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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Soneto da Terceira Idade - por Gio

(Paródia de “Soneto de Fidelidade”, de Vinicius de Moraes)


De tudo, a um ancestral serei atento
Antes de mim aqui veio, portanto
E com ele, eu me pareço tanto
Que confundiu, nublou teu pensamento

Talvez só seja “branco” de momento
De quem, com dor, se recosta num canto
De um asilo, e chora seu pranto
(A esclerose é descontentamento)

E assim, mesmo que na mente procure
Ó monolito, que há eras sobrevive
E hoje está cheio de limo e de lama,

Só possa se lembrar do avô (que tive):
À “imortal”, já a velhice chama
E, pena, esse mal não há quem cure
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Resposta a Do Início Eis o Verso, de Ana.
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Visitem Gio
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2 comentários:

Ana disse...

Gio, só te digo uma coisa:
ANCESTRAL É A VOVOZINHA!!!!
hauahauhauh

_Gio_ disse...

Huahhauhauhuahuahuahuahuahua