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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Tecnologia da letra






       A tecnologia pode ser entendida como a aplicação do conhecimento do homem para a resolução de um problema ou dificuldade. Independe da época ou situação cultural em que ele esteja inserido.
      Quando certa tecnologia é descoberta e divulgada para os demais, acarreta em mudanças irreversíveis na sociedade, e, o tempo em que ela não existia torna-se um marco ultrapassado, enfim, cria-se um novo paradigma.
      Um exemplo de tecnologia que ampliou as possibilidades foi a invenção da tipografia por Johannes Gensfleish Zur Laden Zum Gutemberg.
      A tecnologia desenvolvida por Gutemberg mudara para sempre a forma como os homens relacionavam-se com a informação e o conhecimento. Através de Gutemberg, os livros, manuscritos, possuídos por poucos, disseminaram-se em proporção  nunca antes imaginada, o que contribuiu muito para o desenvolvimento da moderna economia baseada no conhecimento.
      Concomitantemente com a proliferação do conhecimento, que antes calcava-se na oralidade para ser transmitido, o invento de Gutemberg fez o homem valorizar mais a imagem que o som, em outras palavras, o homem “auditivo” tornou-se “imagético”, por que o conhecimento que era oral passou a ser adquirido pelas imagens fornecidas pela letra da palavra impressa.
      Marshal Mc Luham em seu livro A galáxia de Gutemberg já apontava na década de 60 as mudanças que a tipografia causara no homem. O fato de o livro impresso ser produzido em grande escala, atingindo um número maior de leitores, fez o ser humano direcionar seu foco de entendimento, especializar-se em apenas um segmento do conhecimento, fato inimaginado antes da invenção da prensa.
      Os homens “multifuncionais” da renascença, como Leonardo da Vinci e outros, não se desenvolverão na era pós Gutemberg. O homem especialista é o que imperou e continua até nossos dias.
      O fato de a palavra impressa ter mudado o modo de o homem perceber e produzir conhecimento também fora o responsável por criar inventos em proporções que ultrapassam, em muito, os inventos criados antes da era gutemberguiana.
      Se por um lado a tecnologia da prensa fizera o homem produzir inventos em escala geométrica, por outro, fez esse mesmo homem isolar-se no que chamamos de aldeia global. O homem “gutembergueano” isola-se em sua especialização, dialoga apenas com seus pares, dificilmente expande seus conhecimentos devido ao individualismo trazido pelo livro impresso.
      Antes da invenção da prensa, a leitura era feita em voz alta e na maioria das vezes era uma ação coletiva, após a chegada do livro impresso, ocorreu o contrário, e, até os dias de hoje, as imagens das letras impressas no livro fazem o homem isolar-se para obtenção de conhecimento e, com isso, alterar sua interação social.
      A tecnologia contribui em muito com o desenvolvimento do homem, mas seus efeitos isolacionistas podem ser observados. É possível afirmar que as contribuições foram mais positivas que negativas na atual sociedade em que a imagem adquiriu mais importância que o som. Sociedade “gutemberguiana”.



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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

As Doutrinas Secretas de Jesus – H. Spencer Lewis - por - Kbçapoeta








       Neste Livro H. Spencer Lewis relata os resultados de sua pesquisa das doutrinas de Jesus Cristo.
      Lewis utiliza excertos da bíblia cristã para embasar suas afirmações sobre os rituais e a forma como Jesus ministrava seus ensinamentos.
      Segundo o livro, Cristo formou uma hierarquia para ter maior abrangência de suas ideias e doutrinas. As pessoas eram classificadas conforme sua instrução e curiosidade para temas abstratos, políticos e metafísicos. As parábolas é o primeiro resultado disso.
      O trabalho do escritor afirma que cada apóstolo do Nazareno tinham sob sua responsabilidade dez pessoas altamente capacitadas na missão de difundir o cristianismo, totalizando em cento e vinte pessoas.
      Cada adepto da doutrina de Cristo tinha um ensinamento diferente, conforme o grau de instrução era possível receber um tipo de discurso e ensinamento. Para as pessoas instruídas havia ciência e cultura, para pessoas mais humildes bastavam parábolas, afinal, as pessoas queriam humildemente estar em paz com Deus e fazerem as coisas certas.
      Esse trabalho é uma sequência de “A vida Mística de Jesus” e, atribui a doutrina Cristã uma continuação da doutrina dos Essênios, que, consequentemente eram os idealizadores da “Fraternidade Branca”.
      O fato de H. Spencer Lewis ter sido em vida imperator da Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC) pode deixar uma sombra de descrédito em sua obra, mas, permite um olhar sob outro prisma do notável Jesus Cristo.




