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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Jactância - por Ana

Dentre as masmorras possíveis,
Você escolheu a da arrogância;
Em que se mantém prisioneiro
Por obra e graça de sua insânia.

Alisando o próprio umbigo,
Esquece o que tem relevância.
Passa os dias iludido,
Bajulando a discordância.

Por valores distorcidos
Se afoga em autoimportância,
Não vê que tal atitude
Extravasa ignorância.

E é um ser inteligente...
Pra mim isto é discrepância!
Deve ser transtorno inato
Acentuado na infância...

Teu fim é a guilhotina
Da vida, última instância.
E chorando só, no velório,
Sua única amiga, a intolerância.
.

4 comentários:

KBÇAPOETA disse...

Uau!
Perfeito!

Alba disse...

Mandou muito bem, Ana!!!!!
Nada como ler alguém que fala com sabedoria e experiência.
Mil beijos.

Ana disse...

Poeta, meu caro Poeta... Obrigada pela palavra tão absolutamente elogiosa!
Beijo.

Ana disse...

Ih, Alba...
Tatuí agradece... rsrs
Beijos mil.