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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Símbolo Perdido, de Dan Brown - por Ana

Acabei de ler o “O Símbolo Perdido”.
Assim, assim...
Através da pena de Dan Brown, lemos que os Estados Unidos possuem os mais belos sei-lá-o-quê, os maiores tudo quanto é coisa, os mais avançados, os mais imponentes, os melhores etc. Interessante perceber que “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios” se passam em Paris e no Vaticano, respectivamente, e que nada, em nenhum dos dois lugares, merece tantos elogios. E olhem que o protagonista esteve no museu do Louvre e na Basílica de São Pedro!
O livro tem seu valor por abordar a ciência noética e seus fundamentos e descobertas, que considero algo que vale a pena ser difundido nos dias de hoje.
Termina com uma chatérrima rearfimação da importância de um determinado ícone ocidental, como se fosse um adendo à história já finalizada.
Ao contrário de “O Senhor dos Anéis”, não há nenhuma passagem digna de ser citada aqui para o deleite dos amigos do Duelos. É apenas a aplicação da fórmula que deu certo nos best-sellers anteriores, no melhor estilo “em time que tá ganhando não se mexe”, e mais pra rascunho de roteiro cinematográfico.

No geral, é uma apologia aos valores norte-americanos, mais uma pílula de otimismo necessária após o 11 de setembro. Por todas as páginas percorremos as noções de “lembrem o que somos”, “lembrem o que temos”, “lembrem de onde viemos”, “lembrem-se: somos o máximo!”. É uma mensagem ao país combalido, uma cartilha de ufanismo. O tempo todo você lê a intenção do “resgatem-se”, da injeção de moral à população deprimida. Só faltou colocar, no lugar do famoso “The End”, “We Can”.
“O Símbolo Perdido” foi título perfeito para um país que, pelo visto, ainda está em catatonia. E a cura que o autor encontrou, realmente, faz sentido, porque, para eles agora, além do “ópio” pro povo, só se Barack passasse à distribuição gratuita de megatoneladas de Prozac pros coitadinhos.
.J. R. R. Tolkien

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