Me perco nas letras que escrevo,
Palavras de amor ditas em vão? Talvez.
Talvez sim, talvez não,
A dúvida do talvez é a certeza que tenho agora,
Esse agora presente que um dia se tornará passado, que com a mesma dúvida estará abraçado.
Por que se palavras ditas ao luar,
Em homenagem ao nada idealizador que está ao meu redor, não te despertar os sentimentos,
De que valerão meus lamentos,
Ideias e pensamentos?
O vácuo desse universo abafado,
Com certeza não está ao meu agrado nem para lamentar das coisas perdidas que não tive, nem daquelas que desejo ter.
A vida é passageira e passando todos nós estamos,
Vagando sem direção, sem rumo, sem ação, apenas andando e se perdendo,
E assim me perco nas coisas que escrevo.
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No loop do multiverso da loucura além da imaginação
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Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

Um comentário:
Minino!!!! Qué isso?!!!!!
Romântico-filosófico!!!
Tá arrebentando!
Beijo!
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