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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

DESAGREGAÇÃO - George Parcker-por- Kbçapoeta








     George Parker em “Desagregação” amealhou depoimentos de cidadãos norte americanos que relatam sua experiência com a política norte americana e sua percepção de mundo.
     A cidade de Tampa, costa oeste dos estados unidos foi cenário da real catástrofe da bolha norte americana.
     O resultado de um país que deixou de produzir bem para mergulhar de ponta cabeça no rentismo. O mercado resolveria tudo, afinal os estados unidos é a potência do mundo. O baluarte do capitalismo só não contava com a bolha imobiliária norte americana.
    Depois da crise do Lhemann Brothers  o conservadorismo liderado pelo Tea Party só cresceu, a desagregação era inevitável.
    Devido a uma “esquerdofobia”, qualquer ação governamental que tive tópico ecológico era considerado de esquerda e contra os  norte americanos.
   Concomitante a esse cenário, Dean Price consegue por em prática a Green Circle, empresa que poderá melhorar em muito o mercado de combustíveis dos Estados Unidos e resolvendo o seu passivo ecológico.
   Com tradução de Pedro Maria Soares, são 488 páginas de realidade da terra do Tio Sam.


                                                               
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A Rosa do Povo - por - Kbçapoeta








       Um poeta muito subversivo para sua época chama-se Carlos Drummond de Andrade.
       Drummond fez carreira no funcionalismo público e tinha em Gustavo Capanema um fiel padrinho político.
       Na época em que fora publicado “A rosa do Povo”, poderia alguém interpretar o livro como comunista e subversivo.
       Primeiramente pelo título fazer referência ao símbolo da segunda internacional socialista.
       Drummond tem uma força imagética em seus versos que é possível visualizar o elefante que flutua, os russos em Berlim ou Charles Chaplin voando em um frango gigante sobre todas as fomes.
       Cada vez que releio “A rosa do Povo” algo mágico acontece em minha mente.





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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O falecido Mathias Pascal (Il fu Mattia Pascal) - por - Kbçapoeta










         Quem deseja mudar de nome, cidade e vida com muito dinheiro ?
         Mathias Pascal desejou e conseguiu.
         Cansado de ser desprezado, ter um emprego medíocre, sogra atormentadora, esposa fria e uma vida desinteressante, Pascal decide aproveitar a inexplicável notícia de sua morte.
         Andando a esmo de hotel em hotel como um legítimo burguês errante, resolve alugar um espaço mais familiar.
         Conhece pessoas interessantes, roubam-lhe uma parte considerável de dinheiro, mas, mesmo assim ele gosta da experiência sob o véu do anonimato da sua falsa morte.
         Revê sua antiga morada e percebe que as pessoas que ele abandonara ficaram muito melhor com sua ausência do que o contrário.
         É justo interferir ou não?
         Luigi Pirandello faz de Mathias Pascal o gosto do devaneio das relações humanas.






