Minha alma, cheia de você,
vê em tudo motivo de sorrir.
Minha alma, vazia de você,
se irrita, se enerva, se dilacera em questões sem solução.
Como pode minha alma lúcida, firme, racional,
depender de você, de suas essências, de suas verdades,
se é ela, minha alma, quem decide apreender ou expulsar o que você lhe concede?
Como pode minha alma, à mercê dos seus encantos,
traçar meus caminhos na alegria do ser?
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...

Um comentário:
Comentário por Ana — 1 janeiro 2009 @ 12:51
O título deveria ser: Mi alma, sú alma… Rsrs
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