Bem-vindo ao Duelos!
Valeu a visita!
Deixe seu comentário!
Um grande abraço a todos!
(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Juiz Vai Apitar, Mas... - por Gio

Tem coisa a se resolver aqui
“Mé dá mais uns dois minutos!”
Pois desequilibra meu ki
Essa sucuri com escorbuto!

Que anda com a boca inchada
E ali sei que não fui eu
Deve ter sido maçã envenenada
Ou dragão de Komodo mordeu

Ou morre pela garganta mesmo -
Curiosamente, de outro jeito:
Vai acabar virando torresmo
Porque não se alimenta direito!

Esqueça os minutos a mais
Ela precisa se alimentar
Pois ela tá mostrando sinais -
Debilitada, não é justo lutar


Não menosprezo suas respostas
Já as chamei de geniais
Mas, antes de virar as costas,
E tomar um banho no cais,

Faltavam uns pontos na reta
(Senão vira falta de empenho)
Eu falava da resposta “incompleta”
(Da próxima vez eu desenho)

Que, ao chegar a segunda parte
Não mais incompleta ficou
E - desaforos à parte -
Algum sentido encontrou

Não sou sucuri no espírito
Nem na pele, ou em qualquer parte
Esssa acusação empírica
Só pode ser de alguém vindo de Marte!


E, quanto à segunda explicação
Lamento novamente discordar
Mas, se você prestasse mais atenção
Não iria ter que se retratar:

Vens me dizer que te plagiei
Por, depois de ti, parodiar
Mas a sua não foi, até onde sei,
A primeira paródia do lugar

Repito: ofídia és tu, que abusa
E, com esse espírito de ladra,
Daqui a pouquinho me acusa
De roubar a ideia de “quadra”...


Me esquartejar?
Vai ter que me achar...
E se está a pensar
que vou facilitar,
pare de se enganar!
E, com certo pesar,
devo anunciar:
Vais continuar
a acertar o ar!

Não se preocupe, de ti eu não fujo!
Eu danço, eu gingo, apenas me esquivo
Atleta, atento, rápido como um sabujo
Cirurgicamente preciso como o Ivo

E, falando em orelha machucada,
Agora a que está é a minha
De tanto ouvir conversa fiada
Caô, despautério e abobrinha

E se pensas que o chefe Shintoni
Não é capaz de entender uma piada
Te digo: pega logo o telefone
E fala na cara, desaforada!

Chamando o pobre coitado
De alguém sem senso de humor
Quem se ofende com pouco bocado
É somente tu, meu amor!


A pior das cobras é a Naja
Encanta, e depois dá o bote
E, por mais que o indivíduo reaja
Do veneno, só escapará com sorte

Por isso, se tanto te orgulhas
Do nome que te confiei
És ofídia nas presas-agulhas
E no pensamento, eu sei

Confesso o erro não-programamado
Com um riso escancarado entre os dentes
“Cavar” a lápide foi mesmo gozado
“Reservar” seria um verbo mais prudente!

E, que eu esqueci da tua mancada
Da camisa de força, não pense...
Se as coisas forem nessa alçada,
Estamos rumando para um nonsense!


Enquanto brincas aí de heroína
De golpes de espadas prateadas
É tu mesma, Samurai, que desafina
Vitória tua? Só em conto de fadas...

E sonhas com berros da torcida
Que, por enquanto, só está analisando
Poderias ser um pouco mais comedida
E demonstrar respeito, de vez em quando

Preocupa-te com os golpes que te bati
E que desconversaste em prosa
Pergunta-te: “Não levei ou não senti?
Será que estou ficando leprosa?”

(Aí paro o combate pra prevenir:
Não quero doença contagiosa!)

Preocupa-me essa tua esclerose
De apanhar, esquecer, e não ver o pus
O primeiro tempo chega à apoteose:
Antes do bolo, aproveita e vai no SUS!

E se eu tenho audição seletiva
Mais seletiva ainda é a tua visão...
Mas isso a gente vê na comitiva
Quinta-feira, pela bat-televisão!



Resposta a Acrérrimos: Passei a Régua!, de Ana.
.
.
.
Visitem Gio
.
.

Nenhum comentário: