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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Soneto da Fatalidade - por Ana

(Paródia de “Soneto de Fidelidade”, de Vinicius de Moraes)


De nada a esse animal serei atenta
Nunca, e com tal frieza, e sempre, e tanta
Que mesmo diante dessa jamanta,
Dela não se ocupará minha garganta.

Vou desmascará-lo em cada argumento
E pra seu terror cada vez mais me abrilhanto
Ao rir meu riso e derramar seu pranto,
Pro seu pesar, até seu passamento.

E assim, quando em breve te triture
Esta Samurai, e te ponha no esquife,
Acabará de vez este seu melodrama.

Eu apenas direi sobre tu, patife:
É tão ruim que o corpo ninguém reclama,
Não se ouve uma prece que alguém murmure.



Resposta a Soneto da Terceira Idade, de Gio.
.

2 comentários:

escrevinhadora disse...

Ai, Ana, num guento! KKKKKKK

Ana disse...

Gostou, madrinha? Obrigada pelo elogio!
Beijo.

Em tempo:
ELE MERECE!!!! ELE MERECE!!!! ELE MERECE!!!! ELE MERECE!!!!