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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
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segunda-feira, 2 de março de 2009

Agatha Christie - por Ana

Já li quase todos os livros de Agatha Christie. Foi há muito tempo, numa época da minha vida em que pude lê-los em sequência. Por ter lido um após o outro, a partir de um determinado ponto pude ver que ela segue uma forma de pensamento e exposição que é quase como uma fórmula (não é pejorativo) e deixa entrever muito claramente quem é o culpado. Mas, ainda assim, adoro a Rainha do Crime!



Resposta a “O Caso dos Dez Negrinhos”, de Alba Vieira.
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E você? Que autor você adora?
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Se Segura, Insegura! - por Alba Vieira

Insegura, se segura!
Paciência tem limite!
Se fez da minha vida um chiste,
Te aviso: lucidez existe!

Vê fantasmas por todo lado,
Ouve coisas que não falei,
Compõe cenas, sonha adoidado
E diz sempre que eu provoquei.

Já nem posso olhar pro lado,
Se é mulher, sequer responder...
Pronta pra armar barraco,
Termina por me endoidecer.

Mas não te permito o controle
Que é a arma dos fracos, que eu sei.
Corre, procura ajuda,
E eu te deixo, que já cansei.


Inspirado em “Teu Ciúme”, de Casé Uchôa.
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S. Ribeiro

S. Ribeiro, nascido em 88, taurino, mas sabe que existem jugos de outros signos, mais relevantes. Escreve desde os 14 e se juntasse todas as porcarias e pérolas de sua jornada literária, poderia já ter uns 5 livros, no mínimo. Mas esperou e esperou, tentou e retentou, absorveu e analisou, e passados alguns anos, 2 especificamente, conseguiu reunir um conjunto de poemas que, segundo o próprio autor, refletem alguma maturidade. Por enquanto este livro terá seu nome em sigilo até uma publicação.
Vem participando do Poemará, o Festival Maranhense de Poesia, desde 2006.
Não é um mau poeta, só é um poeta torto. E inconstante, ferido e escondido. Apesar do medo, não se deixou abater (por enquanto) com o não reconhecimento de seus recentes trabalhos. É de um estilo diferente e por aí vai crescendo...
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Epitáfio do Papa-defuntos - por Ana

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E chegou a minha vez...
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Refletindo... - por Yuri

Sinto que estou rodeado de pessoas mortas, e este infinito vejo que só me traz você.
O que realmente as pessoas podem sentir?
Ninguém sabe, afinal ninguém está dentro de ninguém.
E em seu vazio encontrei minha razão.
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Chove... - por Raquel Aiuendi

A chuva chove
Mas não lava meu coração
Impermeável que é meu corpo
Mas a chuva
Chove nos olhos da multidão
E não molha, mas...
Inunda seu coração.
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Geise Meireles

Cidade Goiânia
Estado Goiás
Idade 20 anos
Profissão Estudante
Influências Noah Gordon, Machado de Assis, Stephenie Meyer, Flávio Carneiro, Marina Colasanti, Jane Austen...
Hobbies Estou em profunda sede por conhecimentos, nesse momento estou deslumbrada por línguas. Encontrei um site muito interessante de se aprender línguas novas (livemocha.com) e a cada dia me impressiono com a diversidade que o ser humano impôs ao seu mundo! É impressionante, não é mesmo? Fora isso, posso resumir que os meus interesses para ocupar o pouco tempo livre são bem diversificados. Amo colecionar arte, seja ela a arte de escrever, de falar, de pintar, de desenhar, de cantar, tocar, esportizar (neologismo meu), enfim, tudo o que nos faz sorrir sem ter motivo para tal ato.
Trabalhos Primeiro trabalho como escritora Alana, seis composições (voz e violão), quadros com pinturas acrílicas e a óleo e campeã de handball (Copa do banco BEG de Goiás - 2003).
Blog Convulsões de ideias - “Alana”
Descrição Eu vicio em muitas coisas boas e trabalho intensamente para que os sonhos/metas/objetivos sejam alcançados. Vivo colada com o desafio, por opção, penso que ele nos faz provar muito mais dos próprios limites. Corrijo, ninguém tem limites! Isso seria definir algo que não se define, por exemplo, em cada competição de natação, vôlei ou handball eu tive um limite diferente. Creio que podemos suportar mais do que imaginamos e acreditando nisso não imponho a palavra desistência no meu dicionário, eu apenas “mudo de opinião”. Alguns acham isso uma qualidade, outros já condenam, esperneiam e sempre dizem “cabeça dura é assim”, realmente sou, mas sem tons pejorativos para a expressão, por favor! Tenho sangue quente que vem de gerações italianas, não omito um sorriso quando estou eufórica e muito menos me importo com etiquetas na hora de abraçar e demonstrar carinho, embora tenha em mim muitas recalcadas expressões. Enfim, adoro ser, todos os dias, várias variações de mim!
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Realidade Pau-de-arara - por Alba Vieira

É macaxeira
E pau na moleira,
Cabeça chata.
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As Fases da Separação - por Ana Maria Guimarães Ferreira

Decidi. Não consigo mais contigo conviver
Mas fico pensando que as coisas
Não estavam tão ruins assim
Apenas não conseguia mais viver
Com você tão perto de mim…

Decidi. Não quero mais te ver
Não quero mais o teu rosto junto ao meu
quando acordo
Tua barba roçando em meu queixo
Teus lábios beijando meus lábios
com gosto de mentira
A sensação estranha e inquieta
de fracasso…
De quem é a culpa? Me pergunto.
Fico pensando nos projetos de vida
que fizemos juntos
e que não deram certo…
Onde errei? Onde erraste?
Por que eu?
Onde errei, meu Deus?

