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domingo, 16 de agosto de 2009

As Nossas Poesias XVIII

.
CAMINHO


Solta aos ventos da mudança
.

7 comentários:

_Gio_ disse...

::: Caminho :::

Solta aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino

Clarice A. disse...

::: Caminho :::

Solta aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino
Nada procuro e nada espero

Ana disse...

::: Caminho :::

Solto aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino
Nada procuro e nada espero
Sou assim desde menino

Clarice A. disse...

::: Caminho :::

Solto aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino
Nada procuro e nada espero
Sou assim desde menino

Vivo o que a vida oferece

Rita disse...

Solto aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino
Nada procuro e nada espero
Sou assim desde menino
Vivo o que a vida oferece
Com fé e esperança

Ana disse...

::: Caminho :::

Solto aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino
Nada procuro e nada espero
Sou assim desde menino

Vivo o que a vida oferece
Com fé e com esperança
Aceito o que vem, de bom grado:
Quem espera nunca alcança

Clarice A. disse...

Caminho :::

Solto aos ventos da mudança
Sem as rédeas do destino
Nada procuro e nada espero
Sou assim desde menino

Vivo o que a vida oferece
Com fé e com esperança
Aceito o que vem, de bom grado:
Quem espera nunca alcança

Para alguns sou maluco
Para outros sem ambição