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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

A VIDA MÍSTICA DE JESUS - por - Kbçapoeta




     Escrito em 1929, Harvey Spencer Lewis nos apresenta um Cristo mais humano, mais crível.
     A literatura popular cristã baseia-se praticamente apenas na bíblia oficial e despreza os livros ditos apócrifos.
     Lewis de um modo peculiar desmistifica o Jesus Cristo super-herói, tornando-o mais encantador e admirável.
     Os essênios, a Fraternidade Branca, o Monte Carmelo, a iniciação na cultura e misticismo egípcio foram fundamental na transformação de José em Jesus.
     O livro aborda fatos de menor interesse pelo populacho crente: a infância e adolescência do filho de Maria.
     É costume comum em diversas sociedades o homem adotar um novo nome ao iniciar uma nova etapa na vida, com o Nazareno aconteceu desta forma.
     Jesus, segundo o livro, nascera sob o nome de José por ser o primogênito. Na fase adulta, em concordância com a sua iniciação mística, adotara o nome de Jesus o cristo.
     A formação do jovem José e futuro jesus fora nobre.Tamanha erudição chegou a receber atenção dos intelectuais do templo quando o menino se apresentou para a solenidade que nos dias atuais poderia ser comparada ao B'nai Mitzvá dos judeus.
    As passagens conhecidas de Jesus e descrita com um olhar mais cético e coerente.
    A morte e ressureição de Cristo e descrita com o bom senso que a realidade impõe.
   Segundo a obra, Jesus não teria morrido literalmente,por isso o fato de os romanos não quebrarem suas pernas e retira-lo antes do tempo regulamenmtar em que os romanos retiram os condenados já mortos das cruzes.
    O motivo para tal ação se valeu de uma suspenção da condenação de Jesus a crucificação. Devido essa suspenção o retiraram da cruz antes do tempo sem quebrar as pernas como era de costume.
    Durante a sua recuperação física, Jesus aparecera aos apóstolos quase irreconhecível, como descrito na bíblia. Durante os quarenta dias subsequentes pregou aos seus fiéis seguidores e posteriormente aposentou-se da vida pública.
    Morre e é enterrado no monte Carmelo ,mas, tem seus ossos retirados anos depois por seus irmãos para continuar fomentado o mito da ressureição literal.
    Um livro interessante para quem tem curiosidade sobre esse fenômeno místico que foi e é Jesus Cristo.


         
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PS. Apesar de muitos considerarem os blogs como ecos na internet, eu desejo a quem me ler um feliz 2015



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O Lobo da Estepe (Der Steppenwolf) - por - Kbçapoeta








       



      A inteligência que dissocializa , expõe e exclui.
      Hermann Hesse, na tradução de Ivo Barroso , através de Harry Haller, nos proporciona um olhar apático e cético sobre a vida no início e meio da obra.
     Heller tem quase cinquenta anos, é solitário, culto, sensível e sem posses aparentes, mas, que não lhe impedia ter uma boa vida cotidiana burguesa.
     Um ser solitário, auto-denominado lobo da estepe, um ser desesperado emocionalmente, despreza falsos conhecimentos e eternos ícones.
     Uma mulher, um músico, uma amante para seu desfrute e muita expansão mental. Esses são os ingredientes que Hesse atribuiu a sua personagem para obter um novo-viver, um “tentar outra vez”, enfim, adquirir uma vida superiormente interessante.
    “O lobo da Estepe” é um livro que assemelha-se ao próprio “teatro mágico” de suas páginas, apenas para raros. Só para os loucos.



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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

CASA GRANDE & SENZALA - Gilberto Freire - por - KBÇAPOETA








        Uma obra que deveria ser lida por todo brasileiro desejoso de entender e realmente conhecer o seu país.
        Gilberto Freire nessa obra mostra-nos um Brasil construído nos seu primórdio por sangue índio e o braço do negro com temperos árabes e sob o jugo português.
        A libido nas alturas e saciadas por belas índias nuas e posteriormente renovada nas belas curvas da africana e posteriormente a mulata.
        O Brasil branco com  a casa grande servida por índios “preados” pelos campos ou os cativos tementes a deus.
        Com o lucrativo  mercado negreiro, os olhos e esperma do português descansaram nas “negras minas”, muitas delas tornando-se  senhora de escravos.
         A cozinha, biotipo, afetividade, sexo e todas as consequências sociopolíticas no Brasil estão calcados no índio, negro e europeu.
         A permanência da casa grande e da senzala ainda persiste no Brasil.
         Povo inculto idolatrando os letrados doutores, estes desdenhosos de seu país cuja as classes C,D e E em ascensão lhe causa náuseas e fobias.
         Na terra da casa grande e da senzala, essas que deveriam ser derrubadas,  pouca coisa mudou.




