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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fechou o Tempo - por Ana

O quê?!!!! Me chamou de galinha?!!!!!
Que baixaria, meu povo!
Tá maluco, caro Gio?!!!
Por acaso eu ponho ovo?

Chamo a Escrevinha mesmo
Quando é questão legal.
Foi me chamar de ladra!!!!
Que moleque infernal!


Me acusa de incoerência,
Não consegue apontar uma.
Diz que argumento meu não presta,
Mas resposta tua... nenhuma.


Decadência vem daí,
Seu buGio fedorento.
E eu não bebo (viu meu lanche?),
Seu Monge bebum perebento.


E se eu fosse uma maçã,
Seria a do paraíso,
Da Árvore do Conhecimento,
Da Verdade e do Juízo.


Minha ironia desatina?
Ela é hilária, eu ressalvo!
Isso porque tô confortável
E o que me inspira é o meu alvo.


Não me espanta a afirmativa
De que o duelo te martirizou:
Apanhou mais que cabrito em horta,
Ficou em choque... Aparvalhou.

Perguntei se queria encerrar
O duelochat, é a mais pura verdade,
Mas foi porque, peste fominha?
(E diz que tem integridade...)

Eram dez falas “ai, que fome!”
Pra cada quadrinha que vinha,
Pôs pipoqueiro no duelo,
Engoliu verso... perdeu a linha.

Rezando pra terminar,
Falou “continuo o show
Quando te propus parar.
Mas fez três quadras e se mandou.

Tu ficou choramingando
Não se comportou feito homem...
Nunca mais te dou ideia!
Da próxima vez morre de fome!


E tua azia vem da gula:
Fala de comida a todo instante!
E vaidade não: sou realista.
Tenho culpa se às vezes sou brilhante?

Eu não me furto da autocrítica
E não me supervalorizo:
Se tá ruim, eu me condeno,
Se tá bom, abro um sorriso.

Foi como eu li num blog,
Num post sensacional:
Estou em perfeito “equilíbrio
Entre o sonso e o boçal”.


E, Gio, concordo contigo:
Às vezes tem gente que volta...
Como é o caso hoje:
Tremenda reviravolta!

Pedi um favor à Ninja,
Tu viu? Ela me atendeu...
Mas tem um que vai e não volta
E, como sempre, não serei eu.

Vou te botar pra correr,
Tu vai me pedir arrego,
Vai ficar traumatizado,
Nunca mais vai ter sossego.

Quanto a acabar comigo,
Toda tentativa é vã:
Tu tá mais para o Javert
E eu, para Jean Valjean.

Tu é o maior fracasso!
Meteu a mão, desandou...
Um exemplo é teu pc:
Foi consertar, escangalhou!

Na vida amorosa também:
Cadê teu amor charmoso?
Divórcio atrás de divórcio,
Cara, tu é escabroso!

No início do duelo
Até dava pra te ler...
Mas agora tá sofrível...
Quem te viu e quem te vê...

É mancada atrás da outra,
Tá pior que a Terezinha:
Das estrofes que me escreve,
Não se aproveita uma linha...

Quem mandou cantar de galo?
Agora tu vai amargar!
A coisa aqui é tempestade!
Já correu ou vai encarar?




Resposta a Uns Voltam, Outros Não e Ainda em Tempo III, de Gio.
Referências: Ele Corta e Ela Lê, de Ana;
Aos Guerreiros, o Descanso!, de Gio;
Duelochat entre Gio e Ana;
Blog do Gio;
post Humildemente... Pra que Modéstia?, do Blog do Gio;
A Ninja x A Samurai;
“Os Miseráveis”, de Victor Hugo;
Mote do Gio I, de Gio;
As Nossas Palavras XVI: Acróstico I, de Gio;
“Vou Deitar e Rolar”, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro,
interpretação de Elis Regina.
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