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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Do Mito à Metáfora - por Esther Rogessi

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Prosa inspirada no comentário da escritora Silvia Mendonça
sobre a temática da ciranda 'Mulheres de Fogo'.
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Mitologia, simbologia, amor, Eros, philos, ágape... Ou só amor!...
Ave mesclada de vermelho e dourado... Desde o Éden enternece tal resplendor! Vermelha... ‘Mulheres de Fogo’ cor do amor representado...
Presente ou passado. Ave mesclada de vermelho e dourado... Sol nascente.
O amor é assim... O fogo que surge, chama que consome!
Correspondido bate asas... Voa, dá cambalhotas, canta à toa...
Traído... Amofina-se, aquieta-se... guarda as asas, se entristece...
Faz um ninho, nele deita... E do amor... o fogo lhe consome as entranhas - metaforicamente! Sendo ele - o amor - imortal, seu ressurgir acontece... Do pó, das cinzas se levanta... Ó! Fênix... Lindo pássaro que encanta!... Canto triste, canto belo... que contagia e que põe em agonia os de perto. Desde o Éden, Líbia, China, Egito... Séculos e nações, poetas e canções melodiosas, rima, verso e prosa... imortalizam-te!... E, assim... Estamos aqui: Anas, Theresas, Silvias, Rogessi... E outras mais... Mulheres-Fênix dessa nação, em uma nova versão, algo ardente e singelo em verde e amarelo!
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“Mito é uma história ‘verdadeira’ ocorrida nos tempos primordiais, porém, diante da interferência de um ente divino, transformada em uma nova realidade.” (Mircea Eliade)
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