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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sábado, 14 de março de 2009

Carol Conrado

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Cidade Rio de Janeiro
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Idade 20
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Signo Leão
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Influência Eu mesma
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Epitáfio do Espião - por Ana

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Aqui não jaz ninguém.
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O Homem que Foi Sexta-Feira - por Ana

O Homem que Foi Sexta-feira - G. K. Chesterton


“Gostei.”



Resposta a “Nem Todos Estão Aqui...”, de Raquel Aiuendi.
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E você? De que livro você gostou?
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Come Direito, Garoto! - por Alba Vieira

Prove legumes!
Comida plástica não!
Provoca câncer!!!
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Estou Lendo... - por Raquel Aiuendi

Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
O Vendedor de Sonhos: o Chamado - Augusto Cury


“Estou lendo: Ensaio sobre a cegueira - José Saramago; e O vendedor de sonhos, o chamado - Augusto Cury.
Estou gostando mais do primeiro por parecer mais natural a inspiração do autor.
Não tinha lido nenhum dos autores até agora.”



E você? Que livro está lendo?
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Relativo - por Vicenzo Raphaello

Inexiste dignidade
Inexiste ética
Inexiste consciência
Inexiste pudor
Inexiste lei
Inexiste punição
Inexiste competência
Do ilustríssimo companheiro ao faxineiro
é a farra instalada
Rituais são necessários
Burocracia facilitadora
quanto mais comissões
maior é a comi$$ão
Quanto maior a comi$$ão
menos tudo
saúde
escolas
saneamento
pesquisas
Mais mortes
mais desesperança
Aí continuamos
nas mãos desta corja
encastelados
blindados
sem que haja texto
que mude esta sina.


Resposta a “Escamotear Sempre”, de Alba Vieira.
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Quem Escreve... - por Odenir Rosa

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Quem escreve algo para si ou para os outros é sempre um solitário tentando ser ouvido ou notado por alguém!!!
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Roda de Vida - por Alba Vieira

Cantiga de roda já saiu de moda
Contudo, na roda, persiste em voga
Tanta coisa jocosa
Porque roda é roda,
Roda e só roda.
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Que Sede - por Raquel Aiuendi

Que sede
Seca
A língua
Não fala
Só bebe
Não verte
Se quebra

Que sede
nem mono
nem poli
nem homo
ou hetero
ssílabos
dureza
cais
sem mar
ao mar
cai
amar?

Que sede
Vós
Sejamos
Nós
Elos
No des
fazer.
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Rolam as Pedras - por Kbçapoeta

As pedras rolam
porque alguém
as fez rolar.
A dor figurada
que há anos os poetas relatam,
dói porque deixamos doer.
Deixamos doer porque alguém
nos disse que era humano,
bonito e poético.
Queria uma tristeza finita,
e que a felicidade fosse o oposto.
Hoje em dia tenho:
felicidade nunca vista, e
uma tristeza perene.
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Mulher é um Vinho - por Poty

Mulher é como vinho...
É de uma delicadeza!
Mas bem guardada,
Cuidada,
Amada...
Nunca estraga!
Quando envelhecer
Será bem deliciada!
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La Lluvia Pasará - por Yuri

A chuva molhará nossos pés e nos sentiremos iguais outra vez.
Depois, amanhã, assim que sair um sol mais ou menos e um tempo nublado e por outro lado limpo e plano, e no outro dia aquele sol de engano, nos sentiremos iguais de novo.
Mas por que sempre suas vontades e desejos sempre me afastam de você(?)!
Odeio falsidade! Como odeio que sempre os infiéis digam que nunca o fará.
Mas o que dói mais é saber que sinto uma grande dor por dentro.
Tomara que deixes de ser hoje o que me ofende...
Agora só há que seguir. Quero muito e desejo que sejas feliz. Mas quando olhar o sol se lembrará de mim.
Mais uma vez cair, levantar mais forte e tudo sempre muda outra vez.
Dos bons momentos nunca esquecerei e creio que seja melhor te recordar assim... Mesmo que caiam lágrimas e eu grite, chore e sangre por dentro, momentos bons vivi ao seu lado. E tínhamos algo real.
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Recado - por Vicenzo Raphaello

Experimente Satie
Econômico
Com algum mistério
Instigante



Resposta a "Minha Música", de Ana.
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Tesouros - por Odenir Rosa

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Saber ler e escrever, sem dúvida é o maior tesouro de uma pessoa, depois de sua família!!!
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sexta-feira, 13 de março de 2009

Súplica - As Nossas Poesias V

A chuva cai silenciosa
e esparrama melancolia ao meu redor.
Estou ficando tão só...

A neblina inebria o meu sentimento,
dentro de mim só há tormento...
Tanta dor é de dar dó...

Olho pro céu, suplico
que a chuva que cai agora
traga esperança consigo.
Esperança na semente que brota
trazendo uma nova vida
e que quando for embora
leve toda dor e tormento.
Que esta água seja amiga,
acabe com meu lamento.



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Minha Música - por Ana

Minha melodia é tão lenta...
Regência a la Kitaro,
categoria new age,
num ritmo muito raro.

Minha música interessa
a mim e a mais ninguém...
A cada hora uma nota,
não quero ir mais além.

Não quero saber de bemóis,
nada de sustenidos,
não quero mudar o tom,
tá bom para os meus ouvidos

notinhas bem miudinhas,
devagar, quase parando,
baixinhas, quase em surdina,
meus passos acompanhando.

Tô feliz neste marasmo,
estou muito adaptada
a esta rotina inglesa,
a esta fala arrastada.

Às vezes vêm por aqui
heavy metal, funk, rock,
samba, pagode, lundu,
mpb, tango, pop.

