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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

História do Duelo - por Gio

Capítulo I: O Início
Comecemos uma revisão
A matéria vista aqui: História
Prestem todos muita atenção
Refresquemos a nossa memória

Quem começou esse caos
Foi mesmo a senhorita
“A coisa pra tu tá maus”?
Falta, o juiz apita!

(Falta de vocabulário
Ou conjugação bisonha
Tem um próprio dicionário
E fala do meu “escabronha”...)

Voltando cá aos primórdios
O caos aqui se criou
Pois guardavas tanto ódio
Desde que a Ninja zarpou

Logo, precisavas tanto
De um rival (Entendeu?)
E, vejam, pra meu espanto
O escolhido fui eu

Pegou frase inocente
E transformou em escarcéu
(Me diga - quem é que entende?
Nem rezando para o Céu...)

Começou chamando outra
Antes de dar-se o duelo
Deve ter pensado, louca:
“Pra que arriscar? Apelo!”

Justificou, minha filha,
Ameaça como delito -
Fez formação de quadrilha,
Calúnia, não é mito...

Difamação, injúria,
Também falso testemunho,
Atiçando a menor fúria
Pondo fogo em rascunho

Quando tudo se acertou
Fez um drama mexicano
Boa gente até que sou
Mudei de rumo o plano

E o que ia ser sarau
Virou duelo de verdade
Sendo combate, afinal,
Eu esperava integridade.



Capítulo II: O Desenvolvimento
Quando a luta começou
Sua fala foi simplória
Da minha roupa debochou
Cantou de galo a vitória

Em vez de se preocupar
Em um duelo direito
Preferia só zombar
Me xingar de todo jeito

(Reparem que ela disse
Que eu a chamei de bicho
Comentário de cretinice -
Esqueçam, joguem no lixo

Pois vejam quem começou
A chamar em disparada
Disse tudo o que pensou
De nomes da bicharada:)

Já virei homem-morcego
Virei sapo, perereca,
Cobra de bem longe, nego!,
Rato sujismundo (Eca!)

Ela, de lá, já distorcia
Minhas falas do momento
Se na mesma eu respondia
Eu virava peçonhento!

Ficar só na classe contra
Alguém que só avacalha
Não funciona - fui na afronta
Talvez seja a minha falha

Joguei na mesma moeda,
‘Inda prezando a decência
Admitindo quando erra
P’ra luta ter coerência

Quando isso, essencial,
Não vi ser correspondido,
A revolta me foi tal
Na luta não vi sentido

Mesmo assim, perseverei
Meu orgulho é um calvário
De despautério lembrei:
“A luta não faz aniversário!”

Vi ela cometer gafes
E depois me desmentir
Isso me irrita, aff...
(Por acaso era pra rir?)

E nesses altos e baixos
De montanhas e declives
Shintoni pensou: “Eu acho
Que poderia ter um live!”

(Que “láive” se pronuncia,
Mas peço licença poética
Pra manter fotografia
Já que não nos fere a ética)



Capítulo III: A Ausência e o Descaso

Pequeno fato que ocorreu
Lá no início do combate:
Disse que o Monge correu
Ele estava tomando mate...

Eu explico, meus amigos
O que me atazanava
Por um estranho motivo
O meu PC não ligava

Deixei isso avisado
Em verso de poesia
A Samurai, de “mau-grado”
Se aproveitou, fez covardia

Disse a todos que fugi
Que estava amarelando
Quando vi, eu exigi
Provas do que estava falando

Acho isso sacanagem
Achei, acho, sempre falo
E repetiu-se essa bobagem
Na hora do intervalo...



Capítulo IV: Tempo Real
No Duelo, eu cheguei mais cedo
E a menina chegou atrasada
(Espero que não lhe fosse medo
De, em público, ser espancada)

Falei que estava com fome
- Não me atrapalha em nada -
Já virou um novo nome
Pra sua desculpa esfarrapada

(Fome me foi alegoria
Pra ter um pouco de comédia
A Samurai - Oh, quem diria! -
Viu nisso um poço de tragédia)

Outra de suas desculpas
Que chegou se lamentando:
Leu Parmê, e sentiu culpa
Não tava se concentrando

Não sei pra que choro fútil
Se tu jamais admites
Que perdeu... Então é inútil
Proceder com os chiliques...

