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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Acréscimos (Antes da Trégua) - por Gio

Finalmente uma resposta!
(Digo, uma que se apresente)
Da Samurai que se prostra
Abatida e decadente

Pera (sem agudo ou circunflexo)!
Me explica o paradoxo sem nexo
Dessa constante dualidade
(Deve ser alguma nova modalidade):
Diz que me derrotaria sem um pio
Que, pra você, não sou desafio
Agora, diz que não sou inofensivo
E que é meu o veneno nocivo
Acho que é seu medo arredio
Suor, tremelique, calafrio

Não me faço de coroinha da pá virada
Sou educado muito antes da escola
(Pera, isso me lembrou uma piada
A do padre, do “xis com Coca Cola”)

Deles, no máximo a vestimenta
Por se assemelhar à batina
Mas não se usa, quando se enfrenta
Desaforados, como essa menina

A Anaja, peçonhenta que ela só
Diz que agora eu que ataco de veneno
Até tenho, é verdade... Mas veja só
O meu uso é mais humano e mais ameno

Eu vim de Tão, Tão Distante
Desse Rio Grande gigante
Mais uma estrela brilhante

E sempre ele eu honrei
Se, do Shrek, algo serei
Pode chamar-me sapo-rei

Portanto, tenho veneno é sob a pele
Não em peçonha, numa mordida covarde
É defensivo, quem contra mim duele
Ao me ferir, verá o quanto arde

Não que seja o seu caso, dona Ana
Que acha que está aqui a abalar
Eu já disse, “sempre alguém se engana”,
Pensa que me bate, e só acerta o ar

Já disse, eu me mexo rápido
Mais que um acender de lâmpada
E, Anaja, por mais que trepide
Você, que não é bípede
E muito menos quadrúpede
Já cavou a sua lápide

Sorte que vem chá com bolo
Em um campo de margaridas
Onde podes ter consolo
E cuidar de tuas feridas

Enquanto isso, minha cara escaravelha
Vejo que deves vir de outro planeta
Pois segue com a “stória” da orelha
A qual levou a frase ao pé da letra

E segue com o Carnaval -
Quando o insulto se desdobra,
Comete uma gafe mortal
“Camisa de força em cobra”?

Por mais que eu não seja, devo rir
Porque, até onde eu me lembro
A camisa nada vai reprimir
Em um ser que é desprovido de membros

Mas, aqui mesmo, nesse estádio
Piada boa é a comédia
Que me proclama essa ofídia
Chamando de “plágio” paródia
Jogando o senso ao repúdio

Quando eu falei de meu combate
Você, prontamente debochou
Cegueta és tu, que nesse disparate,
Te acertei, e você nem notou

Quanto à resposta por partes
Eu confesso, não entendi
E o pedido que me retrate
Ana, eu já fiz isso aqui!

Pois erro sim, isso não nego
Deve ser falta de Danone
Mas dessa vez eu descarrego
“Essa é culpa do Shintoni!”

Que, na sua organização
- igual à minha, temo dizer -
Retardou a continuação
E só mais tarde eu fui saber

(É brincadeira, antes que ele surte
Só que eu não podia, como quem curte,
Deixar de fazer a rima com o iogurte!)

Devo dizer: mal o embate começou
E ela vem falando em “fãs” e em “torcida”
Comento de novo, pra quem não notou,
Tá ficando cada vez mais convencida!

E complemento: menos luta do que canta
Desde já, eu prevejo o seu final
Pobrezinha, morrerá pela garganta
Igualzinho ao primeiro Cardeal



Resposta a Seguramente Tantã e Delirante, de Ana.
Referências: Sempre Alguém se EngAna, de Gio;
“Querência Amada”, de Teixeirinha;
“Anjos e Demônios”, de Dan Brown.
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Visitem Gio
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