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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Sonho - Émile Zola - por - Kbçapoeta


      “O sonho” de Emile Zola é o típico “romance de senhoras”, jargão utilizado no meio tipográfico da década de quarenta.
        Mil novecentos e quarenta é o ano da edição do referido livro, editora brasileira, série coleção das senhorinhas.
        Em uma edição que tem seu preço de capa o valor de dois mil réis, que mostra sua temporalidade, também é possível perceber as mudanças nítidas na ortografia brasileira até o acordo ortográfico de 2011.
        O romance apresenta uma menina de rua, muito comum em 1860, desmaiando na porta de um casal de bordadores estéreis.
        Na idade entre quinze e dezesseis anos, no limite da idade casadoira, ela desejava um homem rico e bonito. Apenas isso.
        A mãe da menina, mulher bem conservada, até mesmo confundida como irmã mais velha da filha adotiva, sabia da impossibilidade da realização do sonho da menina. Naquela época os pais da noiva deveriam ter um dote para poder casar suas filhas com alguém de posses. Não era o caso de Angélica. Esse é o seu nome.
        Momentos de sofrimentos, desmaios e fraquezas inexplicáveis, sonhos quase realizados e muita emoção açucarada compõem o livro de Zola. Obra que não terei saudade.





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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Maze Runner - por Juliana


Aproveitando que o filme teve sua estreia ontem, vou falar um pouco de Maze Runner, de James Dashner. Ela é composta por sua trilogia principal (Correr ou Morrer, Prova de Fogo e Cura Mortal), um livro contando como tudo começou (Ordem de Extermínio) e Arquivos: informações secretas. Vou me ater à trilogia principal aqui.

Eu estava com Correr ou Morrer guardado para ler há muito tempo, mas quando descobri que o filme sairia este ano, ele passou para o topo da minha lista de leituras e não me arrependo de ter feito isto. Este é um daqueles livros que, quando você começa, não quer mais parar. Você fica preso naquela distopia, querendo saber o que aconteceu e porque o mundo está tão errado.

Adolescentes lutando para sobreviver. Ok! Eu acabei de descrever todos os livros infanto-juvenis de ação. Mas isto me leva a refletir sobre a visão distorcida da adolescência que esses autores têm. Ou pior: o que aconteceu com eles nesse período de suas vidas.
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A série começa com Thomas chegando num elevador de metal à Clareira, lembrando apenas o seu nome. E ao chegar lá conhece os clareanos, todos garotos, que não estão em melhor situação. Só o que eles sabem é que todo mês chega um novo garoto e que todas as noites as portas do labirinto fecham (É! Eles estão no meio de um labirinto.) e de manhãs elas abrem. Mas tudo muda quando no dia seguinte à chegada de Thomas surge uma garota trazendo uma mensagem surpreendente e, como consta na sinopse, Thomas vai descobrir que seu papel é muito importante naquele mistério todo. (Ok! Protagonista descobrindo que é o chosen one. Nenhuma novidade aí). E os adolescente saem e enfrentam perigos mortais (por que não?) em busca da saída.
A história é bem divertida e deixa o leitor numa apreensão enorme. Tudo acontece muito rápido e não é para menos que o primeiro livro se chama Correr ou Morrer. O livro tem muita ação e a imersão é tão grande, que você vai pensar que nem precisa ir à academia. Você se sente lá e fica numa enorme expectativa querendo saber o que está acontecendo. Como nenhum deles lembra do seu passado, você se sente tão perdido quanto eles e se pega pensando que eles devem ter feito muito mais do que não arrumar a cama para ter indo parar lá.
Você passa por páginas e páginas e não descobre muita coisa que ajude a solucionar o que está ocorrendo. Mas a história é construída de tal forma, que mesmo você querendo soluções, isso não é o mais importante. A falta de informação deixa o leitor muito perto do personagem e isso aumenta muito a identificação. Durante os momentos mais tensos, você liga seu instinto de sobrevivência junto com o Thomas e nos momentos que ele tenta entender o que está acontecendo, também.
As sequências não facilitam nenhum um pouco a vida deles. Os perigos aumentam e eles continuam correndo. Você recebe algumas respostas que, honestamente, não são lá essas coisas; mas você se preocupa tanto em correr de um lado por outro, que até releva. Isso não chega a prejudicar muito o livro, porque acho que o mais importante não é o fim e sim a jornada.
Só não dá pra passar batido pelos graves erros de edição: em alguns você para, olha, olha de novo e só depois que você consegue seguir. Porém a ação e a narrativa conseguem compensar esses erros da edição. 

