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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tema do Mês de Novembro: Ciúme

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Caríssimos amigos:
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Hoje foram postados os textos referentes ao tema do mês de novembro: “Ciúme”,
sugerido por Alba Vieira e vencedor da enquete de outubro.
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Participantes:
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Aaron Caronte Badiz
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Ana
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Dália Negra
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Lélia
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Penélope Charmosa
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Soraya Rocha
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ZzipperR
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Muito obrigado a todos que colaboraram com esta “blogagem coletiva”!
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Um grande abraço!
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13 comentários:

Cacá disse...

Olá, Shintoni! Pode confirmar a minha presença. Abraços. paz e bem.

S.Ribeiro disse...

divisão

do que é pergunto
pra onde fores que
não aquilo que conheci
quando de fato foste
o que não sei o que era

és daquilo que vai andando
andas aqui por favor
não te afastes mas ao menos
quando fores não me leve
o que pensar

me faça sentir aqui
o pensamento em teu cheiro
que floreia as mentes delas

parte nelas me servi
algo delas ofereço
pra que não vás
e se fores
escorregue
no que fores meu

........................
abraços SHINTONI!

ofarol.blog.terra.com.br disse...

Olá Shintoni, tudo bem? Estou sugerindo para "tema do mês" de dezembro, A Morte, para que possamos conhecer o que pensam os duelandos à respeito. Abraço! Leo santos

S.Ribeiro disse...

Sim, shintoni, o 'Divisão' é para o tema de Novembro, 'Ciúmes'. Obrigado pela atenção geral, e apoio aos 'pêlos'. Rsrs
Até breve!

M.A. disse...

Gostei muito da idéia do blog! Estão todos de parabéns! Queria saber como fazer pra postar um texto aqui... tenho um poema com o tema do mês de novembro, ciúmes.

beijoss pra todos ^^

Jeff disse...

SIN CERA MENTE

Sinceramente os olhos falam da dor da gente,
Sinceramente nem sempre um amigo é decente,
Sinceramente há amigos que mentem pra gente
Tudo desaba de repente,Máscaras com cera,nenhuma sin cera

Há gente que esteticamente sincera,mente.
Mente.desmente.desconta suas dores e traumas na gente.
Sinceramente,minto pra mim dizendo que alguns não mentem
Quando na verdade,eu sempre soubera que a perfeição é coisa da nossa mente.

Jefferson Privino



Espero que as pessoas se identifiquem com aquilo que escrevo.E que isso de alguma forma as ajude.

Jeff disse...

VOU ESPERAR MAIS UM DIA
Quando o frio se fizer presente
E a manhã já não for mais tão quente
Quando o céu não for tão mais azul
Você no norte e eu estiver no sul...
Vou esperar mais um dia

Se as andorinhas não cantarem
E se os amantes não se amarem
Se o céu não quiser as estrelas
Se a criança não quiser brincadeira...
Vou esperar mais um dia

Mais um dia,Um dia a mais não faz falta
Se perdidos na mata,acharemos caminho
Neste solo que tão poucos conhecem
Venho e faço minha prece:Não vamos ser sozinhos

Mais um dia e o frio cessará
E o céu voltará,voltarei pro meu norte
Os amantes,enfim,vão se amar
A andorinha a cantar,é destino,não sorte

A criança mais uma vez vai brincar
De ciranda-cirandar
Quem com fé esperar
Verá o Sol nascer mais forte

Jefferson Privino


"A poesia prevalece!"(O Teatro mágico)

Jeff disse...

História do Amor de Nós
Sim,eu a esperei.Esperei e ela veio.
Com toda a sua inteligência e humor
Com seus contrastes,certezas e incertezas
Ela veio com esperança,com vontade de amar
Veio cheia da vontade de encher-se,de se esvaziar de si.

Chegou escondendo seus sonhos,seus sonhos de amor eterno,de eternidade
Escondidos sob o pano do medo e das experiências
Ah,as experiências!
Por mais que tenhamos experimentado tantas coisas,vivido tanto...
Que são as experiências senão apenas uma face da moeda?
Que seria de nós se vivêssemos pautados apenas pelas experiências?
Felizes os loucos,os ousados.
Aqueles que arriscam VIVER,simplesmente VIVER.

Ela veio...
Não foram alianças...Ainda não.Quem sabe...
Mas uma pulseira e um anel de Tucumã,
como símbolos de um compromisso silencioso
que confirma aquilo que os olhos não podem ver.

