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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O Difícil Exercício da Simplicidade nas Palavras e Ações - por Alba Vieira

Cada um de nós tem o seu caminho de desenvolvimento espiritual que, em última análise, seria um processo de refinamento durante essa existência rumo a níveis cada vez mais altos de consciência, independentemente do que significa Deus para cada um, inclusive os que se intitulam ateus.
Assim, considerando que nós somos matéria e energia que só se diferenciam pela vibração mais lenta ou mais rápida, sendo realmente compostos da mesma “substância” do espírito,o objetivo maior de nossas existências é sintonizar com as esferas mais altas. Essa separação só existe na nossa ilusão e quando nos conscientizamos de que somos espírito num corpo material, tudo faz sentido e fica mais fácil. Só que essa consciência vem em raros lampejos que são percebidos por alguns de nós e que para outros é estranho, não se dando conta quando ocorrem. E desenvolver essa percepção é extremamente difícil no estágio de evolução em que nos encontramos e ocorre progressivamente, em várias etapas que nos permitem, aos poucos, ir aumentando o nosso autoconhecimento, tentando vencer os condicionamentos e alcançando um estado de observador dos acontecimentos da vida, o que não quer dizer indiferença e sim uma placidez que reflete a paz do espírito.
Chegar a isso, que ainda não é estar plenamente consciente do seu verdadeiro Eu, já é uma raridade de ser alcançada pelo homem comum. Entretanto, pelo menos, podemos tentar evitar o eterno estado de separação em que vivemos (diabo=dia-ballo que quer dizer: o que divide) que gera nossos conflitos, sofrimentos e dor. Esse distanciamento do espírito do estado de união é a grande heresia (voltarmos as costas para a luz que faz parte de nós) que é o resultado do estado de inconsciência do homem, a ilusão.
Essa evolução não se faz pelo externo e sim, lentamente, pelo interior. Não é possível usar a vontade apenas, o racional. É muito mais do que isso. Somos humanos e os dois polos, o bem e o mal, fazem parte desse processo. O importante é sempre, através do erro, redirecionar a nossa energia para sintonizar com as vibrações mais altas do espírito.
Dessa forma, não importa em qual âmbito das nossas vidas isso ocorra. Inclusive, no campo da sexualidade, a agressividade se transmuta em força, poder e vontade em nível espiritual; o criticismo em discernimento e o amor egoístico em amor universal.
Mas, por enquanto, todos nós ainda estamos no caminho, senão não habitaríamos este mundo.
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