan Brown) e, mais recentemente, O Caçador de Pipas. Diria até que o Código da Vinci desapontou os dois, pois eu vi antes de ler o livro e achei muito meia-boca.

Adaptações são feitas, na maioria das vezes, porque transcrever integralmente o conteúdo de um livro deixaria o filme com 8 horas de duração. Então, em vez de fazerem uma série de 8 capítulos fiel e com qualidade, os diretores preferem picotar o roteiro, e modificar cenas fundamentais, para poder caber em 3 horas.

Em outros casos, diretores adaptam o filme para dar a sua visão à estória, e para torná-la algo diferente, desprendido da estória original. Mudam os personagens, mudam partes do enredo, mudam o final. Muitas vezes, o resultado é muito bom - como esse -, só que...

Os fãs do livro não esperam isso. Eles não querem uma nova visão. Eles querem a encarnação do enredo e dos personagens que eles conhecem. A cada elemento mudado no filme, tem-se mais um protesto indignado, mais um comentário desapontado de um fã que não recebeu o que queria. E é assim que eu me senti, desapontado em certos aspectos, embora em outros eu tenha sido satisfeito.


Meu veredicto? O filme é bom, muito bom mesmo. Bem feito, o storyline manteve-se coerente mesmo com as adaptações, e não houve cortes ou “podas”. É um ótimo filme de ação e suspense pra quem não leu; agora, quem leu vai sofrer...
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.Postado, originalmente, em 09/06/2009.
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.Visitem Gio
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

É Pra Virar Homem-bomba! - por Davi Rodrigues


É DURO SER ÁRABE...

Me enviaram e achei ótima, pois nunca tinha pensado nisso...

“Todo o mundo se pergunta:
- Por que para os terroristas árabes é tão fácil se suicidar?
Aqui estão as 21 possíveis razões.

É proibido:
01º - Sexo antes do casamento;
02º - Tomar bebidas alcoólicas;
03º - Ir a bares;
04º - Ver televisão;
05º - Usar a Internet;
06º - Esportes, estádios, festas com mulheres;
07º - Tocar buzina;
08º - Comer carne de porco;
09º - Música não religiosa;
10º - Ouvir rádio;
11º - Barbear-se;

Além disso:
12º - Tem areia por todos os lados e nenhum buggy para se divertir;
13º - Farrapos em lugar de roupas;
14º - Come-se carne de burro cozida sobre bosta de camelo;
15º - As mulheres usam burka e não dá para ver nem a cor dos olhos;
16º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto é visto só na procriação;
17º - Sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com a mulher vestida com o shake;
18º - Reza-se para Alah:
- 06:00 às 09:00
- 12:00 às 15:00
- 16:00 às 18:00
- 21:00 às 00:00
- ao pôr do sol;
19º - A temperatura básica nos países árabes é entre 45º e 58º (em alguns lugares até mais altas);
20º - Para economia de água, banho apenas uma vez por mês, nas partes mais sujas (pés).

E finalmente:
21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o paraíso e terá tudo aquilo com que sonha!

Fala a verdade... Você também não se mataria???...”


Assinado:
BUDA GUEU BARIU
  

Visitem Davi Rodrigues
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Antonio Cícero e a “Canção do Amor Impossível” - Enviado por Penélope Charmosa

 


Como não te perderia
se te amei perdidamente
se em teus lábios sorvia
néctar quando sorrias
se quando estavas presente
era eu que não me achava
e quando tu não estavas
eu também ficava ausente
se eras minha fantasia
elevada a poesia
se nasceste em meu poente
como não te perderia?
 
In “A Cidade e os Livros”, p. 43.
 
 

domingo, 3 de junho de 2012

Ah! O Apagão! - por Adir Vieira

Naquele dia, às 22 horas preparamos o quarto para fugir do calor. Como de hábito, ligamos o ar-condicionado e, da sala, esperávamos o tempo hábil para a refrigeração, quando após apenas quinze minutos da meia hora que deveríamos aguardar, veio o apagão!
Apressamo-nos a correr para desconectar todas as tomadas antes que a volta repentina da luz estourasse os equipamentos elétricos.
Após esse feito, ficamos no aguardo do retorno da energia elétrica que, não fossem as notícias da CBN pelo rádio de pilhas, não saberíamos que não voltaria tão logo.
O fato, por si só, já mandou pra bem longe o meu sono, antes já instalado. Tenho perfeito horror a escuro. Sou daquelas que, mesmo estando no vigésimo sono, se a lâmpada da cabeceira se apagar, acordo de pronto. Como tudo nessa hora acontece, as pilhas da lanterna tão pouco usada não funcionaram e recorremos às “velas”. Quatro grupos de castiçais queimavam as únicas velas restantes, coisa que durou mais de seis horas.
Por mais de duas horas, o ar fresco na varanda permitiu que ficássemos repousando ao aguardo. Passado esse tempo, resolvemos entrar e tentar dormir. Meu marido logrou êxito, mas eu, como já esperava, não. Tenho pavor de velas acesas dentro de casa e, com isso, fiquei imóvel ao seu lado, com o cuidado de não acordá-lo com minhas reviravoltas na cama.
Eis que exatamente à uma e vinte da manhã, horário marcado no meu celular, a secretária eletrônica soltou um grito de no message que me arrepiou inteira. Recuperei-me e decidi apagar as luzes da cozinha e banheiros que ficaram acesas não sei porquê e ligar a geladeira.
Tão logo conclui meu feito, sem qualquer aviso tudo se apagou de novo, me deixando em pânico naquele breu e sem velas na mão. Foi um percurso interminável da cozinha ao quarto e, achando a cama, deitei-me de novo, quando lembrei que teria que voltar para, novamente, desligar a geladeira. Rezei, me benzi e lá fui eu. Já mais calma, retornei ao quarto, deitei-me e ali fiquei até as três e quinze da manhã, quando voltou a luz. Claro que aguardei uns quinze minutos para religar a geladeira...
Lembro que só consegui concatenar o sono por volta das quatro e meia da manhã.
Nos dias seguintes só se falava nisso e os incompetentes a quem estamos entregues estão tentando discutir o que houve. Só no Brasil!



Visitem Adir Vieira
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Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Estiara.
As estrelas haviam sido restituídas ao véu escuro da noite. E até parece voltavam lavadas pela chuva.
Eu ia sozinho e calado, tão feliz com o friozinho que fazia, ia tão silente e receptivo que acho que ouvi uma estrela dizendo a uma poça dágua da rua:
- Está bem. Eu fico contigo, sim. Mas só enquanto tu estiveres assim, tranquila.
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Lembrem-se ou ainda São dos Menores Poemas as Mais Amargas Lembranças - por Flavio Braga

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Lembrem-se de Carajás
e também de Vigário
Não esqueçam da Candelária
e de outros massacres menos cotados.



Visitem Flavio Braga
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sábado, 2 de junho de 2012

Alberto Caeiro e a Aprendizagem - Citado por Ana

 
Preciso despir-me do que aprendi.
Desencaixotar minhas emoções verdadeiras.
Desembrulhar-me e ser eu!
Uma aprendizagem de desaprendizagem...
.Fernando Pessoa

sexta-feira, 1 de junho de 2012

AIDS: Esta Luta Também é Sua - por Mari Amorim

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Faça o teste: é grátis e confidencial.
.Não tenha preconceito, converse com seu parceiro.
.As mulheres têm sido as maiores vítimas, conforme estatísticas com parceiros fixos.
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Esta luta é de todos!.Beijos. Boas energias!.

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.Visitem Mari Amorim
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