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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Aluísio Azevedo (Biografia) - Enviada por Ana

Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo (Sao Luís do Maranhão, 14 de abril de 1857 - Buenos Aires, 21 de janeiro de 1913). Escritor, diplomata, caricaturista e jornalista.
Era filho do português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Seu pai era viúvo e a mãe era separada do marido, algo que configurava grande escândalo na sociedade da época. Foi irmão do dramaturgo e jornalista Artur Azevedo.
Desde cedo dedicou-se ao desenho através de caricaturas e à pintura. Em 1876 viaja ao Rio de Janeiro, a fim de estudar Belas Artes, obtendo desde então sustento com seus desenhos para jornais.
Com o falecimento do pai em 1879, volta para o Maranhão, onde começa finalmente a escrever. E em 1881, publica “O Mulato”, obra que choca a sociedade pela sua forma crua ao desnudar a questão racial. O autor já era abolicionista convicto.
O sucesso desta habilita-o a voltar para a Capital do Império, onde escreve incessantemente novos romances, contos, crônicas e até peças teatrais.
Sua obra é vista como irregular por diversos críticos, uma vez que oscilava entre o romantismo açucarado, com cunho comercial e direcionado ao grande público, e outras mais elaboradas, pois deixava a sua marca de grande escritor naturalista.
Feito diplomata, em 1895, serve em diversos países, inclusive o Japão. Chega finalmente, em 1910, a Buenos Aires, cidade onde veio a falecer menos de três anos depois.

Importância
Foi o responsável por inaugurar a estética naturalista no Brasil com o romance “O Mulato”.
A influência de Aluísio Azevedo são os escritores naturalistas europeus, entre eles, o mais importante foi Émile Zola. Através dessa ótica naturalista, capta a mediocridade da rotina, os sestros e mesmo as taras do indivíduo, uma opção contrária dos românticos que o precederam.
As características fundamentais do naturalismo, quais sejam influência do meio social e da hereditariedade na formação dos indivíduos, além do fatalismo, estão presentes nas obras de Aluísio de forma veemente. Nele “a natureza humana afigura-se-lhe uma certa selvageria onde os fortes comem os fracos”, afirma o estudioso Alfredo Bosi.
Quando jovem, fazia caricaturas e poesias como colaborador para jornais e revistas do Rio de Janeiro. Seu primeiro romance publicado foi “Uma Lágrima de Mulher”.
Fundador da cadeira número quatro da Academia Brasileira de Letras e crítico social.
O autor não escondia seu inconformismo com a sociedade brasileira e com suas regras.
Durante grande parte de sua vida, Aluísio Azevedo viveu do pouco que ganhava como escritor. Ao entrar para a vida diplomática, desiludido, abandonou a produção literária.

Obras
1880 - Uma Lágrima de Mulher (novela)
1881 - O Mulato (novela)
1882 - Mysterio da Tijuca ou Girândola de Amores (novela)
1882 - Memórias de um Condenado ou Condessa Vésper (novela)
1884 - Casa de Pensão (novela)
1884 - Filomena Borges (novela)
1887 - O Homem (novela)
1890 - O Cortiço (novela)
1890 - O Coruja (novela)
1894 - A Mortalha de Alzira (novela)
1895 - Demônios (contos)
1895 - O Livro de uma Sogra (novela)
1984 - O Japão (publicado a partir de manuscritos encontrados na Academia Brasileira de Letras)
O Bom Negro (crônica)
Os Doidos (peça)
Casa de Orates (peça)
Flor de Lis (peça)
Em Flagrante (peça)
Caboclo (peça)
Um Caso de Adultério (peça)
Venenos que Curam (peça)
República (peça)

Errata
O Esqueleto, apesar de ter saído em suas obras completas, organizadas por Nogueira Jr., não é de autoria de Aluízio Azevedo, mas sim de Olavo Bilac e Pardal Mallet.
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Fonte: Wikipédia
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Outro Olhar - por Alba Vieira

Há dias em que sinto grande necessidade de olhar. Olhar para as pessoas, para as suas ações, para a sua passividade, para o que deixam fluir.
Nessas horas eu me alimento do que vejo. As imagens impregnam o meu corpo emocional e os olhos que vêem são olhos de compreensão, que estabelecem a ligação com o amor universal.
Vejo o que está por trás das pessoas, as manifestações do seu inconsciente e elas se fundem com o que também está fluindo de mim.
Preciso tantas vezes me reabastecer desse contato especial com os humanos.
Isso me dá grande alegria. Eu me renovo, a minha energia flui melhor, livre dos bloqueios das relações comumente estabelecidas no dia a dia.



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O Poder da Imaginação - por Alba Vieira

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Imaginar é:
Sonhar e acreditar
Pra realizar.




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