Sou sanguíneo quando pisam
nos meus calos mais doídos
não entendo porque faço
nem quero ser entendido;
o sangue ferve na cara,
a personalidade escancara.
Melancólico quando solo
música composta pra orquestra
aí demando a sorte
querendo uma melhor que esta;
ciente que a vida me deve
me pesa até o fardo leve.
Colérico quando revido
paro o mundo para descer;
miro o rosto do inimigo,
que ousou me aquecer;
um embate só é pouco
extravaso meu lado louco.
Fleumático como agora
lendo meu próprio umbigo;
e trazer pela mão pra fora
outros que vivem comigo
nem prezo outras têmperas, diria
se as posso verter em poesia.
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Ideias Vendidas
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Querido Brógui, Ideias são vendidas o tempo todo. As pessoas compram o
tempo todo. Nos são empurrados valores, pensamentos, comportamentos. Eu,
tal qual um...

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