Se alguém pra mim torcia
Com um pouco de fervor
Ela ameaçava, arredia
Chamava de traidor

Isso aqui é o que eu chamo
De pura falta de postura
Isso aqui é o que reclamo
Ser desleal na caradura.

O duelo terminou -
Insatisfeita com o lido,
O final, ela mudou:
Me chamou “doido varrido”

Acatei, mas não devia
Não é justo, logo digo
Dar desculpa, bem em vias
De ser usada comigo.



Capítulo V: O Pós-Duelo
Tudo recomeçou mal
Espalhou que eu desistia
Em versos de maldade tal
Que minha alma rugia

De pausa, fez desistência
Inventou boatos mil
Eu voltei (E a paciência
Que vá ouvir Vitor Ramil) (hoho)

Continuou respondendo
Só o que lhe interessava
No disfarce, se escondendo
Nem erros justificava

Quando ficou sem argumento
Apelou de novo ainda
Fez o que é de seu talento:
Chamou correndo a dinda!

Segue com a agressão
Segue com a ladainha
(Em comentário nada são
Diz que só foi boazinha

E que disso reclamei
E queria apanhar!
Será que eu muito errei
Ao tentar me expressar

Ou será que ela só
Entende o que lhe convém?
Isso sim é de dar dó,
Pois sou humano também...)



Capítulo VI: Complementos
Nunca a chamei de galinha
Só disse que cacareja
Onomatopeiazinha
Que se usa “até na Veja”

Além de interpretação
Precisa rever Português
(Se for muita informação
Peça uma folga de um mês...)

E tudo o que te chamei
Alguma razão me surgiu
Algum motivo apresentei
A ficha ‘inda não te caiu?

“Cobra” foi por me trair
“Dissimulada”.. Óbvio, não?
“Leprosa”, por nada sentir
“Bebum”... foi suposição

“Isolada” num conto de fadas
“Exibida”, quer aparecer
Por me xingar, é “desaforada”
“Irreal”, não aceita perder

“Medrosa”, chamou a madrinha
“Hipócrita”, faz e condena
“Mequetrefe” pra manter a linha
Tornar a “vaidosa” mais amena

“Prepotente”, por cantar vitória
“Palhaça”, meu, nem era ofensa
“Rato” tava em expressão.. Ô, escória,
Antes de falar, pensa!!!

“Virar chouriço”, falaste primeiro
(Vais dizer que não te lembras mais?)
“Mentirosa” não é exagero
Eu te explico um pouquinho mais:

“Ogra” eu disse de tuas falas
“Pária” estava em outro contexto
Não me lembro de “debilitada”
Inventando assim, eu mereço?

Pra logo finalizar
Vou de novo explicando
O que, aqui, me fez irar
E que estou reivindicando:

Quero duelo direito
Um-a-um, só coisa justa
Quero mútuo respeito
É nobre, e nada custa

Quero que se admita
Quando se comete erros
Tenho pavor que se minta
Ao entrar em desespero

Não quero frases distorcidas,
Calúnias que eu fugi,
Nem ameaça à torcida
(Pois eu nunca coagi)

Meu, não se faça de vítima
E pare de reclamar
Coisa de neurose marítima
De quem se atira ao mar

Te chamei para o Duelo
E até agora, nada...
Meu pedido tão singelo:
Vai continuar parada?
.
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.
Resposta às insistentes dissimulações de Ana em A Samurai x O Monge.
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Visitem Gio
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3 comentários:

Ana disse...

Ó, seu Gio: cheguei atrasada não! Postei meu ali, cravado, na marca certinha do horário estipulado. Você chegou cedo e ficou com esta impressão errada de minha pessoa tão britanicamente pontual.
Se quiser, pede a shintoni para verificar na ata da assembleia. Ele deve ter tudo registrado. rsrs
Tenho dito.

_Gio_ disse...

Segundo o meu relógio, tu chegou com uns 5 minutos de atraso hauhauauhauhauhauh

Ana disse...

Ó ele! Levantando falso da minha pobre pessoinha!... Depois fala de mim... Caluniento...
rsrsrsrs