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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O Preço de Pensar - por Gio

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.Muitas vezes nos pegamos nos perguntando... Por que eu ajo assim? Ou - o que é pior - por que pensamos assim? Existem opiniões e formas de pensar que parecem estar embutidas na nossa mente, e nem sabemos porque pensamos dessa forma, mas o fazemos.

Crescemos aprendendo que devemos nos formar, unirmo-nos a uma única pessoa, e sermos felizes para sempre. Nos frustramos na nossa vida amorosa porque nos disseram que um amor só vale a pena caso seja uma explosão de paixões, surpresas e sexo diário. Escolhemos torcer para o time do pai, sabendo que, por conta disso, temos que odiar mortalmente o time da mãe. Deixamos de trabalhar com o que gostamos porque disseram que nunca ia dar certo, que o dinheiro vale mais. ♪ Um dia nos disseram que as nuvens não eram de algodão. ♪

O problema é que essas “verdades absolutas” nem sempre nos servem. Não queremos seguir um caminho pré-fabricado, queremos nos descobrir. Não queremos um tornado, queremos paz ao lado de alguém. Não queremos rivalizar, queremos simplesmente sentir uma emoção pura, sem indução. Queremos ter vontade de escolher!

Só que o mundo não vê as coisas dessa forma. Se não estamos empregados e casados aos 40, somos fracassados. Se nos contentamos com um amor, somos estagnados. Se torcemos para o Grêmio, e não somos anti-colorados, não somos verdadeiros torcedores. ♪ Quem são eles? Quem eles pensam que são? ♪ É, amigos... Em pleno Século XXI, o Tempo da Mudança, os tabus são uma realidade, os preceitos são uma lei.

O preço que pagamos por querer pensar, por querer ter uma opinião própria, é ter que encarar um mundo inteiro de olhos vendados. Não é só em “Ensaio Sobre a Cegueira” que ela é contagiosa - é mais fácil contrair do que se curar.

Liberte-se!



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José Saramago, Humberto Gessinger
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Dúvidas - por Cacá

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Eu também me pergunto: será que o amor se transforma em um costume? Será que o abandono voluntário é amor estacionado à espera de novidade?



Comentário em Minha Querida:, de Aaron Caronte Badiz.
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Egoísmo - por madruga

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O egoísmo é como um abutre que devora a carcaça de alguém que amor não tem em seu interior.


Comentário em Abandono, de Dan.
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Viver e Morrer - por Tércio Sthal

Os valentes e os corajosos,
lutando e guerreando,
nas vitórias e derrotas,
vivem e morrem;
os covardes e os moribundos
apenas morrem.



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Depoimento - por Vicenzo Raphaello (Erótico)

Dotô delegado tô numa robada...
Tava num achego com a gata faz um tempinho, nóis não tinhamo uma boca isolada.
Um canto sussegado prá nóis ficá, sacô?
A grana é curta e o tempo.... o tempo seu dotô delegado, vê só, de noite temo que tá no barraco, a veia é fera, durante o dia trabáiamo.
Só a hora do rango morô?
Nóis queria uma cachanga, mas a miséria não dá, ai a mina sacou o lance do aluguer.
Pagá, nóis não podia não, então nóis pegava o jornal e descolava algum prá alugá, iamô lá visitá, ai acontecia, a gata se enroscava toda e a gente mandava bem.
Tavamô na boa, sacou né?
Nóis fûmo levando prum tempo, num e nôtro luga, até que cumessamo a vortá prá onde nóis já tinha ido.
Ai deu bandeira, aquele enxerido do quardadô do prédio manjô o lance, ai de sacanagem, se amoitava atráis da porta, nóis sabia, mas não dava bola não, era um barato vê o bicho atiçado.
Ma veja dotô, hoje o cabra se animô e queria comê também.
Ai pintou sujeira.
Ele duro cumo pau se sebo patio pá inorânça, a gente se pegô, a mina no meio levô um castigo, ai ela caí da paisajê.
Pôxa dotô, a gata tava lá em baixo arrebentada e ainda sem rôpa.
Partí prum castigo, ele ia dá de pinote, escorregou, cai lá em cima da guria.
Foi uma robada.
É legitima né?
Vê se o outro lá, dá ai, minha carça.
Se o dotô me grampeá, a patroa dá o pinote e aquela gata agora troncha num quero mais não.
Dá um jeito ai dotô delegado.
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