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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Na Hora do Intervalo... - por Gio

Seis horinhas duraram a viagem
E, logo, a gente já vinha chegando
Se eu vi ou reparei na paisagem?
Que nada, era noite e eu ‘tava roncando!

Rápido, nosso ônibus chegou
Numa Serra de manhã ensolarada
A nossa epopeia nem começou
Quem disse que a gente encontra a pousada?

Na hora, pensamos em armação
A horda de computeiros, toda pasma
Finalmente achamos a habitação
Que se escondia em uma rua fantasma

Que nem aparece no mapa
Quase que a gente se mata
E a nossa viagem empata

O Universo tem uma Grande Lei
Equilíbrio a todo momento
Pra achar a morada, muito penei
Mas ela se encontra do lado do evento!

E por ficar, assim, tão perto
Fico feliz, deu tudo certo
Ao menos, nessa, eu acerto

Já que ao nosso comum destino
Posso ir, num instante, a pé
Haja talco pros pés do menino
Ou ninguém vai aguentar o chulé!

Mentira! Sou bem limpinho
Se reclamarem do cheirinho
Que vão tomar... chimarrãozinho

Claro, esse nunca pode faltar
O meu bom e velho mate
Dispenso peixe e caviar
Bala, bombom e chocolate

O mate hidrata e traz união
E é, do meu plano, chave mestra
Me faz prestar mais atenção
Assim não durmo em palestra...

E aqui me despeço com dor
Pois nerds à volta, cheios de rancor,
Querem usar esse computador!





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2 comentários:

Alba disse...

Gio,
Bom imaginar você no meio de um monte de nerds, com essa natureza poética repleta de sensibilidade e constatar que estas aparentes disparidades são próprias das pessoas interessantes. Um abraço.

Ana disse...

Gostei de suas peripécias!
E adorei o desfecho!
Beijo!