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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Homem Morto - por ZzipperR e vestivermelho

Houve um grito na multidão, pessoas correndo para todos os lados, muita gritaria... O que está acontecendo? Eu não consigo entender, mas o óbvio estava ali, no meio de todos, caído no chão.
Não se aproximem. Um homem acaba de morrer.
Todos perguntavam: O que aconteceu com ele?
Eles estavam muito assustados.
Curiosos perguntavam: Ele foi assassinado? Onde está o assassino?
Nenhuma resposta aparecia.
Uma garota cigana com um lindo vestido vermelho entrou correndo. Agarrou o homem e começou a chorar.
Depois aos berros, gritava com toda a força do seu coração.
- Não morre, por favor.
Tarde demais. Por mais que ela implorasse e pedisse, o destino estava selado.
- Você está levando tudo que eu tenho, não morra.
Todos ficaram calados, não falavam nada, apenas olhavam.
Fiquei imaginando se aquele morto ainda pensava ou escutava o apelo daquela mulher. Confesso que não sei.
Cheguei perto e falei:
- Fique calma. Você não pode fazer mais nada.
Alguns minutos depois, perguntei para ela:
- O que esse homem poderia estar levando de você?
Ela não pensou e respondeu:
- Ele se foi e levou a minha vida, como eu viverei sem seu carinho, seu cheiro, seu calor, e aquele abraço apertado. Por que ele se foi?
Eu respondi:
- Dizem que o tempo é a solução de tudo.
Ela respondeu:
- Não! O tempo não pode vencer um contador de histórias. Elas são eternas, como as canções.
Finalmente eu perguntei:
- Como era o nome dele?
Ela respondeu:
- ZzipperR
Fiquei ali parado, olhando aquela cigana, com aquele vestido vermelho paixão, segurando seu grande amor nos braços, branco e gelado, repetindo: - Não morra, meu amor, não morra que eu preciso de você.
Gritava com um grito de dor.
- Agora que te encontrei, você vai embora, então me leva com você.
A cigana ficou ali parada e pensando durante um bom tempo, de repente ela levantou e saiu andando com passos firmes e devagar, sem pressa, como se já tivesse um destino traçado em sua mente.
Seguiu até uma grande árvore e falou:
- Eu quero ficar com você. Abraça-me!
Era uma enorme e linda árvore, lindíssima com seus galhos cheios de folhas verdinhas formando um espetáculo que todos que passavam por ela paravam tentando entender a garota.
Sentada na sombra da árvore a linda cigana com seu lindo vestido vermelho gritou bem alto olhando para o céu:
- Vou ficar aqui sentada te esperando. Venha logo me buscar!
Depois disso, todos que passam pela árvore ficam admirando a linda cigana com seu lindo vestido vermelho esperando que seu amor venha buscá-la.
Suas últimas palavras foram:
- Beija-flor! Vem! Que eu estou te esperando. Dias e noites passaram e ela sempre olhando para a árvore na esperança que ele voltasse.
Será que o amor é mais forte que a morte?
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VrummmmmZummmmm
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Honorável Dama da Vida - por Vera Celms

Quero aqui homenagear o ausente.
Alguém a quem muito respeito quando presente,
Que a todos faz chorar,
Que a muitos faz orar,
Que a alguns faz resvalar.
Incontestável, não aceita negociar.
Chega, verifica a situação e consigo leva,
Sem choro nem vela.
Missão cumprida, a nenhum pedido releva.
Vem resoluta,
E de quem sofre, abrevia a luta.
Espreita, teimosa, a quem já viveu toda a vida
E resolve, num repente, na distração do escuro do quarto,
E se anuncia inconteste só no amanhecer.
Nada questiona, pois não faz concessões.
Nada importa, nem idade, nem crença, nem convicções,
Leva a quem muito nos importa,
Leva àquele que “roeu a corda”
Não se anuncia antes, não pede licença e, atrás de si, nem fecha a porta...
Leva mocinho e bandido,
Não deixa explicação nem aviso,
Impoluta dama de negro, servil,
Arranca e leva o ser amado, o astro e a estrela,
Insinuante, majestosa, hostil,
Mansa, densa, larga, plena, porque não fico feliz ao vê-la?
Sua chegada causa comoção,
Na sua saída, emoção...
Honorável dama da vida
Que, de assalto, chamamos MORTE!!!
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A Morte... - por vestivermelho

A morte
Sempre enfeitada com flores coloridas, vermelhas e brancas
Todo os tipos e formatos, delicadas ou rústicas
Perfumadas, onde tudo parece calmo

