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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Luzeiros - por Leo Santos

O primeiro limiar no teto, marco entre a noite e o dia, bradou:
“Deixai um pouco vosso tapete mágico,
contemplai o alto, vede as obras do Senhor!

A lua pela fenda da janela tocou-se e disse: Oi!
Depois seguiu indiferente,
mirou seu rumo, e se foi.

Ditosa loura celeste! Vê de perto, a Constância bela das constelações.
Famílias que não desagregam,
felizes amoladas às suas missões.

Os passageiros do expresso noturno saltam, quando o advento do dia, é certo;
Alva, a última. Quanto às obras do Senhor, ela diz:
Vede-as mais de perto…

A mão de Hélio, força a entrada e grita: Vem.
Nada impõe contudo, só a luz,
depois segue, pois tem um ofício também.

De perto se ouve o que quiçá não se ouvisse;
A sabedoria chorando filhos roubados,
que foram adotados pela estultice…

Essa ruína, é certo, não vem do Senhor, é obrada por todos nós;
Aves noturnas inimigas da luz,
que pousam sobre os girassóis…



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Um comentário:

Ana disse...

Muito bonita, Leo!
Beijo.