Agora só falta conferir se o filme foi bem adaptado. Claro que eu, como fã de Harry Potter, A Bússola de Ouro, Percy Jackson e outros, não estou muito confiante. Mas vai que dá certo...
 
Visitem Juliana
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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Estou Lendo... - por Kbçapoeta

 
DESAGREGAÇÁO: Por dentro de uma nova américa - George Packer


                                               E você? Que livro está lendo agora?

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Ana


“- Eu acho - disse o homem do GRU* - que se resolvermos enforcar Khalkhali**, os americanos nos fornecerão a corda.”

O Negociador - Frederick Forsyth

 
Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?

 
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*GRU - Órgão responsável por todo o serviço secreto militar interno e externo, contra-espionagem e segurança interna dentro das forças armadas da Rússia.
**Khalkhali - Sanguinário juiz islâmico que assumiu o poder no Irã após a morte do aiatolá Khomeini.
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1º Período da Página 50 - por Kbçapoeta



"Desgraçado!"

O Sonho (Le rêve) - Émile Zola

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?

Visitem Kbçapoeta


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Ana


O Demônio do Escurial: vida e amores de Felipe II - Hermann Kesten

 
E você? Que livro está lendo agora?
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domingo, 24 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Alba Vieira


“O rei já estava falando, mas eu tinha que perguntar.”

 
A Seleção - Kiera Cass

 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Terra Nostra, de Carlos Fuentes - por Luis Eduardo





A do Benedito Ruy Barbosa é melhor.

Carlos Fuentes é frequentemente colocado em um altar ao lado de Mario Vargas Llosa e Gabriel García Márquez. Pode até ser que ele tenha o seu lugar, mas a julgar por "Terra Nostra", minha até aqui única experiência com sua obra, esse local está bem aquém do alcançado por seus colegas .
Ao longo de mais de 800 páginas, o autor mexicano leva adiante um enredo confuso em uma obra pretensiosa e que, a meu ver, não consegue chegar a qualquer objetivo. Que me desculpem os fãs de Fuentes, mas "Terra Nostra" por "Terra Nostra", melhor ficar com a do Benedito Ruy Barbosa.
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E você? Que resenha gostaria de deixar aqui?
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Visitem Luis Eduardo
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

1º Período da Página 50 - por Ana


“Que o tempo se movia para uma consumação universal, quando todas as coisas estariam bem para todo o sempre e o caos deixaria de ser uma ameaça - esta noção não tinha lugar no pensamento egípcio.”

 

Cosmos, Caos e o Mundo que Virá: as origens das crenças no apocalipse - Norman Cohn

 

Qual o 1º período da página 50 do livro que você está lendo?
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Estou Lendo... - por Thassy


Estou lendo 3 livros ao mesmo tempo!

Assassins Creed: Renascença - Oliver Bowden
A Maldição do Tigre - Colleen Houck
Sherlock Holmes (Volume 1 - Edição definitiva) - Arthur Conan Doyle
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E você? Que livro está lendo agora?
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 ..................................................................Visitem Thassy
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