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domingo, 13 de fevereiro de 2011

(Sem Título) - por Leila Dohoczki

Quando perde a rima o poema que clama
A entrega de corpos e almas,
Perde o sentido em cada frase que declama.
Um “eu te amo” que não ama
Já nem se sabe se é amor ou se é paixão
Um rima amor com posse
o outro com solidão
E o terno poema enamorado
num instante um amontoado
de palavras lindas, sem razão.

É um poema que engana
não vem do coração!

As palavras ficam soltas

Como as folhas velhas de um ipê florido,

Que quando mortas caem ao chão...
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..............Visitem Leila Dohoczki
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