A morte...
Vem misteriosa e permanece misteriosa
Poucos reconhecem sua chegada
Uns temerosos, outros querendo que ela nem venha
Mas ela vem
Sorte de quem se preparou para recebê-la:
Reconhece e parte tranquila na escuridão do desconhecido
Outros não a reconhecem, e temem
Luz é colocada em forma de velas
Como se marcando o local para que os anjos da morte encontrem o caminho de volta de onde vieram.
Um dia irei te encontrar vestida de cetim vermelho
Pois em qualquer lugar esperas por mim
E no teu beijo provarei o gosto estranho que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida
Morte, o grande mistério da vida...
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Baguaçu - por ZzipperR

Ao longo da vida, todos nós carregamos lembranças de histórias contadas pelos nossos pais, tios ou outras pessoas.
Não sei porque, mas estas histórias estão sempre fazendo parte do nosso inconsciente, conectadas ao nosso imaginário dando a impressão e a sensação de que a história também fez parte da nossa vida, ou está sempre fazendo. São lembranças, lembranças e lembranças que dão vontade de querer saborear mais um pouquinho daquela magia que traz consigo um pedacinho de carinho e companhia de quem nos contou.
Tantas vezes meditando em busca das histórias que fizeram parte da vida de meus pais, aquelas que eles contavam quando eu era criança na minha querida infância e não sou capaz de recontar, mas elas estão aqui, vivas na minha mente, de tempos em tempos girando nas minhas lembranças, vivas como eu, e me fazem flutuar no tempo atrás delas com uma vontade louca de contá-las.
Baguaçu no interior de São Paulo faz parte dessa história. Eu nem era nascido ainda, mas lá viviam meu pai, minha mãe e meus irmãos, em um lugar distante de vizinhos e da cidade. Não tinha luz e a água tinha que ser buscada em uma nascente longe da casa.
Tudo isso é normal, menos as histórias que meu pai trouxe de lá, como a história de uma cidade chamada Borboleta, nome dado à cidade devido a uma mulher que na lua cheia se transformava em uma grande borboleta e voava pela cidade, até o dia em que ela apareceu em um bar. Ela era enorme e as pessoas tinham medo dela, porém um homem não! Ele pegou uma garrafa, quebrou e golpeou a linda borboleta. O golpe foi fatal e ela, na medida em que ia perdendo seu encanto, ia se transformando em uma linda mulher. Não sei até onde esta história é verdade, mas fico feliz de compartilhá-la.
Baguaçu era misterioso, alguma coisa estranha acontecia ali, alguma coisa macabra que ninguém conseguia entender, a morte não dava tréguas, levava todos os moradores deixando as casas vazias, um mistério sobrenatural. Naquela cidade todos morriam rapidamente, uma senhora já tinha perdido todos seus filhos em questão de dias. O que está acontecendo aqui? Ninguém sabia explicar. Inclusive meu pai foi vítima da morte, já tinha perdido dois filhos, a morte levou dois irmãos meus em Baguaçu. Meu pai não teve dúvidas, pegou minha mãe e os filhos que sobraram e fugiu da morte indo embora da cidade e nunca mais voltou.
Acredite! Estas histórias são verdadeiras. Se não acreditar, aqui está um convite para você passear e conhecer Baguaçu. Se você voltar conte a sua história.
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Zip...Zip...Zip...ZzipperR
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Sobre a Morte - por Alba Vieira

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Não há porque se inquietar
Se não existe outra opção
Afinal, a morte é só mais um bilhete
Rumo à próxima estação.

Morte é convidada ilustre
Que sempre causa um frisson
Às vezes chega, mas não fica,
Só deixa no ar a transformação.

Há os que aceitam o convite
E partem com ela de braços dados
Se não é o momento, não ultrapassam o limite
Mas voltam, certamente, transformados.
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Cada Vez que Respiramos - por Runa

Cada vez que respiramos,
um incêndio de sol
rasga, num sonâmbulo equilíbrio,
a bruma cega do mármore,
abrindo uma nova janela
no litoral negro do abismo.

A pulso,
um pássaro de oxigénio
escala a engrenagem metálica
de um sinuoso horizonte,
irradiando,
num silêncio de narinas,
o cristal sereno das marés,
pousadas numa ilusão de eternidade.