Sinto-me perdida, rejeitada
Sinto-me feia, desinteressada.
Tenho medo de tentar e não saber mais ser feliz
Tenho medo de te ver e te saber infeliz.

Tem dias que acordo assim feliz,
sorridente, alegre, confiante.
Mas tem dias em que meu céu fica nublado
como se vivesse num sobe e desce.
Como se a vida fosse uma montanha russa.
E eu me sinto um judeu errante
a caminhar na mesma estrada,
todos os monótonos dias
E aí vem a vontade cigana
de parar, mudar o rumo,
bater em retirada…

Conheço-te tão bem, tão profundamente
Que me é difícil fazer de ti um estranho
quebrar nossos vínculos me parece tão demente,
unir nossos corpos me dá a certeza de ser tão insana.

Não quero sentir ódio e nem fazer revanche.
Quero pensar em mim, na decisão que tomei.
Nada de brigas, de revoltas, de vingança.
O que passou, passou e eu sei que te amei.
Amei-te homem, amei-te menino, amei-te criança.

Mas cansei e decidi. Quero cair no mundo
Voltar a ser sozinha, buscar de novo a paz
Que você tirou de mim há muito tempo atrás
e que só agora percebo a falta que me faz…

Devagar começo a me acostumar
A ver estrelas sozinha
A ver o mundo de novo cor-de-rosa
A ver a lua inquieta em polvorosa
A me ver faxinando nua, os sentimentos teus.
Velhos e gastos e empurrando para baixo
Do nosso usado e estragado tapete da vida.

Decidi enfim agir, sair da inércia
decidi enfim tomar as rédeas da ação
Quando nada mais resta de um amor tão grande,
Resta a dignidade de uma separação.

Não sintas raiva de mim assim como eu
Não quero sentir pena de ti
Quero que apenas me entendas
Quero apenas poder ter a chance
De começar de novo
de ser novamente feliz

Como na música que tanto ouvi:
“Sem o teu carinho
sem os teus abraços
sem tuas mentiras
sem os teus fracassos”

Permita-me começar de novo
permita-me ser uma nova mulher
quero ter um novo amigo
quero ficar de bem comigo
por isso e para isso te digo:
Vai, pois de ti nada mais preciso!
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A Dança das Letras - por Clarice A.

Apesar de há tanto afastadas
Atenderam ao meu chamado
Vieram tão rapidamente
Numa estranha dança tribal
Combinando e descombinando
Palavras estranhas formando
Letras! Queridas letras!
Vamos parar de dançar
Todas nos seus lugares
Preciso me organizar
Acho que brincam comigo
Nem sei se ainda consigo
Tudo que quero, expressar
Mas não desisto tão fácil
Domá-las é minha missão
Quero-as na ordem correta
Da realidade ou ficção

Finalmente acalmadas
As ideias clareando
Vêm na ordem da chamada
Palavras certas formando
Escrever é terapêutico
Conselho sábio da Alba
Que me apresso a ouvir
Conselho se dá, não se vende
Quando é bom, melhor seguir

Aviso que estou chegando
Pra vocês quero contar
Causos, historinhas, bobagens
Que façam rir ou chorar
Do Duelos participando
Agora vim pra ficar.
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A Semelhança Entre Dono e Cachorro - por Escrevinhadora

Não tenho nada contra os cachorros, mas concordo em número, gênero e grau.
Em alguns casos (a maioria deles, felizmente) a semelhança é cômica.
Mas há alguns outros em que a parecença vira simbiose e aí fica difícil saber quem é o dono e quem é o cachorro.


Resposta a “Cara de Um, Focinho de Outro”, de Alba Vieira.
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Poty


Moro em Caxias do Sul, tenho 46 anos, sou casado e tenho um filho.
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Trabalho como almoxarife e tenho curso superior incompleto de Teologia Pastoral.
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Já atuei em vários movimentos sindicais e sociais no Rio Grande do Sul.
Também em movimentos sociais em Natal (RN),
incluindo trabalho de artes, peças teatrais, trabalho em madeira etc.
Fui seminarista da Companhia de Jesus em Fortaleza (CE) e Mataripe (BA), quando desenvolvi trabalho cultural e de educador popular.
Em Fortaleza, fui assessor da Pastoral de Juventude e desenvolvi um trabalho de recuperação com menores na Bahia.
.Meus signos são Libra e Aquário!
Nasci em 17/10/1962,
mas meu pai me registrou em 17/02/1963!
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Amor - por Raquel Aiuendi

Quero amar você
Me afogar
Depois emergir
Nem sei se vou conseguir
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