Na noite fria alguém caminha
pensante, roupa negra, numa rua
qualquer
Insignificantemente vai
pensando
Alguém do povo
Alguém que não caiu na rotina
Alguém filósofo, silencioso
Alguém caminha na noite fria:
seus passos cobrem um silêncio sábio,
descobrem o que ninguém conhece
na noite de chuvisco ele apenas anda
e pensa
O que sabe que não sabemos
O que teme que também tememos
Ele é como a noite: roupa escura,
sem barulho, mãos nos bolsos
Eu adormeço sem mais
Nem menos e me esqueço dele.
.
No loop do multiverso da loucura além da imaginação
-
Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

Um comentário:
Comentário por Ana — 7 fevereiro 2009 @ 14:03
A-DO-REI! MUITO BOM! ÓTIMO!
Gosto muito destes que você escreve!
Um beijo.
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