A mortalha breve do tempo,
aspirando o pólen matinal,
suspende o abraço de gelo
que cerca a métrica azul
de uma metamorfose de estrelas,
adiando uma vez mais
o bordado húmido da terra
e resgatando, ao pranto dos labirintos,
o voo suspenso da quimera,

cada vez que respiramos,
iludindo
o murmúrio transparente da morte.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

(Sem Título) - por Davi Rodrigues

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Se com simples areia, com simples e minúsculos grãos pode se fazer isto, imagina quando o ser humano se conscientizar que é simples grão no Universo, e resolver realmente agir em conjunto? Não espere um ano novo, seja novo todo ano, o ano todo!!!
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Balanço de Fim de Ano - por Jeff Oliveira

Corri.Fugi.Voltei.Lutei.Venci.Perdi.
Gritei.Falei.Bati.Fui abatido.Ganhei.Perdi.
Perdi ‘amigos’ e ganhei ‘inimigos’.
Ganhei ‘amigos’,perdi ‘inimigos’.
Recuperei amigos antigos.

Estressei.Estressaram-me.
Sorri,brinquei,fui sério.
Amei.Amei mais.E amo.
Fui feliz.Fui ao céu.Fui às alturas.
Desci às profundezas num só golpe.
Levantei-me.Voltei a andar.
Venci corridas.Fiz o improvável.Não por minhas forças,mas fiz.
O impossível aconteceu.A felicidade então me sorriu numa fresta de tempo.


Fui ausente pra uns.Presente pra outros.
Mudei.E como mudei!
Conheci pessoas novas.Conheci pessoas antigas.
Máscaras caíram,rostos se mostraram.
Uns amigos se mostraram na hora da dor.
Outros fugiram resmungando dos próprios problemas.
Descobri,afinal,os amigos in verita.

No entanto,as vitórias e a esperança foram sempre maiores.
Se não tivessem sido eu não estaria aqui.
O próximo ano se aproxima(Que redundância!)trazendo novas histórias
Novas dores,novos amores
Novas felicidades,mais experiências.
Vamos que a vida é pra frente e a roda-viva não pára.

“Mas tudo fica sustentado pela fé.” (Eu não sei na verdade quem eu sou. - “O Teatro Mágico”)
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Aí Vem 2011... - por Adir Vieira

Nesta semana que antecede o Natal as horas diminuem com a consciência coletiva. Não temos mais sessenta minutos a cada hora, mas creio que, no máximo, vinte. Senão, por que não concluímos as tarefas diárias dentro do mesmo tempo? Chego a pensar que o mundo, nestas duas últimas semanas do ano, se conectam mais do que habitualmente, amarrando nossos passos para outros afazeres. Enfim, são tantas coisas novas... é de praxe abraçar amigos que não contatamos o ano inteiro, passar horas nas lojas a descobrir presentes para pessoas amigas e familiares, preparar ou conduzir a preparação das ceias de Natal e Ano Novo, e tudo dentro de um pequeníssimo tempo.
Ah! o tempo!
Como seria salutar termos tempo nesse período!
Como seria bom se pudéssemos ter a tranquilidade para revermos nossas atitudes durante o ano anterior, analisar nossas ações, programar o nascimento de uma pessoa melhor para o ano seguinte...
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(Sem Título) - por Adhemar

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Prezado Shintoni e demais amigos do “Duelos”:

Um Feliz 2011 a todos, cada um realizando seus projetos e sonhos sempre acompanhados da inspiração e disposição que nos faz botar pra fora as criações em forma de palavras. E nos encontrando aqui!
Saúde, alegria e paz a todos!
Grande abraço,
Adhemar
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(Sem Título) - por Vera Celms

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Quero desejar a todos os amigos, companheiros e seguidores do DUELOS LITERÁRIOS, a você SHINTONI, votos de que em 2011 se multipliquem desejos e planos, para que se multipliquem também as realizações...
2010 foi bom, mas 2011 já vem aprimorado... e que as palavras continuem nos escolhendo, seja na escrita ou na leitura, no prazer ou na missão, mas SEMPRE JUNTOS... Muitas REALIDADES FELIZES, outras tantas necessárias e inevitáveis compõem a vida de todos nós...
BEIJOS A TODOS... obrigado pela acolhida, pelo apoio, pelo incentivo e pela receptividade... SOU MUITO FELIZ POR ISSO... agora acompanhada de BRIGIT - A BRUXA DA NOITE... AINDA MAIS...
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Resoluções de Ano Novo - por Flavio Braga

