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domingo, 13 de setembro de 2009

Do Seu Canto... - por Ana

(Paródia do poema “Desencanto”, de Manuel Bandeira)

Ele faz versos como quem chora
De desalento, lá no seu canto...
Não leias seus posts, se por agora
Não tens motivo algum de pranto.

Seu verso é sangue, choro demente,
Tristeza esparsa, remorso vão...
Dói-lhe nas veias. Amargo e quente
Cai gota a gota, do covardão.

E nesses versos de angústia louca
Assim dos lábios o medo escorre,
Deixando um acre sabor na boca.

- Ele faz versos como quem morre.
.

4 comentários:

Luiz de Almeida Neto disse...

Ana,
Muito obrigado pelos comentários, pela atenção e pelo apoio. É muito importante pra mim, e sempre me faz criar ânimo novo. Você também está muito bem com essa abordagem de um autor tão especial quanto Manuel Bandeira. Abraço.

Ana disse...

Você merece, Luiz!
E valeu pelo elogio!
Abraço também.

_Gio_ disse...

Clap, clap, clap! hauhauahauhahuahaha

Mesmo não conhecendo a poesia original (que eu me lebre), já gostei da paródia. Ironicamente, mesmo sendo contra mim...

Beijo!

Ana disse...

Existe coisa mais sincera do que o eloGio de um oponente?
Reverência de agradecimento até o chão.
E por falar em oponente, tu não vai mais duelar, não? Esta paródia foi um momento premonitório? Leu e morreu?
Beigios.