Tantas notas por compasso,
tantas mudanças de tom!
Como vivem as pessoas
em meio a tanto som?

Por isso é que não se ouvem,
nem ouvem os demais, igualmente,
não há espaço pra mais nada:
está muito ocupada a mente.

Como tenho poucas notas
habitando minha cabeça,
dá pra eu ouvir outra música
que, porventura, apareça.

Assim ouço muito bem
a mim e outras melodias,
cada uma em seu estilo,
regência e harmonia.

Há as clássicas, barrocas,
grupos, orquestras sinfônicas,
bandas, quartetos, trios,
de cordas e filarmônicas.

Elas vão sendo arquivadas
numa biblioteca interna
de tracks (as mais variadas),
numa sinfonia eterna.

Cada uma tem seu tom,
sua nota principal,
algumas são agradáveis
e outras soam tão mal...

Mesmo assim, quando tocar,
minha última nota, inaudível,
todas seguirão comigo
num acorde inesquecível.



Poesia cujos título e primeiro verso foram utilizados para a versão coletiva Minha Música - As Nossas Poesias IV.
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Cadelas que Dominam Cães - por Luiz de Almeida Neto

O cenário é um posto abandonado
Num recanto de uma estrada
Vazia, rolo de feno atravessando.
Mais romântico impossível.

Ela chega, eu estou sentado,
contabilizando o apurado
0 vezes 0... Coisas importantes
a serem resolvidas.
Olhar altivo,
boca molhada,
blusa de cotton, branca, colada
no corpo escultural.

Cabelos encaracolados,
na altura do ombro,
rosto e nariz afilado
a me encarar,
o “conversível” estacionado
do lado de fora.
Teria vindo pela gasolina?
Gênio!

Ela chega, como quem não tem nada a dizer,
talvez não tenha nada mesmo,
ou eu estou só imaginando estereótipos.
Me encara de cima a baixo,
como que para ver se sirvo.
Momentos de apreensão,
o coração vai sair pela boca,
e nós dois sabemos
da minha situação.

“Quer que eu encha o tanque?”
pra não largar a sacanagem,
me esforçando pra ser sensual,
sem ser desrespeitoso.
Nenhuma resposta,
caminho sem volta.

Ela vem numa caminhada,
sem perder o jeito de felina,
pra não correr o risco de ser rejeitada.
Que risco?
Ah! É mesmo! Ela não sabe.

Por cima da mesa,
livros e tabuletas pro ar,
pernas pra cima
o que interessa pra baixo.
Jogos e ensaios vulneráveis
e por isso mesmo atraentes.

A blusa retalhada, a mistura intensa.
A boca molhada a me molhar,
eu a regar seu corpo, com meu suor de porco.
A atração que não nos deixa separar
“Como cola”, me disseram certa vez.
Mas não era nesse sentido,
e eu senti pena do rapaz.
E assim vai a tarde inteira.

Um cliente! O primeiro em meses!
Nada disso, estamos fechados.
Suas pernas entrelaçando meu corpo
me jogando no chão,
autoritária!
Eu no chão,
moleque!
Cadelas que dominam cães.
E eu podia simplesmente ter dito “não”,
Podia?
Cadelas que dominam cães.
E podia ter imposto minhas regras,
e não reagido como quem vê o primeiro
prato de comida,
a água no deserto,
Cadelas que dominam cães.

E assim ela se vai,
assanhada,
assanhada!
Com cara de satisfeita,
ou será imaginação minha?
Em que exatamente quero eu acreditar?
Assim seria mais fácil.
Com jeito de dona do mundo,
Cadelas que dominam cães,
Cadelas!
Cães...
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Paulo Coelho: Argh!!!! - por Ana

O Alquimista - Paulo Coelho
O Diário de Um Mago - Paulo Coelho


“Paulo Coelho… Argh!!! Argh, argh, argh!!!”
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Resposta a “Nem Todos Estão Aqui...”, de Raquel Aiuendi.
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E você? De que autor você não gosta?
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Amor - por Raquel Aiuendi

Queria rever seus olhos
E secar a mágoa a pingar
Meu sentimento, hoje...
Amar.

Que importa, está a dois
Por um eu vivo... a sós
Com meus botões
Minhas paixões
Meus escuros medos
Num futuro passado
Acordar tarde, dormir cedo
Você: maior pecado.

Lembrar, e sempre e agora
Mergulhar dentro e fora
Me afogar e afogar
Nesse verbo amar

Como dói e me faz sonhar
Viver essa fantasia
Mista de tristeza
E tanta alegria
Mista de beleza
E toda letargia.

Mirar seus olhos numa tela
Em projeção inversa
À vida que você leva
Mais ainda sou igual àquela
Que sorri e conversa

Um passado não neva
Só em seus novos dias
Eu, fachada: alegria
In: idem, etc etc
Com um toque sombrio
Que quase muito sóbrio
No ar essa megera...

Perde a razão
Enlouquece
O coração
E esquece
Do quê, então?

Sem rumo, numa noite sem fim
Numa verve que segue tão assim
De dentro para fora
Sem vontade
Sem saudade
Só, sempre ir embora.
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Uma Só Voz - por Alba Vieira

- Espírito cor-de-rosa, não vás!
Por que agora deixas meu corpo?
Que há de mim sem ti?
Que posso eu sem tua animação?
Estou inerte se de ti dependo.
Nada sou quando te afastas em definitivo.

- És apenas matéria, ó infeliz!
És, a um só tempo, tudo e nada.
Não vês que é breve tua existência
E que somente me serves de morada?
E que é para assim mesmo ser:
Quando me solto de ti,
Torno a ser livre outra vez.
E tu retornas a pó. E só.
.