Tome-se um homem feito de nada,
Como nós,
em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne,
Lentamente,
De uma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.
.
No loop do multiverso da loucura além da imaginação
-
Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

Um comentário:
Comentário por Ana — 1 fevereiro 2009 @ 11:46
ES-PE-TA-CU-LAR!!!!
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