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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




terça-feira, 7 de abril de 2009

Concursos Literários



ATENÇÃO, GALERA DO DUELOS!
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As Nossas Palavras V

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Wordle: As Nossas Palavras V
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Clique na imagem para ampliar.
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Imagem: Wordle
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Provérbio em As Nossas Palavras IV - Enviado por Adhemar

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Se você cair sete vezes, levante-se oito.


Visitem Adhemar
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Duelando Manchetes I: Aborto - por José Ivo

Caros Amigos e Amigas,
Li os vossos comentários e cada um tem o seu direito de se manifestar ao seu belo prazer.
Mas um ponto muito importante que aqui queria deixar é este:
Para todos os que acreditam em DEUS e que depois da vida terrestre vão ao julgamento final em que o juiz é o omnipotente DEUS, ELE saberá consultar o livro da vida de cada um, e todo aquele que se desviou dos SEUS ensinamentos e mandamentos, terá a sentença apropriada.
Como sou um Cristão na verdadeira acepção da palavra, ABORTO é matar um ser indefeso que é produto do amor entre homem e mulher.
E eu, não quero ter esse problema de consciência e estou pronto a aparecer no julgamento final, que serei sentenciado por outros pecados, pois ninguem é perfeito, mas o de assassino esse não me preocupa.
Muita gente se agarra a lógicas humanas, mas lembrem-se que a conveniência humana, confrontando as leis divinas, não serão impunes.
Este assunto é um caso de consciência para cada um, e QUEM BOA CAMA FAZ, NELA SE DEITA.
Um abraço Cristão para todos



Resposta a “Duelando Manchetes I: Aborto”, de Raphael Rocha Lopes, Kbçapoeta, Escrevinhadora, Ana, Alba Vieira, Clarice A. e Leo Santos.
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Duelando Manchetes I: Aborto - por Clarice A.

Léo
Muito bem dito. Os links enviados pelo José Ivo mostram a barbaridade que é o aborto, isto sem qualquer apelo religioso. A lei consentir não torna o ato menos bárbaro.
Clarice



Resposta a Duelando Manchetes I: Aborto, de Leo Santos.
Referência a Duelando Manchetes I: Aborto, de José Ivo: Aborto (Dois Pesos, Duas Medidas).
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Duelando Manchetes I: Aborto - por Escrevinhadora

Se os homens por ventura engravidassem, o aborto há muito seria lei.



Resposta a “Duelando Manchetes I: Aborto”, de Leo Santos.
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São Paulo Apóstolo, Luís Vaz de Camões e Renato Russo em “Monte Castelo” - por Alba Vieira

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua do anjos, sem amor eu nada seria

É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece

O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata, lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor

Estou acordado e todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor que conhece o que é verdade

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua do anjos, sem amor eu nada seria
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.Legião Urbana

Soldadinhos de Chumbo - por Alba Vieira

Soldadinhos de chumbo
Passam por mim todos os dias
Pesados, curvados, rijos.
Soldadinhos porque ainda infantis
Apesar da máscara e dos ardis.

Apenas marcham, repetem,
Obsessivos cumprem as ordens, só ordens.
Têm revoltas que abafam no íntimo
Roubando-lhes as energias e o sorriso.
Assim não criam, não se alegram, sofrem,
Apenas marcham e racham o coração
E ampliam as costas e é só solidão.

Soldados de que exército insano?
Recrutas da loucura e reféns do medo,
Enrijecem-se, apagam a candura
E continuam desfilando sua tristeza todos os dias,
Permanecem ainda soldadinhos de chumbo.



Visitem Alba Vieira
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Reds - por Ana

AMEI!



Sinopse: Cineclick
Trailer: Youtube
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Resposta a Um Estranho no Ninho, De Luiz de Almeida Neto.
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E você? Que filme você amou?
Warren Beatty

Amigos - por Ana Maria Guimarães Ferreira

Amigos são joias raras e realmente difíceis de encontrar, mas eu acho que encontrei alguns nesse mundão de Deus.



Resposta a Filosofia da Amizade, de José Ivo.
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Os Degredados Filhos de Eva - por Casé Uchôa

Há uma pedra no sapato da gente
Há uma guerra no caminho da paz
Há uma bala no peito do inocente
Naquela vala há um corpo que jaz

Deu no jornal notícias de uma tragédia
Logo a seguir, notícias do carnaval
Em um minuto a tragédia esquecida
A dor dos outros é uma coisa banal

Quem se arrisca a explicar o progresso
Que benefícios esse cara nos traz
Se cada um fica trancado em seu mundo
Atrás dos muros, dos alarmes e tais

As relações se dão pela internet
Sem aconchego, sem o toque das mãos
Alguém me diz qual é a tecla que aperto
Pra transmitir online a minha emoção

Esses humanos
E a sua desumanidade...
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Visitem Casé Uchôa
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Platão - por Ana

A República - Platão
Gorgia - Platão
O Banquete - Platão



“Não li um livro todo de Platão. Li partes de A República, uma grande parte de O Banquete, Górgias, não li nada. Claro que gostei muito! Tanto que era pra eu ler só um pedacinho de O Banquete e li quase até o final, só não li todo por falta de tempo. Vou colocar na lista de leituras.”
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Resposta a “Obras”, de Leo Santos.
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E você? De que autor você gostou muito?
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Destino - por S. Ribeiro

Abri e escolhi escrever sobre “Destino”. Dele só sei o agora: um energúmeno-infantil jovem e sua voz aguda, suas palavras arrastadas, por vezes inintelegíveis. À tarde depois do almoço, aliás, faltou água. Aliás, Pound diz coisas que me entortam, logo depois de ter me redimido e escrito dois poemas melhores que os dois últimos excluídos, atenção com a lixeira. E molengo e cru, só volto à busca. Destino é a busca. Quis ele no acaso aparecer debaixo de meu cursor. E não existe já mais nada, vocês veem que tudo também não acaba, a contradição ambulante também. Encontrada a certeza, só o que tens nas mãos é mutável. Achei que expondo minha lírica ao mundo a liberdade me tomaria, mas, bem, ainda tem uma perna presa na porta da sala. Não sou um ensaísta, nem um intelectual, por enquanto ainda só me resta este tapete, em cima de mim. Pó, pó, pó! E cada verso é uma garrinha que risca o chão e se repete, só há isto a fazer. Quem vai me levantar do chão? Precisa? Estou buscando e isto que resta.
Luto e vomito, estou aqui, a saber.



(Este texto recebeu o título “Destino” para o Duelos,
mas em meu blog o texto tem o título de
“Pequena coisa incerta textual constante obsedante esquecível”.)
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Retirado de S. Ribeiro_Poesia
Ezra Pound .

Proseando - por Tércio Sthal

Entre tantas coisas
E outras coisas mais
E tal e coisa
E coisa e tal
Tantas coisas
Tantos tais
Entretantos
E tantos que tais



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