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terça-feira, 1 de setembro de 2009

R-Evolução - por Gio

É o seguinte, cara misifia
Desde o início, eu te avisei
(Se vem de graça, o santo desconfia)
Pra não haver rolo, cara Sensei:

Que, se a coisa perdesse sentido,
- Por eu não ser fã de pancadaria
E rejeitar ataques desmedidos -
Que o estilingue o Davi largaria.

Não é sua culpa, é coisa de combate
Alterar versos, atiçar feridas
Só que esta luta comigo não bate -
O ouro é tolo quando vem de Midas

Pois vira pedra, dura, fria e crua
E para isso não há corretivo
Largo de mão toda briga de rua
(Prefiro algo bem mais produtivo)

Termos de acordo não vão adiantar
Linhas são “des-seguidas” logo, logo
E o jogo volta ao mesmo lugar
Num novo contraponto me afogo

(A propósito, ponteio aqui
“Debilitada” eu não mais lembrava
Antes que comece o ti-ti-ti
E eu mande todo mundo a Caçapava!)

Não me nomeies persona non grata
É muito ingrato o fazer comigo
Se te respeito, e digo na lata
Jogo as cartas e jamais instigo

Achas que “Tamo só se divertinu?”
Esse é mesmo o meu ponto, Samurai
Quando só um dos dois lados tá rino
Há algo errado... Tu mi capirai?

Minha proposta segue aqui embaixo
- Parar o duelo seria crime -
Modalidade que eu bem me encaixo
Floreia, e o combate não reprime:

Prefiro os versos parodiados
Os mantras, versos mais enigmáticos
Alegorias, versos torneados
Do que o soco de um verso mais prático

Entenderei se não for de teu agrado
Ou que não cubra tua necessidade
Não te quero um soneto obrigado -
A alma vem da espontaneidade

Quero só luta que me engrandeça
Que eleve a alma, e faça crescer
E a Samurai, quando a luta aqueça,
Não faça da Ana eu me perder!



Resposta a Da História Sem Fim..., de Ana.
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