Sei que todo ano é o mesmo papo, prometo um monte de coisa e no fim do ano eu vejo que não fiz nada. Mas esse ano vai ser diferente, sei lá, estou sentindo um clima favorável, um amor no coração, ou o álcool me fazendo ficar meio emotivo e chapado, não necessariamente nessa ordem. Que seja. Mas eu só vou prometer o que posso cumprir.
Por exemplo, esse ano vou enfim cuidar do meu corpo. Vou malhar, fazer exercícios, essas coisas. Mas não vai ser agora em janeiro, nem em fevereiro, março, agosto ou outubro. Só lá para o fim de novembro, para dar tempo de ficar em forma para o próximo verão, até porque para esse verão não dá mais tempo.
Juro que dessa vez paro de fumar, mas vai ser aos poucos. Agora só fumo depois do sexo, ou quando eu estiver nervoso, ou quando estiver buscando alguma ideia legal que vá mudar minha vida, ou ainda quando quero dar uma relaxada ou só quando estiver de bobeira. No resto do dia, nada de cigarro!
Quanto ao álcool, eu estou determinado a parar de beber demais. Vou beber na medida. Na medida do copo, com direitos a várias repetições. Odeio desperdício.
Também vou ser mais sincero, exceto na hora de falar aquelas mentirinhas sociais.
Vou parar de falar mal das pessoas, pelo menos na frente delas. Isso facilita na hora de arrumar menos briga, que é outra promessa para o ano novo.
Tentarei ser mais tolerante com as diferenças entre as pessoas. Chega de chamar os homossexuais de viadinhos, os brancos de vela, os gordos de rolha de poço, o pessoal do candomblé de macumbeiros, o pessoal do reggae de maconheiros, os sem-pernas de cotó ou o PT de comunista.
Vou tentar fazer uma coisa que vai fazer minha mãe ficar orgulhosa, vou parar de falar a caralhada de palavrão que falo desde a adolescência. É um vício da porra que tenho. Vou parar antes que essa mania foda com minha vida social.
Vou também ajudar quem precisa. Vou parar de rir da cara deles. Coitados, esse povo não tem culpa de tanta desgraça que acontece na vida deles.
É...Esse ano promete!
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domingo, 26 de dezembro de 2010

Saudade - por Ana

Porque o dia é sábado
as palavras escritas são necessárias e piedosas.

Porque não é segunda,
os sorrisos de amor se guardam no antes e depois.

Porque não é terça,
não há esperança de que o minuto seguinte
seja de carinho francamente compartilhado.

Porque não é quarta,
desvela-se o segredo de cada segundo
e encontra-se uma pesada e negra saudade.

Porque não é quinta,
caminha-se, inexoravelmente,
por sobre um abismo perigoso de silêncio.

Porque não é sexta,
enorme teia me envolve em asfixia
com seus fios de solidão cortante.

Porque amanhã é domingo eu te espero,
lembrando que há milhares de dias vivo um sábado sem fim.
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A TODOS OS AMIGOS DO DUELOS

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É Natal - por Alba Vieira

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É Natal.
Vamos permitir que nasçam em cada um de nós sentimentos de fraternidade, de amor ao próximo, de tolerância com os outros e com aspectos nossos que não apreciamos.
Vamos tentar permitir que aquilo que em nós ainda é latente se desenvolva e possamos descobrir novos talentos, novas capacidades de interagir com os outros e produzir coisas boas.
É importante, sobretudo, que estejamos atentos para buscar a transformação daquilo que é inadequado, que tira a nossa felicidade, que nos distancia dos outros e impede a expressão do amor que reside no fundo de nós. Transformar-se é poder evoluir.
Que nesse Natal nós possamos nos abrir mais para o amor, abandonando defesas desnecessárias e fortalecendo realmente o nosso Ser que naturalmente procura o estado de união. Afinal, somos todos irmãos e não podemos estar bem enquanto tantos sofrem, se hostilizam ou são indiferentes na sua solidão, além da necessidade do encontro consigo mesmos.
Feliz Natal!
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Visitem Alba Vieira
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E Por Falar em Natal - por Fatinha

Querido Brógui:

