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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ser Brilhante - por Esther Rogessi e Autores Diversos

“Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos demais.
É nossa sabedoria, não nossa ignorância, o que mais nos apavora.
Perguntamo-nos: ‘Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso, fabuloso?
Na verdade, por que você não seria? Você é um filho de Deus. Seu medo não serve ao mundo. Não há nada de iluminado em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Nascemos para expressar a glória de Deus que há em nós. Ela não está em apenas alguns de nós; está em todas as pessoas. E quando deixamos que essa nossa luz brilhe, inconscientemente permitimos que outras pessoas façam o mesmo. Quando nos libertamos de nosso medo, nossa presença automaticamente liberta as outras pessoas.”
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(Nelson Mandela)
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Por Silvia Mendonça
---Deves saber que estreou nos cinemas, no final de janeiro, o filme “Invictus”, de Clint Eastwood sobre a chegada de Nelson Mandela à presidência do país (num momento de virada da história da África do Sul). “Invictus” procura mostrar a grandeza de um líder que soube estar acima do ódio e do desejo de vingança, evitando que o fim do apartheid fosse seguido pela vingança dos negros face aos brancos sul-africanos. Em 1994, quando Nelson Mandela assume a presidência, apenas quatro anos depois de ter sido libertado da prisão onde permanecera três décadas, esperava-se que Mandela executasse uma limpeza dos brancos dos lugares chave. Mas o novo presidente surpreendeu, sobretudo, pela estratégia utilizada para promover a união entre brancos e negros. Por isso, foi sempre coerente nas abordagens e na vida, quer como cidadão, quer como chefe do Estado, quer como líder na reforma. Essa atitude perante a vida e perante o povo criou dores de cabeça sem fim aos seguranças ao longo dos últimos 20 anos: quando Mandela caminha não há barreiras que o segurem. Apesar dos recuos, dos persistentes episódios de corrupção e desvios à linha reconciliatória imposta por Mandela e altos dirigentes do ex-movimento de libertação, a África do Sul mantém-se firme no caminho da democracia. O dinamismo das instituições, a liberdade de Imprensa e o relativo bom funcionamento do sistema judicial, não totalmente controlado pelo partido no poder, são garantias de sucesso, 20 anos após a libertação de Mandela. Isso, sim, é Fantástico.


Por EstherRogessi
...O nosso Mural é “Fantástico...” Embora Nelson Mandela tenha estado em ‘Retirada’ após uma longa existência de lutas (pois,conta hoje 92 anos de idade), é um dos grandes exemplos de perseverança e crédito no seu ideal. Sua persistência transformou-lhe a vida, ou seja, a visão que muitos faziam dele... de ‘Rebelde’: a presidência da África do Sul até 1999 (fim do seu mandato); de ‘rebelde’ ao apoio às grandes causas sociais e aos direitos humanos, obtendo o reconhecimento das nações. Ele e Madre Teresa de Calcutá foram as únicas pessoas de origem não-indiana a receber o Bharat Ratna - distinção mais alta da Índia - em 1990. Recebeu, também, várias distinções no exterior, dentre as quais, a Ordem de St. John, da rainha Isabel II e a Medalha presidencial da Liberdade de George W. Bush.
Em 2001 tornou-se cidadão honorário do Canadá e também um dos poucos líderes estrangeiros a receber a Ordem do Canadá...


Por Ana da Cruz
Aquilo que Nelson Mandela repetiu durante todo o tempo em que permaneceu preso, cumprindo pena de trabalhos forçados, sirva-nos de reflexão:

“Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.”
...
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.
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(Nelson Mandela)
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Por Ana da Cruz
*Ele tem muito a nos ensinar. Eu vejo o que ele pensa bem próximo do que penso. Encontro lógica, enquanto vejo tanta incoerência e “achismos” em toda parte. Como diziam os antigos, “de achar morreu um burro”; quem acha e não tem certeza, deve ficar com o que supõe em seu pensamento, sem ter a deselegância de nos compartilhar, principalmente se o suposto não é de bom tom.

O que compartilha a bela arte - a escrita -, em suas múltiplas formas, confirma o mesmo espírito... cujo principal objetivo é estruturar vidas através das letras.” (Esther Rogessi)
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