É o visível mostrando o invisível,
numa vontade que não prende,mas liberta
Que assim seja!
Sim,eu a esperei.Esperei e ela veio

Jefferson Privino

helena disse...

hoje
aniversário
de zíp

uma pessoa docê e maravilhosa

meus parabéns

que essa data se repita por muitos e muitos anos

tu és uma um cara mais querido que conheci


te amo

abraços e beijos com todo meu carinho

vestivermelho

Jefferson Privino disse...

Conflitos e contradições
De repente a situação se inverte.
Vejo-me na posição de apontado e provo o quanto dói.
Quando se aponta nada se tira de nós.É muito fácil apontar,julgar e já condenar.
Quando se é apontado a história é diferente.
Quando o lado errado é o seu,é você,passa-se a ver por um outro ângulo.
Mas quanto vale sufocar a verdade?Até onde se pode mentir pra si mesmo?
Quantas vezes não nos sentimos prisioneiros de nós mesmos,
dos nossos conflitos e das nossas contradições?
E não há reza,nem raso.Só profundo e pecado.
A pior parte de nossa humanidade.
A hipocrisia de falar o que pensamos e de não viver o que dizemos.
Entenda-se pecado aqui por erro de alvo,ato falho.
Se não pedimos perdão e,principalmente,se não nos perdoamos passamos a ser algozes de nós mesmos.O importante é sempre saber recomeçar.
Um passo de cada vez.Procurando mudar,acertar,fazer diferente.
O menor esforço pra ser alguém melhor é sinônimo de bondade.
Basta buscar o que há de mais limpo e bonito no ser humano e daí ter forças pra enfrentar os conflitos e contradições.
Somos humanos demasiadamente!

Jefferson Privino

Vera Celms disse...

CIUMES

Tento vestir a sua pele,
Na mesma temperatura,
Pra ver pelo teu olhar,
Para sentir no mesmo pulsar,
Quero sentir quando eriçar,
Porque, por quem,
Quero saber por que caminhos,
Trilham os seus pensamentos,
Os teus sonhos todos,
Por quem te magoas,
Por quem te apaixonas,
O que te move,
Onde e a que horas,
acorda a tua saudade,
O que te machuca,
O que te faz vibrar,
Quem te leva, e até aonde
Quem te traz de volta e porque
Quando levitas,
Quando aportas,
Porque chora,
E o porque dos teus melhores sorrisos,
Afinal, onde me encontro em você?

Vera Celms

ofarol.blog.terra.com.br disse...

O Que o Duelos significa para mim.

Um mural onde muitos expõem suas fotos preferidas...
Um concílio onde amantes das letras testemunham sobre seu amor comum...
Uma confraria, onde irmãos de alma, os poetas, resolvem assuntos da família...
Um point, onde sorvemos tragos de afeto em nosso happy hour...
Como somos desafiados, podemos escolher as armas; uns, a prosa, outros, o verso, a crônica, a paródia, a música, os contos os hai-cais...
Que posso dizer do Duelos senão que ele é demais? Que é normal sempre o ter, mas se por um pouco o perdermos, que falta ele faz!
O privilégio de uma parceria qualificada, a diversidade criativa na passarela, a possibilidade de ver o mundo, por uma mágica janela.

Parabéns Shintoni, parabéns duelandos!

ofarol.blog.terra.com.br disse...

Duda,

Uma graça de menina cruzando a ponte entre os sete e oito anos. Por razões que desconhêço, apesar de minhas muitas provocações, se fez minha amiga. Juntos fizemos progressos notáveis; ela que contava até dez em inglês, agora, já chega ao quinze... domesticamos as ondas do mar, passeamos pelo parque olhando as tartarugas, dividimos informações sobre placas de trânsito. Sua sede de saber é imensa, e como eu "sei tudo" está sempre bebendo em minha fonte. " Tio, o que é integridade? O que é exaltar? O que é um duque?" Se fosse para alguém adulto, eu poderia dizer que um duque é alguém exaltado, com presumida integridade... mas, foi uma pergunta de cada vez, e do alto de sua objetividade infantil, as coisas são ou não são, sem essa de presumido! Um dia, quando ela contar até cem, saberá que a "nobreza" às vezes disfarça algo vil, que não raro, a integridade não passa de fachada, e a exaltação humana é enganosa, (ela vai ficar Tiririca). Deixará, enfim, essa mania infantil de nos meter em saia justa. Já pensou se ela me perguntar que é ética, moral, cristianismo!? Voltemos ao que interessa: Sixteen, seventeen... Quando ela descobrir que avida não é uma ciência exata, que se escreve nas entrelinhas, que se diz o que não se quer dizer, será, então, adulta. Estará pronta pra vida, digo, morta. "Aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino dos céus..." preciso aproveitar sua companhia enquanto ela vive...