E por falar em Natal, quem aqui nunca recebeu um presente nada a ver?
Começando pelo nefasto amigo oculto, uma solução boa pra economizar uma grana, mas sempre causa de profundas decepções. Há muito tempo que eu não participo de um, mas sempre acontecia a mesma coisa: eu me esmerava em comprar uma coisa maneira e recebia um treco que eu jamais em sã consciência teria coragem de dar de presente nem se fosse para meu inimigo oculto.
As situações mais embaraçosas são aquelas em que a pessoa toda sorridente diz pra você que o presente é a sua cara. Quando ouço isso tremo nas bases, porque lá vem bomba (eu tenho cara de bomba?). Como minha santa mãezinha me domesticou muito bem, eu agradeço, disfarço a decepção e penso: “Que que eu faço com isso?”
Eu mesma já devo ter dado presentes assim. Munida da mais singela intenção de fazer o outro feliz e acabando por dar um tiro na água.
Já sei. Você deve estar procurando no seu disco rígido quais foram os presentes dados a mim e tentando adivinhar se eu gostei ou não. Pode parar de se torturar porque você nunca vai saber mesmo. E também nem pense em parar de me dar presentes por causa disso, porque aí eu vou ser obrigada a escrever um diário-denúncia dedurando você.
Em retribuição ao carinho, mesmo não gostando da coisa, procuro usá-la, em homenagem à pessoa que me presenteou. Sim, Querido Diário, minha crueldade tem limites. Não é assim que funciona? O outro me faz feliz dando e eu tento fazê-lo feliz usando. Quando não dá mesmo pra salvar o presente – há casos irremediáveis como roupa pequena, ou uma bijouteria que vai deixar minha pele em carne viva – há solução. Vou trocar, passo adiante – nem adianta fazer cara feia porque duvido que você nunca tenha feito isso – ou simplesmente meto no fundo do armário e pronto.
Temos aqui em casa a nossa secretária do lar – nome politicamente correto para empregada doméstica – que todo Natal traz um presentinho para nós. Ficamos sempre comovidos porque sabemos o quanto o dinheirinho dela é curto, inversamente proporcional ao prazer que ela sente em nos presentear. Quando ela vem toda contente com o embrulhinho na mão, entramos em pânico porque a cada ano ela se supera trazendo objetos de decoração pavorosos.
Um ano ganhamos um porta-papel higiênico. Sabe aquele que a gente pendura os rolinhos na parede? Tem coisa mais cafoninha? Na minha escala de valores, está no mesmo nível da roupinha para bujão de gás ou o pano de prato calendário – aqui em casa não usamos gás de bujão, graças a Deus.
No ano seguinte foi um vasinho de flores artificiais cor de rosa com areia colorida também cor de rosa. De chorar. O problema das flores artificiais é que além de serem horrorosas não morrem nunca. Não secam, não apodrecem. Só ficam ali se enchendo de poeira e desafiando meu senso estético. E tem mais: tudo quebra, menos o tal do vasinho.
Esse ano, veio a pérola. Umas flores amarelas – artificiais também – submersas em um aquário, com os dizeres: “Jesus o segredo da paz”. Tem noção?

PAUSA PRA EU RIR, TÔ ME CONTORCENDO, O TROÇO É MUITO FEIO…

O pior é que não dá pra defenestrar as coisas. Ela vai dar falta e ficar magoada. Solução: deixar os enfeites enfeiando o ambiente e ela sorrindo. Muito justo.
Mas, vou confessar a você que eu e minha santa mãezinha já arquitetamos o plano maligno de deixar esses objetos ao alcance do João Pedro. Se ele quebrou o galo do Presépio que armamos aqui em casa desde que eu me entendo por gente, tenho certeza de que não vai falhar nessa nobre missão que vamos a ele confiar.
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Postado, originalmente, em 26/12/07.
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Visitem Fatinha
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Uma Mensagem de Natal... - por Leila Dohoczki

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Bom Natal - por Dan

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Visitem Dan
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Natal Luz - por Poty

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Natal é luz que irradia as mentes
Faz ter outro pensar
... Reações de compaixão...
...Tolerância com o próximo...
Sentimentos de liberdade,
Tranquilidade
E sorriso diante tanto brilho...
Faz parar e sentir menos stress
Também repensar suas atitudes durante o ano
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Visitem Poty
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A Todos, um Feliz Natal - por Tércio Sthal


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Boas festas em harmonia,...........................................................................
bons intentos e boas ações,...........................................................................
e 2011 repleto de alegrias...........................................................................
e grandes realizações,...........................................................................
é o que deseja, neste dia,...........................................................................
o escritor Tércio Sthal............................................................................
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O MELHOR ESTÁ POR VIR

Mais um ano que se passa,
e novos desafios vêm,
e por mais que se faça,
algo por fazer se tem,
mas não devemos esquecer
o melhor pode estar por vir,
depende do nosso querer,
de ver oportunidades e agir,
para estabelecer o bem.
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